terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Machu Picchu, Peru


Machu Picchu, Peru
(textos de outros) 

O Peru é visitado anualmente por turistas do mundo inteiro em busca da cidadela de Machu Picchu. A viagem, que passa obrigatoriamente pela antiga cidade imperial de Cusco, a mais de 3 300 metros de altura, leva os turistas até o meio dos Andes peruanos, onde está encravada a cidadela, onde um dos mais impressionantes vestígios arqueológicos da humanidade encontra-se rodeado por uma paisagem e uma natureza tão grandiosa quanto a própria construção

Machu Picchu (em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha"), também chamada "cidade perdida dos Incas",[1] é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.

Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.

A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a história inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.

O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.

Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.

Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Antártida


Antártida
(texto de outros)

É a Terra do sul continente , contendo o geográfica Pólo Sul. Ele está situado na Antártica região do Hemisfério Sul , quase inteiramente ao sul do Círculo Polar Antártico , e é cercado pelo Oceano Antártico . De 14,0 milhões de km 2 (5.400.000 sq mi), é o quinto maior continente em área depois da Ásia , África , América do Norte e América do Sul. Para efeito de comparação, a Antártica é quase duas vezes o tamanho da Austrália.  Cerca de 98% da Antártida é coberta por gelo que as médias de pelo menos 1 milha (1,6 km) de espessura.

Antártica, em média, é o continente mais frio mais seco, e, mais ventoso, e tem a maior média de elevação de todos os continentes. Antarctica é considerado um deserto , com taxas de precipitação de apenas 200 milímetros (8 polegadas) ao longo da costa e muito menos no interior. A temperatura na Antártida atingiu -89 ° C (-129 ° F). Não há residentes permanentes humanos, mas em qualquer lugar a partir de 1.000 a 5.000 pessoas residem ao longo do ano nas estações de pesquisa espalhadas por todo o continente. Somente organismos frio adaptados sobrevivem lá, incluindo muitos tipos de algas , animais (por exemplo ácaros , nematóides , pinguins , focas e Tardigrades ), bactérias , fungos , plantas e protistas . Vegetação onde ocorre é tundra.

Apesar de mitos e especulações sobre uma Terra Australis ("Southern Land") remontam à antiguidade, a primeira observação confirmada do continente é comumente aceito para ter ocorrido em 1820 pela expedição russa de Fabian Gottlieb von Bellingshausen e Lazarev Mikhail em Vostok e Mirny. O continente, no entanto, permaneceu em grande parte negligenciado para o resto do século 19 por causa de seu ambiente hostil, falta de recursos, e isolamento. O Tratado da Antártida , assinado em 1959 por 12 países; à data, 49 países assinaram o tratado. O tratado proíbe atividades militares e de mineração mineral, proíbe explosões nucleares e a eliminação de resíduos nucleares, apóia a investigação científica, e protege o continente ecozone. Experiências em curso são realizados por mais de 4.000 cientistas de muitas nações.

No Polo Sul, a Antártida reserva quase 70% da água potável do planeta - congelada, claro. O lugar é muito inóspito, mas totalmente incrível, e quem o visita vive a sensação de estar sozinho no mundo em meio a impressionantes icebergs e planícies brancas. O Brasil tem um acesso relativamente fácil para a Antártida, por meio do sul da Argentina.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Belém_PA


Belém (PA)

Quando se fala em Belém, todos os pensamentos remetem ao Círio de Nazaré, ao mercado Ver-o-Peso e ao pato no tucupi. A capital paraense, porém, tem muito mais a oferecer. Desde 2000, a cidade passa por um processo de revitalização que vem repaginando a arquitetura local - mas sempre preservando as características originais.

Foi assim com a Estação das Docas, um abandonado conjunto de armazéns do porto, às margens da baía do Guajará. A bela estrutura em ferro inglês ganhou paredes de vidro e ar-condicionado e o status de espaço cultural e gastronômico, reunido bares, restaurantes, exposições de arte e cinema. A mesma receita foi utilizada no antigo presídio São José, rebatizado como Pólo Joalheiro e que hoje abriga o Museu das Gemas do Estado e a Casa do Artesão. E também na casa das Onze Janelas, um sobrado encantador que funcionou como hospital militar transformado em galeria de arte.

O cenário conta ainda com o glamour do Theatro da Paz, financiado pelos barões no auge do Ciclo da Borracha; e com a suntuosidade das igrejas, entre elas a Catedral da Sé e a Basílica de Nazaré, pontos de saída e chegada do Círio, a maior procissão católica do país com mais de dois milhões de participantes.

Mas nem só de arquitetura vive Belém, conhecida até pouco tempo atrás como a rústica porta de entrada para a Amazônia. Deste período permanece - firme e forte - o mercado Ver-o-Peso, o ponto de encontro dos belenenses e melhor lugar para os turistas apreciarem os exóticos sabores e aromas regionais. Nas centenas de barraquinhas encontra-se de tudo um pouco: variadíssimas frutas, temperos, ervas e o tradicional tacacá, um caldo feito com tucupi (goma de mandioca), jambu (erva local), camarão seco e pimenta-de-cheiro. A iguaria é servida fervendo, apesar do calorão que assola a capital o ano inteiro. Falando em gastronomia, a cidade ganhou muitos pontos no quesito. É grande a oferta de bons e charmosos restaurantes especializados em cozinhas diversas, mas que sempre reservam surpresas com os ingredientes locais.

A rica e diversificada natureza do Norte do país se faz presente na capital. Pelas ruas, mangueiras garantem a sombra para amenizar as temperaturas, enquanto os parques e bosques revelam um pouco da vida na selva. No Mangal das Garças, à beira da orla fluvial, centenas de espécies da flora e da fauna nativas podem ser apreciadas em um agradável passeio.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dinamarca


Dinamarca
(texto de outros)

A Dinamarca, oficialmente Reino da Dinamarca é um países escandinavo da Europa setentrional e membro sênior do Reino da Dinamarca. É o mais meridional dos países nórdicos, a sudoeste da Suécia e ao sul da Noruega, delimitado no sul pela Alemanha. As fronteiras da Dinamarca estão no Mar Báltico e no Mar do Norte. O país é composto por uma grande península, a Jutlândia, e muitas ilhas, sobretudo Zelândia (Sjælland), Funen (Fyn), Vendsyssel-Thy, Lolland, Falster e Bornholm, assim como centenas de ilhas menores, muitas vezes referidas como o Arquipélago Dinamarquês. A Dinamarca há muito tempo controla a entrada e a saída do mar Báltico, já que isso só pode acontecer através de três canais, que também são conhecidos como os "Estreitos Dinamarqueses".

A Dinamarca é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo. Possui um governo central e outros locais em 98 municípios. O país é membro da União Européia desde 1973, embora não tenha aderido ao euro, e um dos membros fundadores da OTAN e da OCDE.

A Dinamarca, com uma economia mista capitalista e um estado de bem-estar social, o país possui o mais alto nível de igualdade de riqueza do mundo, sendo considerado em 2011, o país com menor índice de desigualdade social do mundo. A Dinamarca tem o melhor clima de negócios no mundo, segundo a revista estadunidense Forbes. De 2006 a 2008, pesquisas classificaram a Dinamarca como "o lugar mais feliz do mundo", com base em seu princípio de saúde, bem estar, assistência social e educação universal; O Índice Global da Paz de 2009 classificou a Dinamarca como o segundo país mais pacífico do mundo, depois da Nova Zelândia. A Dinamarca também foi classificada como o país menos corrupto do mundo em 2008, pelo Índice de Percepção de Corrupção, compartilhando o primeiro lugar com a Suécia e a Nova Zelândia.


A língua nacional, o dinamarquês, é próxima do sueco e do norueguês, com os quais compartilha fortes laços históricos e culturais. 82,0% dos habitantes da Dinamarca e 90,3% da etnia dinamarquesa são membros da Igreja Estatal Luterana. Cerca de 9% da população tem nacionalidade estrangeira, uma grande parte deles são provenientes de outros países escandinavos.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Blumenau_SC


Blumenau (SC)

Um pedaço da Alemanha está encravado no Vale do Itajaí. A herança dos imigrantes está por toda parte: da arquitetura em estilo enxaimel à boa mesa, que tem o marreco recheado como prato típico. Sem contar a paixão pela cerveja e o perfil dos moradores - a maioria tem cabelos louros e olhos azuis.

Caminhar é a melhor maneira de apreciar as belas construções de Blumenau. Espalhados por uma mesma rua - a tradicional XV de Novembro - as obras ajudam a contar a saga dos colonizadores. Para não perder nenhum cartão-postal, vale a pena fazer um roteirinho que começa na ponte da Estrada de Ferro e termina no Museu da Família Colonial.

Ao longo do percurso, chamam a atenção prédio da prefeitura, o Teatro Carlos Gomes, a Catedral de São Paulo Apóstolo - com uma imensa torre de pedra e bonitos vitrais -, o Castelinho do Turismo, a Fundação Cultural Blumenau e o Museu da Cerveja.

Além de abrigar os prédios históricos, a Rua XV de Novembro é centro das atenções também durante a Oktoberfest, a segunda maior festa da cerveja do mundo. É lá que acontecem os animados e tradicionais desfiles, com atração que vão das bandas e fanfarras típicas aos carros alegóricos que distribuem cerveja de graça.

À noite, a festa se transfere para o Parque Vila Germânica, onde mais de 600 mil pessoas espalham-se por três pavilhões em busca de chope gelado, pratos da culinária alemã - destaque para a costeleta de porco (kassler), o joelho de porco (eisben) e os salsichões -, e muita diversão. O "carnaval fora de época" dura 17 dias, todos muito concorridos - para não ficar de fora da folia é recomendável fazer reservas de hospedagem com antecedência.

Por falar em cerveja, uma das melhores marcas artesanais do país é produzida em Blumenau. A Eisenbahn é servida durante a Oktoberfest e também no bar da fábrica, um dos points da cidade. Por lá, a pedida é experimentar as opções do cardápio do início ao fim - há pequenas amostras para o visitante degustar cada produto.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Porto Seguro_BA


Porto Seguro
www.feriasbrasil.com.br

Quilômetros de falésias coloridas a perder de vista, recifes de corais, vegetação de Mata Atlântica... não foi à toa que os portugueses se encantaram com as terras que acabavam de descobrir enquanto buscavam o caminho para as Índias, transformando a região de Porto Seguro, no Sul da Bahia, no berço do Brasil.

Mais de quinhentos anos depois, as belezas naturais que conquistaram Cabral e sua turma continuam sendo as responsáveis pela leva de turistas que chegam por terra e ar. Mas elas não são mais as únicas. A fama da animação da Costa do Descobrimento corre o mundo e chama a atenção de grupos de jovens que procuram agito 24 horas por dia. Entretanto, embora as palavras de ordem sejam axé e lambaeróbica – em especial na praia de Taperapuã e na Passarela do Álcool -, há opções também para quem chega em busca de paz e tranquilidade, como o charmoso Arraial d´ Ajuda e a rústica vila de Trancoso.

Os títulos de Patrimônio Histórico Nacional e de Patrimônio Natural da Humanidade não foram conferidos por acaso. Porto Seguro guarda com carinho suas riquezas culturais, arquitetônicas e naturais, reunindo-as harmoniosamente. Da cultura dos índios pataxós ao Parque Marinho Recife de Fora, incluindo museus e prédios históricos, a preservação é uma constante.

E nada disso impede a agitação, que faz dos dias e das noites da cidade uma verdadeira maratona. Para relaxar, mergulhe nas piscinas naturais de águas mornas que se espalham por quase toda a orla.

Nem só de praia, burburinho e história vive Porto Seguro. A cidade oferece ainda um comércio variado na Passarela do Álcool, um verdadeiro shopping a céu aberto, que reúne lojas, bares e restaurantes com sabores típicos da Bahia.

E tem ainda o artesanato da região, produzido pelos índios pataxós e acessíveis na praia de Coroa Vermelha, em Santa Cruz Cabrália. São bonitas peças de decoração feitas com bambu, madeiras de lei e argila, além de acessórios confeccionados com sementes e penas. Para os adeptos do eco turismo, trilhas em áreas de preservação de Mata Atlântica – entre elas, o Parque Nacional de Monte Pascoal - permitem a prática de caminhadas para a observação de centenas de espécies de animais e vegetais.

Em resumo: Porto Seguro é um destino perfeito para quem busca agito 24 horas por dia, mas também reserva recantos especiais para recarregar as baterias.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ilha de Páscoa, Chile


Ilha de Páscoa, Chile
(autoria por mim desconhecida)

A Ilha de Páscoa (em espanhol: Isla de Pascua, em rapanui é denominada Rapa Nui ("Ilha Grande"), Te Pito O Te Henúa ("Umbigo Do Mundo") e Mata Ki Te Rangi ("Olhos Fixos No Céu") é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico (27º 10' latitude Sul e 109º 25' longitude Oeste). Está situada a 3 700 km de distância da costa oeste do Chile e constitui a província chilena de Ilha de Páscoa. Sua população em 2002 era de 3 791 habitantes, 3 304 dos quais viviam na capital Hanga Roa. É famosa pelas suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.

Na pré-história humana, até 1200 a.C., a expansão polinésia é contada como uma das explorações marítimas mais dramáticas. Povos vindos do continente asiático – agricultores, navegadores, aparentemente originários do arquipélago de Bismark, a noroeste da Nova Guiné, atravessaram quase dois mil quilômetros de mar aberto, a bordo de canoas, para atingir as ilhas da Polinésia Ocidental de Fiji, Samoa e Tonga. Os polinésios, apesar da ausência de bússola, instrumentos de metal e escrita, eram mestres da arte da navegação e da tecnologia de canoas à vela. Os seus ancestrais produziam uma cerâmica conhecida como estilo lapita.

Alguns historiadores acreditavam que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Hoje, porém, há fortes indícios de que, tanto as descobertas como a colonização foram planeadas por viajantes que, numa incursão predeterminada, navegavam rumo ao desconhecido. A rota mais provável para a colonização da Ilha De Páscoa deve ter sido a partir das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson, as duas últimas funcionando como trampolins visto que uma viagem directa de Mangareva à Páscoa dura cerca de dezessete dias, principalmente transportando produtos essenciais para a sobrevivência da colônia. A transferência de muitas espécies de plantas e animais – de taro a bananas e de porcos a cães e galinhas, não deixam dúvidas sobre o planejamento da ocupação da Ilha De Páscoa pelos seus colonizadores.

É incerta a data da ocupação da Ilha De Páscoa, tanto quanto é incerta a data da colonização das ilhas polinésias. Publicações sobre a Ilha De Páscoa registram a sua possível ocupação entre 300-400 d.C., com base em cálculos de tempo a partir de divergências linguísticas – técnica conhecida como glotocronologia, e em datações radio carbônicas de carvão, além de sedimentos lacustres. Entretanto, especialistas na história de Páscoa questionam tais cálculos, considerados precários quando aplicados a idiomas complexos como o pascoense "(…) conhecido por nós principalmente através de, e possivelmente contaminado por, informantes taitianos e marquesanos."

Ilhota Motu Nui, parte da cerimônia do culto ao homem-pássaro.
Jacob Roggeveen, o descobridor da Ilha de Páscoa.No período 600-800 (as datas exatas ainda são objeto de discussão) as ilhas da Polinésia Oriental (ilhas Cook, ilhas da Sociedade, ilhas Marquesas, Austrais, Tuamotu, Havaí, Nova Zelândia, Pitcairn e Páscoa) foram colonizadas. Datações radiocarbônicas mais confiáveis – obtidas através de amostras de carvão e de ossos de golfinhos – que serviram de alimento para seres humanos – extraídas das mais antigas camadas arqueológicas, oferecem prova de presença humana na praia de Anakena. A datação dos ossos de golfinhos foi realizada pelo método EMA (Espectrometria de Massa com Acelerador). Estima-se, portanto, a primeira ocupação de Páscoa em algum tempo antes de 900. Por volta de 1200 os polinésios expandiam suas rotas até Nova Zelândia, completando a ocupação das ilhas habitáveis do Pacífico.

Há evidências de que os insulares de Páscoa fossem típicos polinésios, vindos da Ásia em vez da América. Sua cultura saiu da cultura polinésia. Falavam um dialeto polinésio oriental relacionado ao das ilhas do Havaí e das Marquesas (semelhante ao dialeto conhecido como antigo mangarevano). Seus instrumentos (arpões, anzóis, enxós de pedra, limas de coral) eram polinésios e assemelhavam-se a antigos modelos das ilhas Marquesas. Muitos de seus crânios apresentavam uma característica polinésia conhecida como “mandíbula oscilante”. Amostras recolhidas de 12 esqueletos enterrados nas plataformas foram analisados e todos possuíam “(…) uma deleção de nove pares de bases e três substituições de bases presentes na maioria dos polinésios (…)”. Este estudo de DNA comprova que duas dessas três substituições de bases não ocorrem nos nativos americanos, contrariando a tese do explorador norueguês Thor Heyerdahl de que a ilha de Páscoa fora colonizada através do Pacífico oriental, por sociedades indígenas avançadas da América do Sul.

Chegada européia a 5 de abril de 1722, o explorador neerlandês Jacob Roggeveen atravessou o Pacífico partindo do Chile em três grandes navios europeus, e após dezessete dias de viagem desembarcou na ilha num domingo de Páscoa, daí o seu nome, que permanece até hoje.

A expedição espanhola de Gonzalez (1770) nada registrou além de diários de bordo. A primeira e mais adequada descrição da ilha foi feita pelo Capitão James Cook, em 1774, em sua breve visita de apenas quatro dias, com o seu destacamento, quando realizou o reconhecimento do território pascoense. Cook tinha a vantagem de estar acompanhado por um taitiano, cujo polinésio era similar ao dos insulares, possibilitando o entendimento entre eles.

Em 1870, comerciantes europeus tomaram posse das terras e introduziram gado ovino na ilha. Em 1888, o governo chileno anexou Páscoa, que se tornou uma fazenda de ovelhas administrada por uma empresa escocesa estabelecida no Chile. Os nativos passaram, então à condição escrava: trabalhavam para a empresa e eram pagos em bens e víveres, "(…) no barracão da empresa em vez de dinheiro.". Os nativos, em 1914, se revoltaram contra o invasor estrangeiro, porém foram dominados com a chegada de um navio de guerra chileno que intercedeu pela empresa. Somente em 1966, mais de meio século depois, os insulares foram reconhecidos como cidadãos chilenos. Os insulares e chilenos nascidos no continente são em número igual ao dos nativos. Ainda hoje existe tensão entre eles, porém renasce no pascoense o orgulho cultural e sua economia é estimulada pelo turismo: há diversos vôos semanais vindos de Santiago e do Taiti, realizados por empresa aérea estatal do Chile, transportando visitantes atraídos pelas famosas estátuas.
A Ilha de Páscoa está a cerca de 3.700 quilômetros do litoral chileno. Além de sua beleza, esta ilha isolada do Pacífico tem os famosos Moais, esculturas monumentais com um tamanho que de até 20 metros. Os Moais teriam sido construídos pelos herdeiros de uma civilização muito avançada mas que teria desaparecido bruscamente. Apesar das muitas teorias, o mistério sobre a construção dessas estátuas continua.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

São Miguel dos Milagres_AL


São Miguel dos Milagres (AL)
  
Um dos recantos mais belos da Costa dos Corais, São Miguel dos Milagres ainda não faz parte do roteiro dos muitos turistas que visitam a capital alagoana. Melhor assim, o que garante à vila de pescadores a preservação de suas praias selvagens que servem de cenário para pousadas cheias de charme e restaurantes sofisticados.

Um dos programas imperdíveis em São Miguel - além de andar pelos quilômetros de paisagens desertas contornadas por coqueiros - é passear de jangada. O tour tem como ponto final as piscinas naturais formadas na maré baixa, a cerca de um quilômetro da costa. Não esqueça o snorkel para nadar com os peixinhos coloridos em meio às águas verdes e transparentes, protegidas por recifes.

Na hora de lagartear na areia dourada, são muitas as opções de praias. Na que dá nome à aldeia, chama a atenção os currais de peixes. Já na do Patacho, a dez quilômetros e pertencente ao vilarejo vizinho de Porto de Pedras, praticamente não existe construções.

Na quase sempre deserta praia do Toque, a faixa de areia plana é excelente para caminhadas. Para quem quer um pouquinho mais de movimento, a dica é Porto da Rua, com barcos coloridos e alguns bares de nativos. Vale a pena visitar também a praia de Tatuamunha - próxima à foz de um rio, é ponto de observação dos peixes-boi que circulam pela região. E tem ainda Barra do Camaragibe, Marceneiro, Riacho...

Perfeita para uma lua-de-mel, São Miguel dos Milagres pode ser desbravada também em cavalgadas. Não deixe de subir ao Alto da Conceição para apreciar toda a beleza das praias da vila, que mesclam com capricho as mais diversas nuances de verde e de azul.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Havaí, EUA


Havaí, EUA

O Havaí (português brasileiro) ou Havai (português europeu) (em inglês: Hawaii; em havaiano: Hawai‘i) é um dos 50 Estados dos Estados Unidos. O Havaí localiza-se em um arquipélago no meio do Oceano Pacífico, podendo ser considerado o Estado americano mais isolado em relação ao resto do país. Sua capital e maior cidade, Honolulu, localiza-se a mais de 3100 km de qualquer outro Estado americano. O Havaí é o Estado mais meridional de todo o país, sendo considerado parte dos Estados do Pacífico. Sua economia está baseada primariamente no turismo. Barack Obama é o único presidente dos Estados Unidos nascido no estado do Havaí.

O arquipélago que forma o Havaí é conhecido historicamente pelo nome de Ilhas Sanduíche. O arquipélago havaiano era povoado por polinésios, sendo que a região era governada por vários chefes polinésios locais, até 1810, quando Kamehameha I centralizou o governo do arquipélago, e instituiu uma monarquia. O Havaí é o único Estado americano cujos nativos utilizaram-se da monarquia como forma de governo. Em 1894, o arquipélago tornou-se uma república, e quatro anos depois, em 1898, foi invadido militarmente e anexado pelos Estados Unidos, tornando-se um território americano em 1900. Desde então, grande número de pessoas com ascendentes europeus, vindos de outras partes do país, bem como imigrantes asiáticos, instalaram-se no Havaí, dando à população local um aspecto altamente multicultural.

A base naval americana de Pearl Harbor foi atacada por aeronaves da Marinha Imperial Japonesa, em 7 de dezembro de 1941. O ataque fez com que os Estados Unidos entrassem oficialmente na Segunda Guerra Mundial. Mais de 2400 pessoas morreram no ataque. Em 21 de agosto de 1959, o Havaí tornou-se o 50.º e último Estado americano a entrar à União.

O Havaí tem ilhas conhecidas como Maui e Oahu, e outras menos conhecidas como Niihau e Lana. Último estado dos Estados Unidos, o Havaí é um sonho para amantes da natureza, surfistas, aventureiros, ou apenas pessoas em busca de descanso, com belas praias, ondas perfeitas, parques naturais e resorts.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Itaparica_BA


Itaparica

Maior ilha da Baía de Todos os Santos, Itaparica tem 240 quilômetros quadrados de extensão. Destino badalado no passado, mantém suas vantagens: ambiente pacato alcançado em viagem de apenas 20 minutos de catamarã a partir de Salvador e bonita vista da capital.

A ilha é dividida em dois municípios. O que dá nome à área guarda casarões coloniais e construções que datam dos séculos 17 e 18, como a igreja de São Lourenço (1610), Fortaleza de São Lourenço (1711), Capela de Nossa Senhora da Piedade (1622) e Fonte da Bica (1842).

Já Vera Cruz abriga as melhores praias - protegidas pelas barreiras de corais, têm águas calmas e com poucas ondas.

As mais procuradas são Barra Grande, em frente à vila e boa infra-estrutura; Aratuba, que ganha piscinas naturais na maré baixa; Ponta de Areia, com barracas; e Tairu, contornada por coqueiral e recifes. Na praia da Penha, o sossego é garantido -  os frequentadores costumam ser os proprietários das luxuosas casas e  só aparecem no verão.  Além da bonita vista de Salvador, Penha oferece quiosques rústicos que capricham nas receitas à base de caranguejo.

Da praia de Cacha-Pregos partem os barcos que conduzem à região conhecida como Pantanal Baiano. Considerado um dos mais interessantes passeios de Itaparica, o tour percorre manguezais e fontes de água doce, com direito a parada na Ilha de Matarandiba, com coqueiros e areias brancas. Para quem curte uma boa festa, vale visitar a região no começinho de fevereiro, quando acontecem as comemorações pelo Dia de Iemanjá. Na programação, procissão marítima e muito axé!


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Porto de Galinhas (PE)


Porto de Galinhas (PE)

O nome curioso - Porto de Galinhas -, reza a lenda, veio após a abolição da escravatura, quando negros africanos continuavam sendo escravizados clandestinamente. Desviados de Recife, onde havia fiscalização, os negros desembarcavam em uma praia nos arredores, escondidos em engradados de galinhas-d'angola. Os contrabandistas exclamavam: “Tem galinha nova no porto!”. Esta era a senha utilizada e que deu origem ao nome da vila de pescadores. O que os escravos e os contrabandistas não imaginavam era que, um século depois, o paradisíaco cenário de águas verdes, céu turquesa e areias brancas se transformaria em um dos mais badalados balneários do litoral pernambucano, com praias para todos os gostos.

Localizada no município de Ipojuca, a 70 quilômetros de Recife, Porto de Galinhas é emoldurada por piscinas naturais com águas mornas e transparentes repletas de peixes coloridos e jangadas deslizando de um lado para o outro na maré baixa. Mas tem também praias com ondas fortes, perfeitas para a prática de surf - não é à toa que a praia de Maracaípe é um dos cenários do Campeonato Mundial de Surf, sediando as etapas do mês de outubro. Os esportes náuticos, aliás, vêm ganhando cada vez mais adeptos na região, transformando a praia de Muro Alto em point dos apaixonados por esqui aquático, wakeboard e jet-ski

Apesar das ruas estreitas e da vida correr devagar em Porto de Galinhas, a vila ferve no verão, quando recebe turistas de todas as partes do Brasil, além de estrangeiros dos quatro cantos do planeta. Todos chegam atraídos pelos aquários naturais, entretanto, surpreendem-se com a riqueza de atrativos e opções de lazer da região, como passeios de bugue, de jangada ou a cavalo, quase sempre emoldurados por coqueirais, areias brancas e um mar de nuances ora verdes, ora azuis.

No centro da vila, andar a pé é melhor maneira para conferir de perto o artesanato produzido pelos nativos. São galinhas de cerâmica – o souvenir oficial -, bordados, redes, mantas... A gastronomia também ocupa lugar de destaque, com restaurantes que oferecem pratos à base de frutos do mar e também da cozinha regional, como carne-de-sol e galinha cabidela. E Porto de Galinhas ainda tem fôlego para o agito depois que o sol se põe. Nos bares e nas boates itinerantes, montadas na região nos meses de verão, a música rola solta até altas horas. Todos os estilos têm vez e, do forró ao eletrônico, a ordem é não deixar ninguém parado.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Istambul, Turquia


Istambul, Turquia
Fonte por mim desconhecida

Surpreendente cidade que separa a Europa da Ásia, Istambul tem uma arquitetura que ilustra a mistura cultural da cidade, com a bela Mesquita Azul a poucos passos da não menos bela basílica de Santa Sofia. Cada vez mais são os turistas do mundo inteiro que conferem o valor de Istambul, com sua gastronomia, sua história, mas também sua intensa vida noturna

Istambul (em turco: İstanbul), a antiga Bizâncio e Constantinopla (nome ainda usado em várias línguas, como no grego Κωνσταντινούπολις, Konstantinúpolis), é a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo, rivalizando com Londres como a mais populosa da Europa, com 13 120 596 de habitantes na sua área metropolitana (2010). A grande maioria da população é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma ínfima minoria de cristãos e judeus.

É a capital da área metropolitana (büyükşehir) e da província de Istambul, a qual faz parte da região de Mármara. No passado foi a capital administrativa da Província de Istambul, na chamada Rumélia ou Trácia Oriental. Foi denominada Bizâncio até 330 d.C., e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930.

Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido como califa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão. Atualmente, embora a capital do país seja Ancara, Istambul continua a ser o principal polo industrial, comercial, cultural e universitário (aí estão sediadas mais de uma dezena de universidades) do país. É a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, sede da Igreja Ortodoxa.

A cidade ocupa ambas as margens do Estreito do Bósforo e do norte do Mar de Mármara, os quais separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa dois continentes. A parte central da parte européia é por sua vez dividida pelo estuário do Corno de Ouro. É usual dizer-se que a cidade tem dois ou três centros, conforme se considere ou não que na parte asiática também existe um centro. No lado europeu há duas zonas com mais destaque em termos de movimento de pessoas e patrimônio cultural: o mais antigo, onde se situava o núcleo da antiga Bizâncio e Constantinopla, correspondente ao atual distrito de Fatih, fica a sul do Corno de Ouro, enquanto que Beyoğlu, a antiga Pera e onde se situava o bairro europeu medieval de Gálata, fica a norte. O centro da parte asiática tem contornos menos precisos, e ocupa parte dos distritos de Üsküdar e Kadıköy.

Algumas zonas históricas da parte européia de Istambul foram declaradas Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1985. Em 2010, a cidade foi a Capital Européia da Cultura e é candidata à organização dos Jogos Olímpicos de 2020. Devido à sua dimensão e importância, Istambul é considerada uma megacidade e uma cidade global.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Angkor, Camboja


Angkor, Camboja
Pesquisa em fontes diversas

Angkor Wat (ou Angkor Vat) é um templo situado 5,5 km a norte da atual Siem Reap, na província homônima do Camboja. É o maior e mais bem preservado templo dos que integram o assentamento de Angkor. É também o único que restou com importante significado religioso - inicialmente hindu, e depois Budista - desde a sua fundação. O templo é o ponto máximo do estilo clássico da arquitetura Khmer. É considerado como a maior estrutura religiosa alguma vez construída, e um dos tesouros arqueológicos mais importantes do mundo.

Angkor Wat faz parte do complexo de templos construídos na zona de Angkor, a antiga capital do Império khmer durante a sua época de esplendor, entre os séculos IX e XV. Angkor abrange uma extensão em torno dos 200 km², embora recentes pesquisas estimem uma extensão de 3 000 km² e uma população de até meio milhão de habitantes, o que o tornaria no maior assentamento pré-industrial da humanidade.

Foi construído pelo rei Suryavarman II, no começo do século XII, como o seu templo central e capital do Estado. Desde a sua construção, e até o translado da sede real ao próximo Bayon, em finais do mesmo século, Angkor Wat foi o centro político e religioso do império. O recinto —entre cujos muros se calculou que viviam 20 000 pessoas—, cumpria as funções de templo principal e, além disso, albergava o palácio real.

Dedicado inicialmente ao deus Vixnu, arquitetonicamente o templo combina a tipologia hinduísta do templo-monte —representando o Monte Meru, morada dos deuses— com a tipologia de galerias própria de períodos posteriores. O templo consta de três recintos retangulares concêntricos de altura crescente, rodeados por um lago perimetral de 3,6 km de comprimento e de uma largura de 200 m. No recinto interior erguem-se cinco torres em forma de loto, atingindo a torre central uma altura de 42 m sobre o santuário, e 65 m sobre o nível do solo.

Tornou-se símbolo do Camboja, aparecendo em sua bandeira e sendo sua principal atração turística. A 14 de dezembro de 1992 foi declarado pela UNESCO Patrimônio da Humanidade.

A palavra Angkor vêm do cambojano Nokor, e pela sua vez da voz sânscrito  Nagara que significa "capital", enquanto a palavra Wat é de origem khmer e traduz-se como "templo". O nome de Angkor Wat é em todo caso posterior à sua criação, pois originalmente recebeu o nome de Preah Pisnulok; nome póstumo do seu fundador Suryavarman

Visitar Angkor, no Camboja é garantia de uma lembrança inesquecível. Em meio a uma intensa natureza e vegetação que dominaram a antiga capital do Império Khmer, ruínas, estátuas e templos deixam qualquer visitante maravilhado.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Rio do Fogo_RN


Rio do Fogo (RN)

Rio do Fogo está entre as praias menos exploradas do litoral Norte potiguar. O que não significa que a cidade não tenha atrativos. São lagoas, parrachos, mata preservada, falésias, dunas e tranquilidade de sobra.

Praias do Zumbi e da Pitinga são points de mergulho, vela e canoagem. O clima de vila de pescadores ainda persiste, apesar de o município já somar cerca de dez mil habitantes.

Um dos mais belos cenários é a Barra de Punaú, ponto de encontro do rio com mar e perfeito para apreciar o pôr do sol. As águas escuras do riacho dividem as praias de Zumbi - selvagem e colorida por conta dos barquinhos de pesca - e de Pititinga.

Protegidas e com piscinas naturais, ambas são procuradas para a prática de mergulho, vela e canoagem. Já na praia que dá nome à cidade, o destaque é a lagoa do Fogo.

O passeio completo pela região deve incluir caminhadas rumo às aldeias de pescadores. Nas vilas, observa-se a riqueza do artesanato local, com delicadas peças em renda labirinto.

Aproveite para saborear os frutos do mar fresquinhos, acompanhados por comida caseira.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Costa do Sauípe_BA


Costa do Sauípe
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O primeiro complexo de resorts do Brasil fica a pouco mais de cem quilômetros de Salvador. Na Costa do Sauípe estão cinco hotéis gigantescos, com estrutura de primeira e praia deserta em frente. Cada um tem seus restaurantes e suas piscinas e, juntos, dividem uma estrutura de lazer com spa, centros náutico, de golfe, equestre e de tênis.

Outro atrativo é o Sauípe Eco Parque, uma reserva de 66 hectares de Mata Atlântica com trilhas para a prática de atividades como caminhada, cavalgada e ciclismo em meio a trilhas. Há ainda lagoas para passeios de caiaque  bosques de sucupira, açaí, mangueiras, caju, pupunha e ipês.

No centro do empreendimento fica a Vila Nova da Praia, um centrinho comercial com fachadas inspiradas na arquitetura colonial baiana. Por lá, estão bares, cafés, restaurantes, lojinhas de artesanato e pousadas. Todas as noites, a praça da vila vira palco para apresentações e shows.

Quem não está hospedado no complexo pode passar o dia na vila e na praia salpicada de coqueiros, rochas na areia e ondas para surf - mas é preciso pagar uma taxa de permanência. Já para curtir as atividades dos resorts, paga-se à parte. No Centro Náutico há surf, caiaque, vela, pedalinho, water bike, tirolesa, passeio de barco e pesca.

No Tennis Center dá para jogar tênis, paddle, squash, basquete, vôlei e futebol de salão. Aulas de equitação, cavalgadas nas dunas, na praia ou na mata, passeios de pônei ou charrete e ordenha de vacas podem ser feitos no Centro Equestre.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Amazônia



Amazônia
(texto de autoria por mim desconhecida)

A Amazônia (português brasileiro) ou Amazónia (português europeu) (também chamada de Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica) é uma floresta lati foliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange sete milhões de quilômetros quadrados, dos quais cinco milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta, seguido pelo Peru com 13% e com pequenas quantidades na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações têm o nome de Amazonas por isso. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a mais biodiversa de floresta tropical do mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966. É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país. Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.

A Floresta Amazônica foi pré-selecionada em 2008 como candidata a uma das Novas 7 Maravilhas da Natureza pela Fundação Sete maravilhas do mundo moderno. Em fevereiro de 2009, a Amazônia foi classificada em primeiro lugar no Grupo E, a categoria para as florestas, parques nacionais e reservas naturais.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Alpes, França a Itália e Suíça


Alpes, França a Itália e Suíça
(texto de outros)

Os Alpes são um dos grandes sistemas de cordilheiras da Europa, estendendo-se da Áustria e Eslovênia, a leste, através do norte da Itália, Suíça (Alpes suíços), Liechtenstein e sul da Alemanha, até ao sudeste da França e Mónaco, a oeste. A palavra "Alpes" vem do latim Alpes, que por sua vez pode estar relacionado com os termos latinos albus ("branco") ou altus ("alto") ou, mais provavelmente, com alguma palavra celta ou lígure.

O ponto culminante dos Alpes é o Monte Branco, com 4810,45 m de altitude, situado na fronteira franco-italiana ou muito perto dela, uma vez que a delimitação fronteiriça no maciço nunca foi consensual

Espalhados na fronteira entre a França a Itália e a Suíça, os Alpes são o melhor destino montanhoso da Europa, com reputadas estações de esqui e muitos quilômetros para aventureiros que desejam fazer trilhas ou escalada em meio a paisagens impressionantes.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Londrina_PR


Londrina (PR)

A segunda maior cidade do Paraná se destaca pelos bons serviços, áreas verdes, universidades e trânsito organizado. De olho no turismo, vem ganhando hotéis novinhos de grandes redes que lotam durante o Festival Internacional de Londrina. O evento de teatro acontece em junho e é considerado um dos mais importantes do gênero no país, reunindo mais de cem mil pessoas entre espectadores e artistas nacionais e estrangeiros. Os espetáculos são realizados em diferentes pontos da cidade, incluindo praças, parques, penitenciárias e favelas.

A natureza privilegiada também chama a atenção em Londrina, fazendo da cachoeira Salto do Apucaraninha um dos cartões-postais da cidade. Um mirante panorâmico descortina a beleza do salto, de 118 metros de altura. A queda fica a 80 quilômetros do Centro, sendo 20 quilômetros em estrada de terra.

Já o Parque Estadual da Mata dos Godoy, concorrida área de lazer, é um verdadeiro abrigo para espécies da flora ameaçadas de extinção, como a peroba, o cedro e o pau-marfim. Também frequentam a área inúmeras aves e animais, avistados através das trilhas que se espalham pelos 800 hectares da reserva.

O ponto de encontro - e de referência urbana - dos londrinenses é o lago Igapó. Perfeita para a prática de atividades náuticas, a área oferece também ciclovia, pista de Cooper, jardins projetados por Burle Marx, chafariz, cascata e teatro.  Vale visitar o Museu Histórico Padre Carlos Weiss, que ocupa o belo prédio da antiga Estação Ferroviária de Londrina. De arquitetura inglesa, o espaço guarda a memória dos tempos áureos da cafeicultura na região - até os anos 70, o produto era a base da economia da cidade.

Ainda hoje, porém, o cheirinho de café ainda está no ar. Nas redondezas estão três grandes fábricas: Cacique, Itamaraty e Café Iguaçu. Para conhecer um pouco mais sobre essa parte da história, foi criada a Rota do Café, um roteiro que percorre fazendas históricas, restaurantes rurais e museus. A área rural, aliás, merece atenção. Por lá estão a Vinícola Casa Müller, um pequeno sítio que produz vinhos coloniais artesanais; e o restaurante Strassberg, famoso pelas tortas e receitas alemãs, como marreco, kassler e eisben.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Chapada Diamantina_BA


Chapada Diamantina
www.feriasbrasil.com.br

Nem só de praia é formada a paisagem da Bahia. No coração do estado está um dos mais belos cenários do país, salpicado de cachoeiras, grutas, cânions e vales. Cobiçado pelos amantes do trekking, o Parque Nacional da Chapada Diamantina tem atrações que extrapolam seus limites e se espalham por cidadezinhas que tiveram seu apogeu no final do século 19, quando a região era famosa somente pelas jazidas de diamantes. 

Uma das principais cidades da Chapada é Lençóis, com suas ruas de paralelepípedos e casario colonial que abriga pousadas, restaurantes e agências que oferecem atividades pelo parque e arredores. São muitas as opções de passeios - feitos sempre caminhando.
  
Imperdíveis são os que levam aos cartões-postais: morro do Pai Inácio, com 1.200 metros de altitude, vista panorâmica e ponto de contemplação de um belíssimo pôr do sol; e cachoeira da Fumaça, a maior do país, com 380 metros de queda.

Como as atrações ficam distantes umas das outras, vale a pena pernoitar em outras cidades e povoados, como Mucugê, Andaraí e Vale do Capão, que oferecem charmosas pousadinhas, mesa farta e típica e muita hospitalidade, além de guardarem e contarem histórias do Ciclo dos Diamantes.

As casas dos nativos também se tornam abrigos na Chapada - são nelas que os aventureiros que encaram os cinco dias de caminhada pelo Vale do Paty fazem pernoites, com direito a comida caseira, luz de lampião e muita prosa. A travessia tem 70 quilômetros e surpreende os trekkers do início ao fim. Por todo o percurso surgem recompensas naturais, como platôs, quedas d'água, rios, vales, poços, grutas... não é à toa que a travessia é considerada a mais bonita do Brasil.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Caucaia-Cumbuco (CE)


Caucaia-Cumbuco (CE)

Um dos principais cartões-postais do Ceará, a praia de Cumbuco pertence à cidade de Caucaia, a apenas 17 quilômetros da capital. Point dos fortalezenses nos finais de semana, a praia é local de embarque para tranquilos passeios de jangada e também de emocionantes tours de bugue em meio às dunas branquinhas que contornam a região.

O passeio motorizado inclui visitas às belas lagoas de Cauípe e Parnamirim - onde a criançada faz a festa descendo os montes de areia em pranchas de madeira até cair na água. Na Lagoa do Banana, a mais concorrida da área, adeptos do windsurf, caiaque e jet-ski batem ponto o ano inteiro, assim como as lanchas que oferecem passeios de banana-boat. 

Os ventos constantes em Cumbuco atraem a turma do kitesurf e fazem da praia um dos cenários preferidos para sediar etapas de campeonatos nacionais e internacionais.

E por falar em esportes radicais, os surfistas também encontram um belo pico na região. A praia de Icaraí oferece excelentes ondas e frequentemente reúne os maiores nomes do surf mundial nos campeonatos ali realizados.

Entre uma manobra e outra, a garotada aproveita para degustar as delícias regionais - peixes e caranguejos - servidas com fartura nas barracas à beira-mar.



terça-feira, 14 de maio de 2013

Mossoró_RN


Mossoró 

Segunda maior cidade do estado, Mossoró é famosa pelas salinas - verdadeiras pirâmides de sal - e pela festa junina, que chega a durar um mês inteirinho! O caprichado arraiá é montada na Estação das Artes, uma antiga estação ferroviária que foi reformada e hoje funciona como espaço cultural. Nos palcos, os shows de grandes nomes do forró dividem a atenção com as apresentações das quadrilhas e, em especial, com a encenação do dia em que Lampião e seu bando foram expulsos da cidade. O fato aconteceu em 1927 e ainda é motivo de orgulho para os moradores. Para conhecer um pouco mais sobre o movimento, visite o Museu Lauro da Escóssia, também conhecido como Museu do Cangaço.

A maior atração da região fica a 75 quilômetros do Centro. Trata-se do Lajedo de Soledade, um parque arqueológico escondido em Apondi. O conjunto de rochas calcárias preservou por milhares de anos uma infinidade de fósseis de animais da era glacial e inscrições rupestres.

A aventura começa no Museu da Soledade, no distrito de mesmo nome, onde há fotos, painéis explicativos e fósseis. De lá saem visitas guiadas ao Lajedo. O tour dura entre uma e duas horas e circula por três áreas: Araras, com a maior concentração de pinturas; Urubu, onde estão pequenas cavernas de rochas escuras; e Olho-d'Água, com piscina natural no período chuvoso e fósseis - principalmente de preguiças-gigantes.

Agende o programa pré-histórico para o período da manhã, quando a temperatura costuma ficar em torno dos 27 graus - à tarde, chega fácil aos 45. Na volta, faça um passeio de barco pela lagoa de Apondi, aprecie o monte Cabugi - um vulcão adormecido -, e faça paradas nas biroscas para saborear frutas e doces caseiros.

Para curtir o litoral, a pedida é seguir para o povoado de Areia Branca, a pouco mais de 50 quilômetros de Mossoró, quase na divisa com o Ceará. A paisagem reúne caatinga, dunas de areia e sal, falésias e mar. Na praia da Ponta do Mel o cenário ganha ainda um rústico farol e um vilarejo totalmente esquecido no tempo; enquanto na praia do Rosado as dunas mudam de cor ao longo do dia.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Natal_RN



Natal (RN)

Os 400 quilômetros de costa de Natal e arredores, emoldurados por dunas, recifes, falésias e piscinas naturais, fazem da capital do Rio Grande do Norte um dos destinos mais procurados do país. Junte-se a tudo isso passeios de bugue, rústicas vilas de pescadores, natureza preservada, noite agitada e sol quase todos os dias do ano. Resumo: férias perfeitas!

Natal foi fundada pelos portugueses no século 16, com a construção do Forte dos Reis Magos. A fortaleza, com formato semelhante ao de uma estrela de cinco pontas, é um dos principais cartões-postais da cidade. Além de guardar canhões e muitas histórias, descortina uma bela vista das praias urbanas da capital potiguar.

A mais procurada é Ponta Negra, concorrida durante o dia em função de seus quiosques; e badalada quando o sol se põe por reunir alguns dos melhores bares e restaurantes locais. Em muitos deles, o cardápio é repleto de delícias típicas da culinária regional à base de frutos do mar, carne-de-sol, feijão verde, arroz-de-leite...

O dia começa cedo em Natal. A primeira providência é alugar um carro - de preferência um bugue, o meio de transporte oficial para circular pela capital e arredores. Seguindo para o litoral Norte, os destaques são as dunas de Genipabu e as lagoas de Jacumã e Pitangui, onde são praticados o esquibunda e o aerobunda. Ao Sul, as tranquilas praias da região levam à vila de Pipa, a 90 quilômetros.

Quando o assunto é compras, os mercados de artesanato espalhados por Natal oferecem peças em madeira, tecido e vidro. No Centro de Turismo, um casarão onde funcionou a cadeia pública, os destaques são os delicados bordados em renda de labirinto e os coloridos trabalhos em cerâmica.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Petrolina_PE



Petrolina (PE)

Quem diria que o Nordeste do país seria capaz de produzir vinhos tão bons quanto os do Sul? Pois Petrolina, um oásis em pleno sertão por conta da proximidade com o Rio São Francisco, está ganhando fama por conta da produção e exportação da refinada bebida. Quem ganha são os turistas, que incluem um exótico roteiro na programação: visita às vinícolas com direito a caminhadas entre os parreirais, acompanhamento do processo de fabricação e degustações. Também é possível conhecer as fazendas de frutas tropicais, que proliferam pela região.

Mas nem só os vinhos convidam a conhecer a cidade. As receitas à base de carne de bode são tão badaladas que Petrolina ganhou um complexo de restaurantes especializados na iguaria, o Bodódromo. O caprino, porém, não reina absoluto nos cardápios, que oferecem peixes, carnes de sol e de carneiro, uma das mais solicitadas.

Também as carrancas - caras assustadoras colocadas na frente das embarcações - são típicas da cidade.  Entre os trabalhos mais expressivos estão os da artesã Ana das Carrancas, falecida em 2008. Na releitura feita por ela, as imagens feitas de barro ganharam traços humanos e olhos vazados, em homenagem ao marido, cego de nascença. Depois da morte de Ana, as filhas passaram a tomar conta da casa onde o trabalho é exposto e comercializado. Já na Oficina de Mestre Quincas (outro artista também já falecido), artesãos esculpem carrancas na madeira. Também há animais, santos e personagens do sertão.

Petrolina não tem praia, mas as águas do Velho Chico garantem o lazer. Na "orla", a diversão é garantida por conta dos restaurantes, bares, sorveterias, pista de Cooper... Já na Ilha do Rodeadouro, nativos e turistas se encontram para praticar esportes nas areia claras e finas, passear de barco e curtir os bares e restaurantes que capricham nas receitas à base dos pescados do rio São Francisco, como o peixe assado na folha de bananeira. A ilha é acessível por barco e o transporte funciona 24 horas.

Para entrar no clima da região, vale visitar o Museu do Sertão. São quatro galerias tomadas por móveis, armas de cangaceiros, documentos, fotos e objetos que contam a história de Petrolina e arredores. Também merece uma visita a Catedral do Sagrado Coração de Jesus - em estilo neogótico, reúne 57 belos vitrais franceses. Inclua no roteiro um passeio pela rua Barbosa Lima, também chamada de Petrolina Antiga, repleta de construções do século 20. Para encerrar o tour cultural, uma vez em Pernambuco, gaste as energias em um autêntico forró!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Beberibe_CE


Beberibe

O artesanato de areia colorida e as falésias de diversas tonalidades que acompanham boa parte da orla fazem a fama de Beberibe. O cartão-postal é Morro Branco, a praia mais movimentada, a quatro quilômetros do centrinho e contornada também por dunas e recifes.

Morro Branco é ainda um dos cenários mais concorridos para os passeios de bugue. O tour inclui paradas próximas às fendas do Labirinto das Falésias, formado pela erosão e pelas areias de vários tons. Também é na praia - em especial na pracinha da vila - que os visitantes encontram as tradicionais garrafinhas decoradas com grãos de areia colorida.

De bugue chega-se à bonita praia das Fontes, com bicas de água doce, grutas, dunas, falésias e águas calmas que atraem as famílias. Para quem está com os pequenos vale incluir no roteiro a Lagoa do Uruaú, contornada por barracas com mesinhas quase dentro d'água e passeios de lancha, jet ski e caiaque.

Mais afastadas estão as praias do Diogo, pouco movimentada e acompanhada por dunas e bicas de água doce; Barra do Sacutinga, com vila de pescadores, falésias e quiosques; Ariós, acessível por bugue; Prainha do Canto Verde, bastante tranqüila; do Paraíso, deserta e salpicada de lagoas; e Parajuru, com barracas e riachos temporários.

terça-feira, 12 de março de 2013

Jericoacoara_CE



Jericoacoara

Jericoacoara está entre as dez praias mais bonitas do planeta e, apesar de sua fama correr o mundo, o ritmo de vida na antiga vila de pescadores continua o mesmo, assim como as ruas de areia e sem iluminação pública. E como o destino paradisíaco, a apenas 300 quilômetros de Fortaleza, se mantém intocado?

Graças a dois fatores: o primeiro é o acesso precário - só se chega à Jeri em veículos com tração nas quatro rodas, depois de muito sacolejo. O segundo é a transformação da região em Área de Proteção Ambiental, o que aconteceu em 1984, e posteriormente em Parque Nacional, em 2002, preservando uma área de cerca de 200 quilômetros quadrados repleta de dunas douradas, mangues e lagoas de águas transparentes.

Redes e espreguiçadeiras contornam as águas cristalinas da Lagoa Azul

As lagoas, aliás, são as melhores "praias" de Jeri. A principal é Jijoca, dividida em duas partes: Lagoa Azul, rústica e com barracas simples; e Lagoa do Paraíso, com pousadas confortáveis e restaurantes que oferecem redes e espreguiçadeiras.

Por todo o espelho d´água, os bons ventos da região - considerada uma das melhores do país para a prática de esportes náuticos - conduzem jangadas e pranchas de kitesurf, que dividem o espaço em perfeita harmonia. Aproveite o passeio de bugue ou de jardineira pra chegar até lá.

Já a praia do centro de Jericoacoara, frequentada pelos windsurfistas em especial, tem como destaque a duna do Pôr do Sol. Todos os dias, no final da tarde, nativos e turistas sobem o morro de 30 metros de areia para apreciar o espetáculo do sol mergulhando no mar. Depois, a vila vira festa.

Com restaurantes transados, bares animados e forrós pé-de-serra, oferece programas para todos os gostos. Nas noites de lua cheia, porém, o programa preferido é simplesmente apreciar o céu, sempre repleto de estrelas.