ARACAJÚ – SE
Chegar a Aracaju é correr o risco de ficar seduzido por uma das capitais brasileiras mais joviais, bonitas e tranquilas. A capital sergipana, está situada à margem direita do Rio Sergipe, de onde cresceu ordenadamente, respeitando sobretudo sua característica de cidade litorânea onde sol, praias, manguezais embelezam a cidade. Com avenidas, ruas e lagradouros bem arborizados e sinalizados o visitante pode facilmente locomover-se para qualquer ponto com segurança.
É uma das primeiras capitais brasileiras resultante de um planejamento prévio. O complexo arquitetônito de Aracaju data de 1824. Atualmente o investimento em ciclovias e praças contribuiram para que a cidade recebesse recentemente o título de Capital Brasileira da Qualidade de Vida.
A noite aracajuana é mais movimentada nos bares que enfeitam a orla marítima. Situada na Praia de Atalaia, a Orla dispõe de hotéis confortáveis, restaurantes e quadras de esportes. Com uma estrutura moderna a Orla orefece opções de entretenimento para quem deseja aprecisa boa música, boa culinária ou curtindo a brisa do mar.
Créditos: Pref. Mun. de Aracajú e Gov. do Estado de Aracajú
Outros Sites: Trivago - Aracajú
Abrolhos
Fonte: www.brasilazul.com.br
Entre julho e novembro, em Abrolhos, no sul da Bahia, turistas e pesquisadores ficam de olhos bem abertos, fitando o horizonte à procura de borrifos, saltos e, principalmente, caudas.
As nadadeiras caudais são como impressões digitais para identificar as baleias da espécie jubarte, que, durante o inverno e a primavera, migram em massa para acasalar, dar à luz e amamentar nas águas quentes de Abrolhos.
Para ter uma idéia da importância dessa região, cerca de 80% das jubartes contabilizadas no litoral nordeste e sudeste do Brasil costumam ser avistadas ali.
Se no mar de Abrolhos é possível ver uma média de 30 jubartes por dia, entre outras baleias, como a franca e a minke, além de cetáceos como o golfinho-nariz-de-garrafa, o golfinho-de-dentes-rugosos e o boto-cinza, no ar se vê uma profusão de pássaros.
Nas cinco pequenas ilhas, dispostas em arco porque provavelmente já fizeram parte da cratera de um vulcão, vivem grandes populações de diversas espécies de aves marinhas. A Redonda é ocupada por fragatas, a Guarita pelos beneditos, na Sueste concentram-se os atobás-marrons, enquanto os atobás-brancos se dividem entre a Siriba e a Santa Bárbara.
Sob a água, Abrolhos abriga o maior conjunto de corais do Atlântico Sul, incluindo o chamado chapeirão, uma formação coralina única no mundo, semelhante a um cogumelo. De abril a dezembro a visibilidade chega a 20 metros, transformando o lugar em um verdadeiro aquário natural, com uma infinidade de peixinhos coloridos, nadando entre garoupas, arraias, tartarugas, barracudas e tubarões.
A única ilha habitada é a de Santa Bárbara, onde vivem alguns militares e funcionários do Ibama. As visitas ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos são rigorosamente controladas para que todo esse luxuoso patrimônio ambiental continue bem preservado.
MARICÁ
O município de Maricá é um dos mais bonitos do estado do Rio de Janeiro, possuindo uma beleza natural cercada de montanhas, praias e lagoas.
Maricá é um município que apresenta um dos maiores complexos lagunares do estado denominado Maricá-Guarapina, com rios, lagoas, riachos e brejos.
O município é muito conhecido no estado pelas belezas de suas praias oceânicas, com tantos atrativos naturais atraí muitos turistas nos períodos de férias. Sua população é estimada em 120.000 mil habitantes
Créditos: Pref. Mun. de Maricá
Historia & Cultura
A história do desbravamento do atual Município de Maricá remonta às últimas décadas do século XVI. Suas origens permanecem ignoradas, sabendo-se apenas que os primeiros colonizadores aí chegaram graças à doação de sesmarias, concedidas na faixa litorânea, compreendida entre Itaipuaçu e as margens da lagoa, no local onde mais tarde surgiu a cidade.
Em 1584, José de Anchieta partiu de Cabuçu, com o padre Leitão e numeroso grupo de índios, com destino à lagoa de Maricá, onde efetuou a célebre "pesca miraculosa". Ali encontrou sinais da colonização, pois já estavam sendo exploradas várias sesmarias. Onde hoje se localizam o povoado de São José de Imbaçaí e a fazenda São Bento, fundada em 1635 pelos padres beneditinos, surgiram os primeiros núcleos de povoação em Maricá.
Às primitivas populações desses dois núcleos deve-se a construção da primeira capela em terras maricaenses, destinada ao culto de Nossa Senhora do Amparo. Os habitantes da região aos poucos se deslocaram para a outra margem da lagoa, que possuía clima mais saudável. Nesse novo local teve origem a Vila de Santa Maria de Maricá.
Fonte: IBGE
Ilha MexianaMexiana é uma ilha particular situada na foz do Rio Amazonas, exatamente sobre a linha do Equador. É uma das mais antigas do Pará, com cerca de 100 mil hectares. Nela foi construído o Marajó Park Resort – um hotel de selva no estilo marajoara. Várzeas, mangues e floresta tropical fazem parte do ecossistema local. A área abriga, ainda, várias espécies de peixes, tais como: pirarara, filhote, pescada branca, piramutaba, dourada e outros bagres da região. E é muito procurada pelos praticantes da pesca esportiva. A ilha conta com pista de pouso e roteiros ecoturísticos, como passeios em trilhas, visitas de observação de fauna, praias – como Jaburu Pinto, Japuá, Quebra-Vara, Matupiri e Malhadas – e montaria em búfalos. Em determinada época do ano, pode-se admirar o fenômeno da "Pororoca". Parte integrante do arquipélago do Marajó, situada na costa marítima do município de Chaves, Ilha Mexiana fica a oito horas de barco de Belém, capital do estado, e a 30 minutos de avião.O clima no arquipélago é equatorial com chuvas constantes. De junho a janeiro – quando está seco –, os passeios ficam mais acessíveis. Nos outros meses, o alto índice pluviométrico pode prejudicar um pouco a visita. A temperatura média anual fica em torno de 26ºC, com máximas de 33ºC e mínimas de 21ºC.Atrações:Pesca EsportivaA pesca esportiva é um dos maiores atrativos da Ilha. Pescadores de todo o mundo viajam até lá em busca da emoção única de pegar peixes que podem chegar a quase de três metros de comprimento. Passeio de voadeiraÉ possível conhecer a vida selvagem local por meio de passeio em voadeira pela floresta equatorial que cerca Ilha Mexiana. Passeio de búfaloAli, o passeio no dorso de um búfalo é muito comum, visto que a região é grande criadora da espécie.Praias fluviaisVisitar as praias de rio e a foz do Rio Amazonas também faz parte da programação, encantando até os mais experientes viajantes.