terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Recife_PE


RECIFE – PE
Fonte: http://www.brasilturismo.com

Atrações Turísticas
Bairro do Recife
Zona portuária limitada pelo Rio Capibaribe e Oceano Atlântico. O atual bairro do Recife surgiu em decorrência do seu porto. Foram os holandeses que em 1631, decidiram que a sede da administração da Capitania seria no bairro do Recife. Fortificações foram sendo construídas, além de aterros para ampliação dessa área econômica e socialmente valorizada.

Com a saída dos holandeses, o Recife continuou a crescer, e com isso a especulação imobiliária. A Rua do Bom Jesus, prospera, ergue-se a Igreja do Pilar, a Igreja e o Convento da Madre de Deus. No século XVII, as funções portuárias aumentam e construem-se armazéns. Intensifica-se o comércio na Marquês de Olinda, Rua do Apolo com seu teatro, a Rua da Guia, a Estação Inicial da Estrada de Ferro do Recife ao Limoeiro chamada Estação do Brum, e o Forte do Brum. Esse importante bairro, marco inicial da história da cidade, contém diversas fases de evolução urbana recifense, apesar das inúmeras mutilações sofridas, mas ainda guarda monumentos e conjuntos de inestimável valor arquitetônico. O bairro passa por um grande processo de restauração estando nele localizado bares, casas noturnas e restaurantes de qualidade, sendo muito bem freqüentados pela população, tornando-se um polo de animação noturno.

Bairros de Santo Antônio e São José
O início da ocupação dos bairros de São José e Santo Antônio deu-se no começo do século XVII, quando os franciscanos começaram a levantar o Convento de Santo Antônio (1606). Como a ligação com o Bairro do Recife se fazia por pequenas embarcações, o desenvolvimento urbano foi lento. Com a ocupação holandesa, o bairro desenvolveu-se. A partir do século XVIII foram sendo feitos vários melhoramentos, sendo deste tempo o casario. Na década de 40, com o processo de urbanização, resultou na demolição de algumas igrejas e ruas, mas a área apresenta um acervo considerável de edificações antigas do século XVIII, XIX e do início do século XX, constituindo vários conjuntos, onde se observa, em grande parte, o traçado primitivo da trama urbana. Essa trama do sistema viário é caracterizada pelas ruas estreitas, becos e vielas tortuosas que se abrem, de vez em quando, em pátios. O bairro de Santo Antônio pouco possui do seu traçado primitivo, conserva alguns conjuntos homogêneos de edificações e vários monumentos isolados. Nesses dois bairros, estão localizados vinte e quatro edifícios de grande valor histórico/cultural, dos quais dezesseis são construções religiosas, quatro são exemplares da arquitetura civil, três são exemplares da arquitetura oficial e um da arquitetura militar.

Casario de Apipucos
As terras de Apipucos, que originalmente faziam parte do Engenho Monteiro, já estavam povoadas na segunda metade do século XVI. Conserva ainda sua igreja de Nossa Senhora das Dores, reconstruída e aumentada em 1887. As construções são oitocentistas, porque se pode ver através das casas altas, calçadas excessivamente fortes, sobre alicerces de pedras profundamente enterradas. O conjunto arquitetônico do sec. XIX tem ainda suas características originais preservadas. O casario vem da época em que Apipucos era procurado por famílias aristocratas do Recife para passar as festas e tomar banhos de rio. Destaque para o nº 2665, da rua Apipucos, antiga residência do ex-governador Cid Sampaio, um belo casarão. Imponente é residência nº117 denominada de "Mansão Martins Mesel". Na mesma rua a casa nº 320 é o famoso "Solar dos Apipucos", do sec. XIX, no centro de um parque arborizado que era a residência do sociólogo, antropólogo, escritor e jornalista, Gilberto Freire, autor do livro "Casa Grande e Senzala". Possui portão e escada imponente e sombreada. A casa tem à frente estatuetas e ao lado lampiões, banco e painel de azulejos. O nº 92 é o Instituto de Documentação, pertencente a Fundação Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, localizado justamente na "Vila Anunciada", casa que pertenceu a Delmiro Gouveia, comerciante e industrial de idéias avançadas. O casario situa-se próximo ao açude de Apipucos e da Várzea do Capibaribe, em meio as praças do Monteiro e Apipucos. As casas são utilizadas como residências, Instituto e Fundação.

Poço da Panela
O bairro do Poço da Panela é um bairro tradicional e pitoresco. Amplos casarões, casas e sobrados do século XIX, época em que era um dos melhores locais de veraneio da população do Recife, devido à proximidade do rio Capibaribe. Local onde ocorriam também entusiásticas festas cívicas e religiosas, junto à Igreja Barroca de Nossa Senhora da Saúde, com uma só torre. Ao lado da Igreja um monumento chama a atenção, é o monumento a José Mariano, um grande abolicionista pernambucano, casado com dona Olegarinha que juntos ajudavam na fuga de escravos. Ele localiza-se em frente a casa nº 626 pertencente a Dona Olegarinha, a "Mãe dos Pobres". A estátua, em tamanho natural, representa um ex-escravo com grilhões rompidos e flores para o bravo lutador. Outra casa que chama atenção é a de nº 418 na Av. Real do Poço, onde reside Ariano Suassuna. O conjunto encontra-se bem conservado tendo em seu entorno árvores frondosas.

Rua da Aurora
Todo o trecho entre a rua da Aurora e a rua do Hospício era coberto de grandes mangues. Hoje, à margem esquerda do Rio Capibaribe, na rua da Aurora, localizam-se exemplares da arquitetura do séc. XIX, tendo suas primeiras casas surgido em 1807, junto ao aterro da Boa Vista, que hoje é a rua da Imperatriz. São edificações de dois a três pavimentos utilizados por instituições públicas e privadas, configurando um belo exemplo de conjunto de sobrados. Essas edificações são um testemunho de um estado sócio/cultural refletido na arquitetura. Destacam-se como exemplares de edifícios isolados o Ginásio Pernambucano, em estilo toscano, inaugurado em 1866 e a Assembléia Legislativa, com suas pilastras dórico-romanas, inaugurada em 1876. Sempre margeando o Capibaribe pode-se observar o casarão onde residiu o Conde da Boa Vista e que hoje funciona como a Secretaria de Segurança Pública.

Boa Viagem
Tem como principal atrativo a sua atraente e urbanizada orla, onde edifícios elegantes contracenam com um mar de águas mornas e tranqüilas, coqueiros, palhoças de coco verde e áreas de lazer. Apresenta a maior concentração de hotéis, restaurantes e bares do Recife, além de muitos outros equipamentos e serviços para melhor atender aos visitantes, a exemplo de agências de viagens, posto de informação turística, lojas de artesanato e shopping centers.

Galo da Madrugada
O Galo da Madrugada é um bloco carnavalesco que sai todo sábado de carnaval do bairro de São José, um dos bairros do centro da cidade do Recife.

Fundado oficialmente em 23 de janeiro de 1978, é considerado pelo Guinness Book - o livro dos recordes - o maior bloco de carnaval do mundo. Em 2006 o número de foliões que seguiu o bloco pelas ruas do centro de Recife foi maior que um milhão e meio de pessoas

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Feliz Natal e um ótimo Ano Novo

Desejo a todos os meus visitantes e seguidores, um Natal maravilhoso e um Ano Novo repleto de realizações, saúde, felicidade e muito agradeço por todas as visitas recebidas no meu blog.
Em 2012 estaremos aqui novamente, continuando a mostrar a beleza de nossoa terra. Muito obrigada de coração.

I wish all my visitors and followers, a wonderful Christmas and a New Year full of achievements, health, happiness, and I am very grateful for all the requests I receive on my blog.
In 2012 we will be here again, continuing to show the beauty of Avaaz land. Thank you from the heart.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Olinda_PE


OLINDA – PE
Atrações Turísticas

Olinda recebe diariamente centenas de visitantes que sobem e descem as suas ladeiras e percorrem as ruas estreitas, conhecendo a sua arquitectura. Património Cultural da Humanidade, reconhecida pela UNESCO desde 1982, o seu original traçado urbano e casario formam um importante conjunto arquitectónico e são o cenário dum dos carnavais mais animados do País.

Olinda é também sede do mais democrático e festejado carnaval de rua do Brasil: blocos de frevo, maracatus, samba, afoxé e até música pop e contemporânea movem milhares de fantasiados pelas ladeiras da velha Marim dos Caetés.

Os mercados são uns ricos encontros de culturas e pessoas diferentes em Olinda, aqui turistas encontrarão ótimos produtos, artesanatos, comidas etc. todos com excelente qualidade e preços populares.

Olinda, tão bela que está em versos de vários poetas brasileiros, mas essa cidade não é apenas bela e com excelentes carnavais cheio de folia. Olinda quer mostrar aos seus visitantes toda cultura que a envolve, seja pela sua história, folclore e pelos seus habitantes que tornam essa cidade tão cheia de riquezas culturais e artísticas.

Em Olinda os turistas encontrarão Museus, Igrejas, Teatros, Monumentos e centenas de entalhadores, ceramistas, pintores, escultores e bonequeiros, que se instalaram nas ruas e ladeiras da Cidade Alta e seu entorno em busca da clara harmonia entre a natureza e a obra em pedra e cal, que tanto caracteriza a cidade.

Em Olinda, o carnaval começa uma semana antes da data oficial. O povo desce e sobe as ladeiras num entusiasmo contagiante, atrás dos tradicionais bonecos gigantes. A irreverência, a criatividade e a alegria fizeram do carnaval de Olinda um dos mais famosos e democráticos do mundo. Basta sair à rua e deixar-se embalar pelo ritmo do frevo.

Praias:
São apenas 11,26 quilômetros de litoral, distribuídos em sete praias, algumas das quais inacessíveis para banho de mar em virtude da topografia das áreas, mas extremamente convidativas ao lazer contemplativo.

Fonte: http://www.brasilturismo.com

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Santo Antônio do Pinhal_SP



SANTO ANTÔNIO DO PINHAL – SP

PONTOS TURÍSTICOS


Estação Eugênio Lefévre
Inaugurada em 1919, a Estação Eugênio Lefévre é uma verdadeira relíquia da História ferroviária do país. Conhecida também como "Estação do Bondinho", localiza-se no trevo de acesso à cidade, às margens da Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro. Atualmente pode-se realizar um pitoresco passeio de 19 km entre as Estâncias de Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão, cercado de muitas belezas e paisagens que ficam guardadas para sempre na memória dos viajantes. Durante o percurso o trem faz parada em diversos pontos turísticos, como o ponto férreo mais alto do país no Alto do Lajeado, além de outras escalas mais rápidas para fotos e filmagens.

Igreja Matriz
Tida como uma das mais belas construções arquitetônicas da região, a Igreja Matriz de Santo Antônio de Pádua, começou a ser construída em 1811, quando Santo Antônio do Pinhal ainda era apenas um pequeno vilarejo na rota dos tropeiros que cruzavam o Estado de São Paulo em direção a Minas Gerais. No entanto, mesmo com mais de cem anos se passando, a cidade conservou a pureza das tradições religiosas e populares do Brasil, celebrando todos os anos festas religiosas que animam a região, resgatando as raízes da cultura religiosa em nossa cidade. Entre elas, destacam-se as festas dedicadas ao padroeiro da cidade, em junho, e as festas de São Benedito, em abril, e “Corpus Christi”, em maio.

Igreja São Benedito
Construída no final do século XIX, a imponente construção no centro de Santo Antônio do Pinhal ostenta uma das mais belas vistas da cidade, por estar localizada num local privilegiado com direito a um mirante em suas dependências. A Igreja, construída no início do século passado, é tida como uma das mais belas obras arquitetônicas da cidade, com traços da arquitetura barroca em sua estrutura e em seu interior.

A Igreja também é palco de uma das mais tradicionais festas religiosas da cidade, a Festa de São Benedito, que acontece anualmente nos meses de Abril. Durante os dias de realização da festa, além das tradicionais festividades religiosas e populares como as procissões, as congadas de São Benedito e as apresentações culturais regionais, os visitantes também podem saborear o famoso Doce de São Benedito, que é distribuído no dia da Festa para todos os presentes.

Morro do Cruzeiro
Num dos pontos mais altos do centro da cidade, a mais de 1.300 metros de altitude, encontra-se o Mirante do Cruzeiro, numa praça de onde o visitante pode avistar com tranqüilidade todo o centro da cidade. Além da exuberante natureza do local, uma convidativa trilha ornamentada com cruzes de madeira – a Trilha das Cruzes – convida o visitante a um passeio rápido pelo local, podendo avistar diversas espécies abundantes na região, como tucanos, serelepes, maritacas e outros animais.

Praça do Artesão
Homenageando um dos emancipadores de nosso município, a praça Benedito Marcondes de Raposo – também conhecida como Praça do Artesão – é um dos principais pontos turísticos de Santo Antônio do Pinhal. Localizada bem no centro da cidade, em frente à Fonte Santo Antônio, a praça conta com completa infra-estrutura para receber shows e eventos, além de manifestações culturais que ocorrem freqüentemente no recinto. A praça, que sofreu uma revitalização no último ano, conta com espaço para exposição de barracas de artesanato, palco com camarim para apresentações culturais e shows e, como forma de homenagear o centenário da Imigração Japonesa no Brasil e celebrando o 80º aniversário da colônia nipônica em nossa cidade, também foi construído um toríi e um jardim japonês.

Cachoeira do Cassununga
Um pouco mais afastada da cidade, em meio ao ar puro e o clima agradável da montanha, em uma clareira localizada a 15 km do centro, com belas quedas e uma piscina natural que se forma na última delas, encontra-se a Cachoeira do Cassununga, às margens da SP-50 do lado esquerdo da Rodovia, no sentido Sul de Minas - Campos do Jordão. Além de sua paisagem tranqüila e da natureza exuberante que convida a um passeio por uma pequena trilha que se forma em meio a mata, o local conta com estacionamento e quiosques para confraternizações, com churrasqueira e tudo mais.

Cachoeira do Funil
A margem da SP-50, no Bairro do Rio Preto 500 metros depois da cachoeira do Ranch Feliz, em meio a Mata natural, um fenômeno um rio de águas claras e abundante desaparece na terra, reaparecendo uns 50 metros depois.

Cachoeira do Lageado
Cercada por muito verde, ar puro e a tranqüilidade do interior, a Cachoeira do Lageado está localizada no bairro de mesmo nome (Lageado), e fica a 7 km do centro da cidade com acesso em boas condições por uma estrada de terra. É a cachoeira mais visitada pelos turistas, por oferecer aos visitantes infra estrutura básica para passar bem o dia, como banheiros, áreas para churrasco e piquenique e trilhas em meio a mata. Caso o visitante goste de adrenalina, uma descida de cascading pode ser agendada previamente no local. A queda d’agua de sua cachoeira forma uma piscina natural em meios às pedras, com fundo de areia, permitindo o banho. Uma pequena taxa de manutenção (cerca de R$ 2,00) é cobrado na entrada do empreendimento, para a manutenção do local – sempre em boas condições.

Cachoeira Rancho Feliz
Seguindo pela SP-46, entrando na SP-50 no sentido de São Bento do Sapucaí, após 2 km do lado esquerdo no Bairro de Rio Preto encontra-se a entrada para a cachoeira que fica escondida numa clareira no meio da mata, conservada como foi feita pela natureza. Podendo ser desfrutada para passeios e banhos.

Pico Agudo
Encravado em meio às montanhas da Serra da Mantiqueira, o Pico Agudo é um dos locais mais radicais de Santo Antônio do Pinhal. A 9 km do centro da cidade e com 1.700 metros de altitude, é o único pico de altitude na América Latina que proporciona uma vista de 360°, avistando desde a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí até o Vale do Paraíba, onde, a olho nu, em dias claros, se avista desde São José dos Campos até a Basílica de Aparecida. É considerado um principais points para a pratica do Vôo Livre no Estado, tanto de parapente como de asa delta, pois como costumam dizer os próprios voadores que freqüentam diariamente o Pico, “o Pico Agudo é o único local onde dá vôo o ano todo”. E, se você gosta da adrenalina do esporte, saltos duplos de Parapente e Asa Delta também podem ser agendados com os instrutores da Prodelta, fábrica de equipamentos para vôo livre com uma sede na cidade.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ilhéus_BA


ILHÉUS – BA

Capital turística da Costa do Cacau, e considerada por muitos, terceiro maior ponto turístico da Bahia, Ilhéus é cheia de pontos turísticos, dentre eles, patrimônios religiosos, instituições culturais, bairros e povoados, que juntos às suas belíssimas praias formam um espetáculo.

A Baía é ótima para a prática de esportes náuticos, como windsurf, surf e canoagem. A Mata Atlântica velada, habitat de espécies raras como o mico-leão-dourado, os rios, lagoas e cachoeiras dão o tom deste paraíso ecológico, reduto vivo dos anos áureos de império dos coronéis do cacau.

PONTOS TURÍSTICOS
Lagoa Encantada
A Lagoa Encantada está envolvida por uma Área de Proteção Ambiental (ver Unidades de Conservação). Além da paisagem formada por um espelho d´água de 6,4 km²- cercado por fazendas e mata nativa, um espetáculo natural desperta a curiosidade e a imaginação: as ilhas flutuantes que se movem de uma margem à outra da lagoa, ao sabor dos ventos e da correnteza formada pelos ribeirões que a alimentam, como Lagoa Pequena e Serrapilheira. Conhecida no passado como “Lagoa de Ilhéus”, guarda as mais interessantes lendas que fazem parte do folclore ilheense, devido à presença dessas ilhas flutuantes que parecem transformar-se em seres místicos, a exemplo do “lobisomem” e da “mula sem cabeça”. O poeta Cyro de Mattos retrata a Lagoa como “encantada porque nela existe uma cidade submersa, com navios iluminados e até galos clarinetam na madrugada (...) ilhas se movem, o vento inventa uma música de harpa (...). Os moradores mais antigos dizem que a lua deita, sob sete capas, a noite encanta, quem pescar na lagoa nunca mais retorna”. Além desses mitos, a lagoa, na realidade, já abrigou peixes-boi que, foram dizimados com arpões. Delicie-se com as histórias e lendas contadas pelos moradores da região.

Próximo a Lagoa Encantada encontramos as caldeiras do rio Caldeiras e do rio Apepique, onde existem duas quedas d’água. Essas cascatas formam buracos nas rochas, em torno de até 4 metros de profundidade. Ali os visitantes podem tomar banho, e desfrutar da paisagem encantadora do local. Os adeptos do canyoning podem praticar rapel na Cachoeira do Apepique.

Engenho Santana
Navegando no rio do Engenho em chalana (embarcação de fundo chato) você pode avista-se a Av. Dois de Julho, antiga zona portuária e comercial de Ilhéus, hoje ocupada por diversos bares e restaurantes, o antigo porto, e o hidroporto, até passar por baixo da Ponte Lomanto Júnior, que liga Ilhéus ao bairro do Pontal; logo após, a enseada de Sapetinga e o canal do Fundão, construído pelos jesuítas para facilitar o acesso das canoas que traziam o cacau da Bacia do Rio Almada (antigo rio Taipe) para o porto. Nessa altura há o encontro dos rios do Engenho (ou Santana), com o rio Cachoeira e o rio Fundão (esse local é chamado de Coroa Grande). Mais acima, segue-se por manguezais em direção ao povoado do Engenho de Santana, que pertenceu à condessa de Linhares, filha de Mem de Sá, que a passou em 1563 para os jesuítas da Companhia do Colégio de Santo Antão, de Lisboa. O turista aí, conhece a Capela de Santana, na vila do Rio do Engenho, erguida, provavelmente em 1548, pelos jesuítas, em estilo neoclássico, sendo considerada uma das mais antigas capelas rurais do Brasil, e se encontra em bom estado de conservação. O engenho e a igreja de Santana pertencem ao raro acervo de sítios históricos brasileiros anteriores a 1550. Peças de antigo engenho, como o tacho de ferro, a mó-grande, e a armação de pedra onde a água saltava sobre a roda d’água ainda podem ser vistas. A chalana dá a volta para descer o rio do Engenho, até encontrar o rio Cachoeira. Na margem direita está o Horto Havaí, uma reserva particular de fauna e flora, onde os turistas são recebidos com drinques de boas vindas. Ou ainda pode-se desfrutar das corredeiras do rio do Engenho. No mês de novembro realiza-se a Festa de Nossa Senhora de Santana, no rio do Engenho.

Jardim Botânico Mata da Esperança
De bicicleta ou a pé percorrem-se as trilhas existentes, podendo-se desfrutar das belezas naturais de um jardim botânico com suas espécies vegetais e animais da Mata Atlântica e cachoeiras. O visitante pode ainda ouvir a história da represa do antigo Engenho da Esperança, do qual atualmente restam alguns vestígios. Em algum lugar deste sítio deve ter funcionado, no século XVI, o Engenho da Esperança.

Fazenda Primavera
Seu proprietário recebe os visitantes pessoalmente. Abre as portas de seu museu particular, onde guarda documentos raros, dentre eles o da doação da sesmaria a seus ancestrais portugueses e alemães. Outras relíquias com mais de cem anos se misturam a objetos utilizados pelos artistas da novela Renascer, que exibiu em muitas cenas a fazenda. Pode-se conhecer todo o ciclo do cacau, desde a plantação, a colheita e as pragas que atacam a lavoura, até o beneficiamento, aproveitamento das amêndoas e o processo de fermentação e secagem nas barcaças (natural ou artificial), a medição, o ensacamento e a retirada do mel para fazer geléia, e a polpa que é congelada para suco.

Parte das sementes é aproveitada na confecção de chocolate caseiro. A fazenda possui restaurante e apresentação de shows regionais.

Fazenda Renascer
Conhecer a Fazenda Renascer é percorrer o cenário onde foi gravada grande parte da novela Renascer, exibida há alguns anos pela Rede Globo. Além disso, pode-se desfrutar de belas cachoeiras e corredeiras. Também, se pode conhecer todo o ciclo do cacau, a plantação, a colheita e seu aproveitamento.

Fazenda Santo Antônio / Pesque Pague Eco-Água
Com opções de lazer para toda a família, o Pesque Pague Eco-Água dispõe de completa infra-estrutura para o “day use” em uma fazenda e oferece também a possibilidade de realização de eventos. Além do cacau, a fazenda possui plantações de árvores frutíferas e cana-de-açúcar, criatório de pequenos animais, cujos produtos são consumidos pelos visitantes no restaurante da própria fazenda. É possível desfrutar ainda, de quiosques para pescarias de tilápias, tambaquis, bagres e carpas. Fazer trilhas a pé ou a cavalo em meio a Mata Atlântica e entre as roças de cacau. A mais curta com 800 m para os passeios a pé ou a cavalo; e a mais longa com 2 km, só pode ser feita a pé. A fazenda possui estrutura de lazer, restaurante e bares, piscinas naturais, parque infantil, salão de jogos e quadra poliesportiva.

Distrito de Rio do Braço
Antigamente era uma das áreas mais nobres e produtivas do cacau e prosperou durante cinco décadas. Na época se desenvolveu um comércio intenso de secos e molhados, tecidos, medicamentos e outros produtos, favorecendo a formação de um núcleo populacional de mais de 500 pessoas, sem contar os moradores de outras áreas que apareciam para fazer compras. As terras pertenciam a apenas dois coronéis que detinham o poder e a força. Com a construção da estrada de ferro Ilhéus-Ubaitaba pelos ingleses em 1905, o progresso chegou ao Distrito, possibilitando o transporte de mercadorias e de muitas pessoas que saíam de Ilhéus e Itabuna para fazer compras. Era grande a população flutuante de forasteiros e negociantes turcos, sírios e libaneses que percorriam aquela região fazendo com que ocorressem novas instalações e, por conseguinte, a instalação da coletoria estadual, em 1950.

Foi cenário de parte da obra do escritor Jorge Amado, além disso, ali foram gravadas cenas da novela Renascer da Rede Globo, estando lá às bonitas construções da época, onde funcionaram o bar da Norberta e a Casa da Jacutinga. Grande parte do distrito encontra-se hoje em ruínas, mas é muito visitado pela sua história e belezas naturais como matas, rios e cachoeiras, além de uma antiga estação de trem e uma bela mansão construída por um arquiteto italiano, trazido para a Bahia.

Fábrica de Chocolate Caseiro
Conhecer a fábrica é mais uma das atrações de Ilhéus. A construção é uma imitação da arquitetura suíça, país de origem da família do proprietário. Foi a primeira fábrica de chocolate artesanal do Norte/Nordeste. É permitido observar duas etapas através de janelas, a fabricação e a embalagem do chocolate.

Centro de Recuperação do Bicho Preguiça
Para começar visitar o Centro Educativo da Natureza, na CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), onde funciona o Centro de Recuperação que está localizado dentro da Mata Atlântica, cuja finalidade é a recuperação e re-introdução do bicho-preguiça em seu habitat natural. Este mesmo espaço já foi utilizado por outro projeto de grande sucesso que foi o do Mico-leão Baiano, espécie que atualmente vive em liberdade sendo, apenas monitorada na Reserva Biológica de Una. Os animais fascinam as pessoas pela semelhança com bichinhos de pelúcia e pela sua docilidade no convívio com os humanos.

Estrada Parque Ilhéus-Itacaré
Estrada sinuosa, cravada em meio a uma Área de Proteção Ambiental (ver Unidades de Conservação), atravessa parte dos municípios de Ilhéus, Uruçuca e Itacaré, com 70 km. Primeira estrada ecológica do país, além de ser também uma das mais belas e com características singulares, é rica em remanescentes da Mata Atlântica. Ao longo da estrada pode-se observar rios, manguezais, restingas, praias semi-desertas, coqueirais e cachoeiras. Possui pequenos equipamentos, como passarelas aéreas para os macacos, e canaletas para garantir a travessia mais segura da fauna local, para caranguejos, por exemplo. Existem mirantes como o Serra Grande e Camboinha.

Casa de Cultura Jorge Amado
Coronel João Amado, pai do famoso escritor Jorge Amado, deu início à construção no começo da década de 20, o belo casarão que só foi inaugurado em 1929, com grandes salões e escadarias revestidos de mármore de Carrara. A importância desta edificação é que o célebre escritor passou ali parte de sua vida e foi onde escreveu o romance "O País do Carnaval" de 1931. Hoje, a Casa de Cultura Jorge Amado é um espaço aberto à visitação que permite a visualização da trajetória pessoal e literária do autor, através de objetos pessoais e, de exposição fotográfica permanente sobre sua trajetória literária. Fotos e objetos foram doados pela família Amado.

Praça do Cacau
Quase 100 tipos de cacaueiros de todo o mundo estão aí plantados, representando a cultura do Cacau no Brasil, na África e na Ásia. A praça reproduz, em miniatura, uma fazenda da região.

Museu Regional do Cacau
Fundado em 1982 para guardar, preservar e divulgar a memória das comunidades regionais tem como acervo documentos, fotografias, objetos e obras de artistas plásticos da região. O museu permite uma visão detalhada do desenvolvimento do ciclo do cacau e de parte da vida dos colonizadores e habitantes indígenas.

■ PRAIAS
A temperatura das águas das praias dessa região é sempre morna. Em Ilhéus, competições como o Ilhéus Open de Surf estimulam o turismo, pois as ondas quebram em fundo de pedra e areia, permitindo várias manobras e intenso contato com a natureza.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Itacaré_BA



ITACARÉ – BA

Atrações Turísticas

Em Itacaré existem diversas opções de lazer, a rua Pedro Longo concentra a maior parte dos bares e restaurantes, onde é possível saborear delícias típicas da região e a famosa pizza a metro. O agito fica por conta do tradicional forró pé-de-serra ou, se preferir, da moderna música eletrônica. Além de diversas cachoeiras e cerca de 28 praias a disposição do visitantes, muitas cachoeiras ficam em fazendas que cobram uma pequena taxa de entrada para sua conservação. O importante é que o visitante tenha consciência de que ele tem que preservar e não só usufruir do que a natureza nos oferece.

PONTOS TURÍSTICOS


Trilha das Gameleiras
Conhecer e banhar-se na agradável praia da Ribeira ou em um pequeno riacho que forma uma piscina natural. Há serviços de cabanas. Seguindo a Trilha das Gameleiras por 3 km em meio à Mata Atlântica com vista para o mar, passa-se pela Praia Siríaco (com pequena caverna, e deserta). Ao continuar a caminhada chega-se ao Mirante do Pacelete, local considerado excelente para pesca. Logo depois, a trilha termina na simpática Prainha, onde se pode tomar um revitalizante banho de mar e se refrescar com uma deliciosa água de coco. Relaxe e prepare-se para a caminhada de volta, pois existem alguns pontos de subida íngreme.

Fazenda São José – Villas São José
A fazenda possui 70% de sua área de Mata Atlântica e é uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural). Possui uma praia protegida por falésias. No local há um complexo ecoturístico, com trilhas e, criação de capivaras, emas e jacarés.

Fazenda Haiti
Caminhar por trilha na Mata Atlântica, conhecendo a fazenda. Desfrutar da Cachoeira do Arnaude ou, ainda, banhar-se na Praia de São José.

Trilha Interpretativa Alto da Esperança ou Vila Camboinha
Durante a caminhada de 1 hora, pode-se apreciar e conhecer a exuberante beleza da Mata Atlântica primária, observar árvores centenárias de grande porte e beleza inigualável. Esta trilha termina em uma represa de águas correntes que nascem na própria mata. Este passeio é feito necessariamente com reserva antecipada e em grupo de, no máximo, oito pessoas. No passeio obtém-se informações sobre a região e alternativas de sustentabilidade ambiental. Possui viveiro para manejo de espécies da Mata Atlântica com venda de mudas nessa propriedade.

■ CACHOEIRAS


Cachoeira do Carioca ou Tijuípe ou Florian
Conhecer a Fazenda do Carioca e banhar-se na belíssima cachoeira de águas límpidas formada pelo rio Tijuípe, com grande volume d’água e seus vários níveis de queda.

Distrito Taboquinhas
Caminhar pelos rochedos que formam as corredeiras do rio de Contas, cercados pela Mata Atlântica. Aproveitar para conhecer o pequeno “canyon” e banhar-se nas prainhas do rio e na Cachoeira do Fumo.

Cachoeira da Usina / Taboquinhas
Conhecer a Fazenda Providência, banhar-se na cachoeira e contemplar a beleza da Mata Atlântica.

Cachoeira do Cleandro
Conhecer as belezas naturais do rio de Contas e banhar-se na piscina natural formada pelas duas seções de queda d´água da cachoeira do Cleandro.

Cachoeira Pancada Grande ou Véu de Noiva
Além de observar as belezas do rio de Contas, o turista poderá caminhar pelo antigo caminho de pedras entre os cacaueiros, apreciar e banhar-se na belíssima cachoeira que possui uma das maiores quedas d´água da região, com aproximadamente 40 m de altura.

■ PRAIAS


Praia do Pontal
Norte de Itacaré, são 6 km de praia e muita beleza. O acesso deve ser feito de barco, atravessando o rio de Contas. Excelente para caminhadas.

Praia Piracanga
Norte de Itacaré, o acesso é feito de barco. Está encravada no santuário ecológico do rio Piracanga, possui manguezais, lagoas, cajueiros, coqueiral e garças, entre outras espécies de fauna e flora.

Praia da Coroa
Urbana, sem vegetação, com recifes, possui barraca de praia. Boa para a prática de esportes como windsurf e passeios de Caiaque.

Praia da Concha
Praia de mar calmo, urbana, mais próxima da cidade, é a mais freqüentada por moradores e turistas. Apresenta vegetação densa, Mata Atlântica e muitos coqueiral, várias cabanas de praia, pousadas e camping. Tem píer de pescadores e ruínas de um farol. Excelente lugar para apreciar o pôr-do-sol e tirar fotografias.

Praia do Resende
Próxima à cidade, porém pouco freqüentada, com muitos coqueiros, é boa para banho de mar.

Praia da Tiririca
Praia dos Surfistas. Acontecem ali algumas etapas do campeonato baiano de surf. Tem água doce que desce da serra coberta pela Mata Atlântica. Possui infra-estrutura.

Praia da Costa
Praia muito boa para banho, possui pequena extensão (100m), com muitos coqueiros e Mata Atlântica.

Praia da Ribeira
Última praia urbana acessível por estrada, muito procurada pelos moradores e turistas. Localizada numa enseada, possui piscina natural de água cristalina, formada pelas nascentes que descem de um morro coberto de Mata Atlântica. Possui várias barracas de praia.

Praia Siríaco
Acesso pela trilha das Gameleiras, saindo da praia da Ribeira ou de barco; possui uma caverna pequena. Boa para banho.

Prainha
Acesso pela trilha das Gameleiras, que sai da praia da Ribeira pela floresta e cruza cachoeiras, ou de barco. Fica junto a uma fazenda de cocos, isolada no meio da Mata Atlântica. Boa para banho.

Praia Jeribucaçu
Recifes, coqueiros, manguezais e Mata Atlântica. Acesso por mar ou por trilhas passando pela Mata Atlântica ou fazendas de coqueiros, e pela BA-001, com autorização do proprietário.

Praia Engenhoca
Coqueiros e Mata Atlântica. Acesso por mar ou trilhas passando pela Mata Atlântica ou fazendas de coqueiros e pela BA-001, com autorização do proprietário. Recomendada para surf.

Praia Camboinha
Relevo bastante atraente, com presença de falésias, onde deságua uma cascata na areia da praia. Possui remanescentes da Mata Atlântica. Acesso por mar ou trilhas.

Praia Itacarezinho
Com grande extensão, vegetação densa com coqueirais e manguezais. Boa para banho, caminhadas e surf. Acesso de carro pela BA-001.

Praia do Rubão
Com vastos coqueirais. Boa para banho de mar e caminhadas.

Praia Barra do Sargy
Foz do rio Sargy, com formação de mangue. Boa para banho, pesca, gastronomia e caminhadas.Este rio corresponde ao limite sul da APA Itacaré/Serra Grande.








quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Diamantina_MG


DIAMANTINA – MG

PONTOS TURÍSTICOS
Casa da Glória
Integrada por duas edificações dos séculos XVIII e XIX ligadas por um passadiço, já abrigou o colégio das irmãs vicentinas e hoje é sede do Instituto Casa da Glória, da UFMG.

Mercado Velho
Construído em 1835, era ponto de venda de mercadorias trazidas pelos tropeiros. Atualmente abriga o Centro Cultural David Ribeiro e a tradicional feira de artesanato, comidas, bebidas e hortifrutigranjeiros realizada aos sábados.

Museu da Memória do Pão de Santo Antônio
Instalado dentro do Asilo do Pão de Santo Antônio, é um museu da imprensa, onde estão expostos antigos equipamentos gráficos utilizados para a impressão do jornal da cidade, entre outros objetos.

Igreja São Francisco
A construção da Igreja ocorreu por iniciativa da Ordem Terceira, no início do ano de 1766 e foi concluída em 1772. Os membros da ordem assumiram pessoalmente as despesas com as obras por meio de termo datado de 14 de fevereiro de 1766. A celebração de atos religiosos foi autorizada já em 1772 quando sua construção estava praticamente concluída. A igreja apresenta nave, capela-mor, sacristias laterais e uma sala lateral no alinhamento da torre que dá acesso ao púlpito, sendo esta torre separada da nave por um elemento de ligação. Internamente, o destaque maior é a pintura do forro da capela-mor, imagem de São Francisco em colóquio místico com cristo crucificado, de autoria do pintor José Soares de Araújo e da Sacristia, de Silvestre de Almeida Lopes, principal pintor da região no período rococó. A igreja foi tombada pelo Iphan, em 1949, e inscrita no livro do tombo de belas artes.

Casarão do Fórum
Edificação das mais importantes do período colonial do antigo Tijuco. Originalmente destinada à residência particular, em meados do século XIX já servia à Câmara Municipal. Com a mudança da Câmara e da cadeia para outros locais, o prédio passou a ser utilizado como Fórum Municipal.

Capela Imperial do Amparo
A construção foi iniciada em 1773, mas as obras de acabamento prolongaram-se até os primeiros vinte anos do século XIX. Em 1818 construiu-se nova torre, pois a primitiva estava arruinada. Tem apenas uma torre quadrangular, no centro da fachada, encimada por grimpa constituída de esfera armilar, que suporta um galo.
Depois da Independência o templo passou a se chamar Capela Imperial. Anualmente celebra-se aí a tradicional Festa do Divino.

Igreja do Bonfim
Embora se tenha certeza de que a igreja foi construída antes de 1771, ignora-se qual data exata. Estrutura de madeira e barro, com torre única do lado direito. O templo está assentado sobre adro de pedra azul, tendo uma escadaria de acesso na parte da frente.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo
Mandada construir pelo contratador de diamantes e desembargador João Fernandes de Oliveira. Possui uma só torre, simples e quadrada, situada na parte posterior, pouco atrás da fachada. O que mais valoriza a igreja são as pinturas do teto da nave e do presbitério. Esse último e o corpo da nave são separados do corpo da igreja por balaustrada de madeira preta torneada. Na parte central da balaustrada do coro fica o órgão construído no próprio Arraial.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

São Francisco de Canindé_SE



CANINDÉ DE SÃO FRANCISCO – SE

Atrações Turísticas
Passeio no Cânion do Xingó
Com a construção da barragem da Usina Hidroelétrica de Xingó no Rio São Francisco, deu-se origem a um cânion, formado por um vale profundo, com 65 quilômetros de extensão, 170 metros de profundidade e largura que varia de 50 a 300 metros. O visual é muito bonito, com rochas de granito avermelhado e cinza na encosta, além das diferentes espécies de aves e répteis na caatinga, vegetação do local. Há possibilidade de fazer passeios de lancha, escuna e catamarã (veleiro de dois cascos) por um labirinto para admirar o local.

Max - Museu de Arqueologia de Xingó
Localizado na zona rural do município de Canindé de São Francisco/SE, ao lado do Instituto Xingó, o Museu é bem projetado e com ótimo acervo, apresentando também exposições temporárias. O MAX surgiu a partir do convênio entre a Universidade Federal de Sergipe, a PETROBRÁS e a CHESF. Tem como objetivo principal ampliar e divulgar o conhecimento da pré-história do Baixo São Francisco. O museu cobra uma taxa de acesso de R$ 3. A visita ao MAX não pode ficar de fora do roteiro.

Usina Hidroelétrica de Xingó
Entre os Estados de AL e SE, compreendendo os municípios de Piranhas/AL e Canindé de São Francisco/SE, está localizado um dos maiores e um dos mais modernos Complexos Hidroelétricos do mundo. Hoje, a UHE - Xingó é a 2ª maior hidroelétrica do país e a 6ª do mundo. Construída pela CHESF (Companhia Hidroelétrica do São Francisco), através de um investimento de cerca de 3,7 bilhões de dólares, fez surgir um lago com 60 km² de extensão, com capacidade de armazenamento de 3,8 bilhões de metros cúbicos de água. A capacidade geradora da usina é de 3 milhões de quilowatts, com 6 unidades geradoras instaladas , cujo potencial de energia é de 500 KW cada.A Usina funciona de terça a domingo, das 8h às 11h e das 14h às 17, com acesso pelo Centro de Recepção de Visitantes.Para conhecer a Usina é ideal antes entrar em contato com algumas das agências de turismo receptivo de Canindé e seguir acompanhado por um agente turístico.

Vale dos Mestres
A 30 quilômetros da sede do município, próximo ao povoado de Curituba, inicia-se uma caminhada de aproximadamente duas horas, desde um riacho seco até os paredões de rocha arenítica com pinturas e gravuras rupestres de três mil anos.

Gruta do Talhado
A gruta recebeu seu nome por suas paredes que parecem ter sido talhadas à mão. Os paredões enormes com rochas areníticas têm diversas formas e um visual muito bonito. O local é próprio para banho e mergulho, além de ter um santuário para São Francisco.

Sítio Arqueológico Mundo Novo
O visitante tem a oportunidade de conhecer as formações de arenito e pintura rupestre no local. São sete trilhas pela a caatinga, de nível fácil e guiadas. O sítio fica na estrada que segue para Paulo Afonso e as visitas são pagas e devem ser agendadas.

Grota do Angico
A Grota é o local onde Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos pelos soldados comandados pelo tenente João Bezerra da Silva, no dia 28 de julho de 1938. Para chegar ao local é necessário atravessar o Rio São Francisco. Pelo caminho é possível observar o bonito visual das formações rochosas, ilhas e praias fluviais. Depois de atracar na margem, os visitantes seguem por uma trilha de 700 metros até a grota.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Betim_MG



BETIM – MG

Pontos Turísticos
Represa Várzea das Flores
A represa Várzea das Flores, é um importante reservatório de abastecimento de água para os municípios de Betim, Contagem e Belo Horizonte. Além de ser um importante atrativo turístico do município, sendo visitada por muitos betinenses e turistas, principalmente, nos feriados e finais de semana durante o verão.

Fazenda Vale Verde
Em uma área de 150 hectares, no distrito de Vianópolis, em Betim, a Fazenda Vale Verde que foi transformada, em 2002, num parque ecológico é um dos grandes atrativos potenciais de Betim, já consolidado como produto turístico. Na companhia de guias de turismo, o visitante pode conhecer todo o processo de produção das cachaças Vale Verde e Minha Deusa. Conhecer o preparo artesanal de doces, conservas, defumados e laticínios. Desde a criação do parque ecológico, o movimento passou de 1.500 pessoas para 5.500 em média por mês.

Museu Paulo Araújo Moreira Gontijo
Em 1910, este local era o antigo Grupo Escolar Conselheiro Afonso Pena, posteriormente, já no final da década de 1960, o local transformou-se no Colégio Comercial Betinense. Em 1998 o prédio foi Tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal, passando por uma arrojada reforma e transformando-se em 2002 no Museu Paulo Araújo Moreira Gontijo.

Várias peças constituem o acervo deste museu, como a Carta de Sesmaria, concedida a Joseph Rodrigues Betim em 1711, jornais de 1969 com matérias que retratam o começo do crescimento da cidade, moedas de 1924, moedor de carne de 1920 e um diploma de conclusão do Grupo Escolar, de 1935, entre outras. Todas as peças foram doadas por moradores da cidade. O museu Paulo Araújo Moreira Gontijo se tornou um espaço dinâmico para a cidade. Nele são realizadas várias exposições de artistas locais, lançamentos de livros, apresentações teatrais e musicais, enfim, é um espaço para eventos culturais.

Casa da Cultura Josephina Bento
A Casa da Cultura Josephina Bento foi construída por volta de 1711. Sua finalidade inicial era servir de pousada para tropeiros, bandeirantes e sertanistas, que vinham de São Paulo com destino à Vila de Ouro. Além de pousada, na casa funcionava um comércio de secos e molhados. Existem indícios que a apontam como a primeira construção de Betim.

Em 1985, a casa foi desapropriada pela Prefeitura. No ano seguinte, iniciaram-se as obras de restauração. Em 1987, ela foi inaugurada como "Casa da Cultura Josephina Bento", em homenagem a uma das mais antigas professoras da região.

Em 1997, a casa foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural e é hoje o local onde se realiza os principais eventos culturais de Betim, tais como: exposições individuais e coletivas de artistas plásticos, lançamento de livros, apresentações musicais, palestras, dentre outros. Além disso, dentro da casa está exposto um significativo acervo, reunido peças da história do município e do Estado, fazendo dela um espaço de conservação da memória betinense.

Capela do Rosário
O processo de construção da Capela Nossa Senhora do Rosário foi longo, iniciou-se em 1814, com uma carta de pedido para a sua construção, emitida pela Irmandade do Rosário. A construção começou em 1894, com término em 1896, quando se registra a colocação da vidraçaria. No final da década de 1960, a capela correu o risco de ser demolida pela administração municipal. A Irmandade do Rosário evitou essa ação, através de uma mobilização social. Entre 1983 e 1984, a Capela passou por uma restauração. Em 1997, foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a mais antiga de Betim, é ainda o local onde anualmente acontece a Festa do Reinado de Nossa Senhora do Rosário entre os meses de agosto a outubro.

Conjunto Arquitetônico da Colônia Santa Izabel
O Conjunto Arquitetônico da Colônia Santa Izabel foi construído no período entre 1922 e 1931, com a finalidade de abrigar e tratar os enfermos de hanseníase. Desde a época de sua edificação até a metade da década de 1980, funcionava restritamente à enfermos, agentes de saúde, religiosos e familiares de enfermos. O patrimônio arquitetônico da Colônia abriga o Portal, o Cine-Teatro Glória, o sistema de alto-falante, as ruínas do antigo pavilhão, o campo de futebol e os clubes Minas e União. Em 2000, a Colônia tem seu conjunto arquitetônico tombado como Patrimônio Histórico-Cultural. A arte, cultura, religiosidade, esporte, lazer e entretenimento estão presentes ainda na vida da Colônia Santa Izabel, podendo se destacar o futebol do Minas União Clube e também, o Coral Tangarás de Santa Izabel. Em 2005, o Cine-Teatro Glória, o coreto e o salão de festas foram restaurados e foi implantado um Centro Popular de Cultura (CPC), e uma biblioteca.

Estação Ferroviária
Construída em 1910, a Estação Ferroviária Capela Nova faz parte da Estrada de Ferro Oeste de Minas, que liga Belo Horizonte à Divinópolis (antiga Henrique Galvão). Em 1997, ela foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural Municipal e atualmente é considerada atrativo em potencial. A intenção da Setur é transformar este atrativo em um produto turístico, através de um projeto que será realizado pela Secretaria de Turismo de Betim que é o município pólo do projeto contando com a participação de outras cidades envolvidas. Através de uma parceria com governos municipais e a Associação de Trens de Minas (Astrem), o objetivo será recuperar os velhos trilhos unindo a revitalização econômica ao desenvolvimento do turismo ecológico e cultural

Capela de São Sebastião
Edificada na década de 1940, a Capela de São Sebastião, localizada no bairro Amazonas, é um exemplo raro de capela de fazenda em Betim. O local era ponto de união dos fiéis e lavradores da Fazenda Imbiruçu. Em 1997, foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural. Atualmente, a cada último domingo do mês é realizada uma missa sertaneja, às 10h, com a presença dos moradores de toda a região



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Aracajú-SE



ARACAJÚ – SE
Atrações Turísticas

Praias
Mais ao sul da cidade estão as praias que margeiam a Rodovia José Sarney: Aruana, Robalo, Náufragos, Refugio e Mosqueiro. Menos urbanizadas que a Atalaia guardam um ar mais paradisíaco e são ideais para longos passeios com a família. Por toda a orla muita água de coco, bares e uma variedade de deliciosos pratos à base dos frutos do mar.

Centro Histórico
Região que abriga as mais importantes igrejas, praças, casarões antigos e monumentos históricos da cidade. Possui mercados, museus, centros de artesanato e comidas típicas, além de uma vigorosa área de comércio e uma faixa exclusiva de compras para pedestres entre os calçadões das ruas João Pessoa e Laranjeiras. Tudo isso diante da maravilhosa vista do rio Sergipe.

Mercados
Completamente revitalizados a partir do projeto arquitetônico original, os mercados Antônio Franco e Thales Ferraz foram transformados em pontos de cultura, lazer e artesanato. Nas imediações, está o novo mercado central Albano Franco, um importante centro de abastecimento da capital.

Ponte do Imperador
Construída às margens do rio Sergipe para servir de ancoradouro ao vapor Apa, quando da visita do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Dona Tereza Cristina à província. Foi inaugurada em 11 de janeiro de 1860, dia da chegada do Imperador em Aracaju.

Inicialmente feita em madeira, foi reformada pela primeira vez em 1910, passando a ter estrutura de ferro. Novas reformas ocorreram em 1920 durante as comemorações do centenário da independência do Estado de Sergipe. Somente na década de 1940, adquiriu a estrutura atual. Por longos anos serviu para o embarque e desembarque de mercadorias e passageiros.

Praças
O ancoradouro está localizado frente à Praça Fausto Cardoso, a mais antiga da cidade, que serviu de ponto de partida para sua expansão. Inicialmente denominada Praça do Palácio - numa referência ao Palácio Olímpio Campos, antiga sede do Governo Estadual -, recebeu o atual nome em homenagem ao líder político, morto na praça em 1906.

Igrejas
A Igreja São Salvador, primeira a ser construída na nova capital, em 1857, foi reformada nos anos 20 do século passado, até adquirir a atual estrutura; e a Catedral Metropolitana - com sua cúpula ornamentada com belíssimas pinturas do Século XIX -, oferecem ao turista uma visão completa de como Aracaju nasceu e progrediu. Integra ainda o conjunto arquitetônico o Parque Teófilo Dantas, com a sua tradicional feira de artesanato e comidas típicas.

Monumentos
Na Avenida Ivo do Prado também está localizado o prédio da antiga Faculdade de Direito, inaugurado em 1917, que sedia atualmente o Cultart (Centro de Cultura e Arte da Universidade Federal de Sergipe), e a Galeria Florival Santos.

Nas imediações está outro monumento histórico: a antiga sede do famoso Atheneu Pedro II, marco da educação sergipana inaugurado em 1926.

Localizado na Praça Fausto Cardoso, está o Palácio Olímpio Campos (1863) e suas marcantes características do neoclássico. No prédio, tombado pelo Governo Estadual desde 1985, funcionava a sede do Governo Estadual e a residência dos governantes. A poucos metros dali, no Museu do Homem Sergipano (Museu de Antropologia), é contada a história de Sergipe desde primeiros habitantes da região.

No alinhamento das praças Fausto Cardoso e Almirante Barroso encontram-se outros importantes monumentos da época da construção da cidade: O Palácio Fausto Cardoso - antiga sede do Poder Legislativo Estadual -; o Palácio Graccho Cardoso - sede da Câmera Municipal -; o Palácio Carvalho Neto - construção em estilo Art Décor, sede do Arquivo Público do Estado -; e, ainda, o prédio da Delegacia do Ministério da Fazenda, que serviu de residência para Dom Pedro II e sua comitiva quanto a visita à Província de Sergipe Del Rey.

Seguindo em direção à Praça Olímpio, encontram-se o Palácio Episcopal e Inácio Barbosa - sedes da Prefeitura Municipal. No lado aposto, o Centro de Turismo e Comercialização Artesanal (1911), que abriga o Museu de Artesanato e um posto de informações turísticas. Outro destaque é o prédio da antiga Alfândega, na Praça General Valadão, que data de 1856 e inclui o Palácio Serigy, antiga Cadeia Pública, hoje sede da Secretaria Estadual da Saúde.

Colina do Santo Antônio
Primeiro aglomerado urbano da cidade foi na Colina do Santo Antônio que se realizou a reunião da Assembléia Provincial que definiu a transferência da capital de São Cristóvão para Aracaju. Na época só havia algumas casas de pescadores e uma capela de taipa dedicada a Santo Antônio, posteriormente substituída pela atual igreja, que no dia 13 de junho é tomada pelo povo em homenagem ao Santo Casamenteiro. O seu ponto mais alto oferece ao turista uma vista panorâmica do estuário do rio Sergipe e da ilha de Santa Luzia.

Orla de Atalaia
Principal cartão postal da cidade, é uma avenida urbanizada e moderna com 6km de extensão. Considerada uma das mais belas e equipadas orlas do país, possui os principais hotéis, bares e restaurantes de Aracaju, iluminação especial para banhos noturnos, além de quadras poli esportivas, lago artificial, quiosques e um complexo para atividades de lazer e esportivas.

Oceanário de Aracaju
Possui uma área de 1.100 m2 em forma de tartaruga e é composto por 20 aquários com peixes, tartarugas, lagostas e estrelas do mar, tendo como atrativo principal uma câmera posicionada na base de uma plataforma submarina mostrando em tempo real toda a fauna do oceano.

Passarela do Caranguejo
Badalado complexo de bares e restaurantes onde é possível encontrar o que há de melhor na culinária sergipana e provar de uma das iguarias mais populares de Aracaju: o caranguejo, servido com vinagrete ou como ingrediente principal de pastéis, caldinhos, moquecas, casquinhas e mariscadas.

Calçadão da Praia 13 de Julho
Possui um mirante com vista panorâmica da Ilha de Santa Luzia e do manguezal do rio Sergipe. Tem pistas de skate e bicicross, ciclovia, quadras esportivas, parque infantil e serve de ponto de encontro para jovens no fim de semana.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Juiz de Fora_MG



JUIZ DE FORA – MG

Atrações Turísticas
Todos os anos acontece em Juiz de Fora festivais de música eletrônica atraindo muitas pessoas de outros estados próximos como São Paulo e Rio de Janeiro. Em Juiz de Fora também realiza-se anualmente o Miss Brasil Gay.

A Rua Halfeld é o verdadeiro coração da cidade. No seu calçadão, os jovens se encontram, os políticos se reúnem, as passeatas acontecem, negócios são fechados, amigos se revêem e shows são realizados. Nela se encontram casarios construídos nos estilos eclético e Art Deco, a Academia de Comércio, o Cine Theatro Central, serviços bancários, as galerias comerciais e bares que oferecem um bom cafezinho, uma cerveja ou um chopp gelado.

Pontos Turísticos
Museu Mariano Procópio
Um acervo constituído de cerca de 45 mil objetos de grande valor histórico, artístico e científico, faz do Museu Mariano Procópio um dos mais importantes núcleos de saber do país. Pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, livros raros, documentos, fotografias, mobiliário, prataria, armaria, numismática, cartofilia, indumentária, porcelanas, cristais e peças de História Natural integram o acervo.

Parque do Museu Mariano Procópio
O Parque do Museu Mariano Procópio está localizado na região central da cidade de Juiz de Fora, e ocupa uma área de 78 mil metros quadrados, proporciona aos moradores de Juiz de Fora uma excelente área de lazer para a realização de caminhadas, atividades físicas em suas trilhas e para passeios ou um descanso do agitado centro da cidade.

Foi planejado e construído de um projeto paisagístico planejado paisagista francês Glaziou, por volta de 1860.

Parque da Lajinha
O Parque Municipal da Lajinha está localizado a sudoeste do centro da cidade, na entrada de Juiz de Fora, na direção da BR 040, sendo um cartão de visita da cidade.

Possui uma área de aproximadamente 867.000 m² , distribuídas em áreas de mata nativa, trilhas, lago, jardins e passeios, onde os visitantes poderão sentir a natureza em toda sua extensão.

A fauna do Parque da Lajinha é bastante rica e constituída por muitas espécies vegetais, aves e podemos encontrar os seguintes mamíferos: Gambás, quaiaquica, preá, ratos e camundongos silvestres, paca, tatus, jaguatirica, lontra, capivara, cuíca, quati, guaraxaim, ouriço - cacheiro e outros podem ser vistos na área do parque.

Universidade Federal de Juiz de Fora
Distante 5 Km do centro urbano, o Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora ocupa uma área de 1.325.811 m².

É um local de lazer e descanso da comunidade juizforana, que aproveita a imensa área cercada de verde para caminhar e andar de bicicleta em torno do Campus, possuindo uma grande área verde com lagos e jardins. Está localizada na parte alta da cidade, próxima ao Bairro São Pedro.

Aeroclube e Aeroporto de Juiz de Fora
O Aeroclube de Juiz de Fora oferece várias opções de lazer: vôos panorâmicos sobre a cidade, de terça a domingo e, nos finais de semana, atividades aerodesportivas como planadores, acrobacias e shows dos paraquedistas do Clube Asas de Ouro. O Aeroclube está localizado ao lado do Aeroporto de Juiz de Fora, no final da Av. Guadalajara- Bairro Aeroporto.

Morro do Imperador
Situado a 1492 metros acima do nível do mar, de onde se tem uma das mais belas vistas da cidade foi, desde a formação do núcleo urbano de Juiz de Fora no século passado, foi ponto de encontro para piqueniques e passeios.

O monumento ao Cristo Redentor foi construído em posição de destaque no Morro do Imperador, apresentando características arquitetônicas neogóticas, estilo que influenciou as construções religiosas do período.

Possui planta quadrangular e volumetria marcada pela verticalidade, desenvolvendo-se praticamente em dois estágios. A imagem do Cristo sobre pedestal, protegido por gradeado em ferro, coroa a composição.

O nome Morro do Imperador adveio da visita do Imperador D. Pedro II à cidade no ano de 1861, quando da inauguração da Rodovia União e Indústria. Na ocasião foi oferecido um chá em homenagem ao Imperador no local que a partir de então, passou a ser conhecido como Morro do Imperador.

Mirante São Bernardo
Localizado na margem esquerda do Rio Paraibuna, no Bairro São Bernardo, próximo à Rua Halfeld, o Mirante de São Bernardo oferece uma visão panorâmica da cidade que encanta a todos que o visitam. Localizado na margem esquerda do Rio Paraibuna, no Bairro São Bernardo, próximo à Rua Halfeld, o Mirante de São Bernardo oferece uma visão panorâmica da cidade que encanta a todos que o visitam.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Gramado_RS


GRAMADO – RS

Localizada no coração da Região das Hortênsias, Gramado dista 115 km da capital do estado, Porto Alegre. Faz divisa com Caxias do Sul (ao norte), Três Coroas (ao sul), Canela (a leste), Nova Petrópolis e Santa Maria do Herval (a oeste). O terceiro destino mais desejado do Brasil, Gramado encanta com suas ruas floridas, com os detalhes da arquitetura e hospitalidade. Aqui as quatro estações do ano proporcionam verdadeiros espetáculos da natureza.

O romantismo do outono, o aconchego da lareira e do vinho no inverno, a alegria e o colorido das flores na primavera e a energia do verão fazem de Gramado uma cidade simplesmente surpreendente! O Natal Luz, um dos maiores eventos natalinos no mundo, encanta com shows de fogos, som e luzes, além dos emocionantes desfiles.

O Festival de Gramado - Cinema Brasileiro e Latino, é o maior evento cinematográfico do país, reunindo artistas, produtores, diretores e jornalistas numa semana de muito glamour.

Uma excelente oportunidade de ver de perto a cultura típica alemã e italiana é participar das festividades da Festa da Colônia. São dias de muita música, danças, jogos e culinária típica.

É inesquecível por que possui um interior riquíssimo em paisagens ainda inexploradas, compostas por vales, rios e cachoeiras e cada recanto conta um pouco da história de nossa cidade, preservada pelos descendentes dos colonizadores alemães e italianos.

A cidade de Gramado conta com a maior infra-estrutura turística do estado, com dois grandes centros de feiras e eventos, uma ampla rede hoteleira e uma rede gastronômica que garante um atendimento simultâneo de 15.000 pessoas.

Com temperaturas abaixo de zero nos meses de maio, junho, julho, agosto e setembro, quando pode ocorrer queda de neve; no verão, temperatura amena, em torno de 22°C, com alguns dias mais quentes, mas com noites sempre agradáveis, moderadas pelo ar das montanhas e dos bosques.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Penedo_RJ



Penedo - RJ
Historia & Cultura

Conta Toivo Uuskallio, o idealizador e fundador da Colônia Finlandesa de Penedo, em seu livro "Na Viagem em Direção à Magia do Trópico," ter recebido um chamado para deixar sua terra natal e emigrar para o Sul longínquo. Chegou este chamado de forma misteriosa, à noite, e sem emissário aparente.

O chamado era muito forte. E, assim em meados de 1927 embarcaram para o Brasil Toivo e sua mulher Liisa, acompanhados de três rapazes, que compartilhavam de seus ideais.

Pretendiam eles, viver no longínquo Sul, onde o clima permitia uma vida mais natural, gozando dos benéficos raios solares. Também fazia parte de seu programa de vida a alimentação vegetariana, e a abstenção de bebidas alcoólicas, chá e café.

Após um período de aclimatação e início de aculturação no Rio de Janeiro, foi Uuskallio e o grupo contratado para trabalhar numa fazenda de propriedade do Mosteiro de São Bento, Três Poços, nas proximidades de Volta Redonda, Estado do Rio.

Esse trabalho na fazenda, além de propiciar aos agricultores finlandeses o início do conhecimento das culturas praticadas no Brasil, fez com que conhecessem algumas propriedades para implantação de sua colônia ideal.

Voltou Uuskallio para a Finlândia em 1928, onde publicou o livro "Matkalla Kohti Tropiikin Taikaa" (Na Viagem em Direção à Magia do Trópico), que relatando suas idéias e impressões de viagem influiu decisivamente na implantação de seu projeto de fundar uma colônia finlandesa vegetariana no Brasil.

Ajudado pelo Pastor Pennanen e por Mikko Airila, procedeu ele a intensa campanha de divulgação e recrutamento, com artigos na imprensa, especialmente no jornal Tyokansa, e conferências, para angariar recursos. Foi bem sucedido, e em 28 de janeiro de 1929 foi realizada a compra da Fazenda Penedo, localizada no Vale do Paraíba, então distrito da cidade de Resende.

A colônia
Não existe em Penedo registro nominal sobre os que vieram, mas no período de 1 de setembro de 1927 até 16 de outubro de 1940, chegaram ao porto do Rio de Janeiro 296 finlandeses, registrados 208 como imigrantes. O período de maior fluxo foi o ano de 1929 quando chegaram 122 colonos. Em 1930 ainda chegaram 21, e em 1931, 23. No restante do período, que terminou com o início da Segunda Grande Guerra, as chegadas foram pequenas, a não ser em 1938, quando chegaram 19 imigrantes.

Como previsto no Projeto Habitacional de Penedo, nos primeiros anos, até que cada um pudesse construir sua casa em um dos 250 lotes da fazenda, a vida foi em comunidade. Praticava-se uma lavoura de subsistência, e cultivavam-se viveiros de mudas de laranja, cuja venda constituía a principal fonte de renda da colônia. Muitos, decepcionados com as duras condições de trabalho, retornaram à Finlândia. As terras da Fazenda Penedo não eram boas. Assim, alguns obtiveram de volta o dinheiro que tinham investido e procuraram outras terras. Com a queda da indústria da laranja na Baixada Fluminense, cessou esse mercado, e os finlandeses tiveram que procurar alternativa. Foi tentado o cultivo de tomate, mas as dificuldades de fazer chegar à produção ao mercado fizeram com que alguns se dedicassem à criação de galinhas. E, agindo em conjunto, comprando rações e víveres por atacado, acabaram formando uma cooperativa informal. Essa cooperativa informal foi à base do atual Clube Finlândia, fundado em 1943.

Dispersão da colônia
O final da década de 30 foi de grandes dificuldades, a vida só melhoraria para os finlandeses com a venda, em 1942, de parte da fazenda a uma companhia suíça que lá estabeleceu a Companhia Plamed, para a produção de plantas medicinais. Com o produto dessa venda conseguiu Uuskallio saldar suas dívidas, tinha hipotecado a fazenda, e todos se beneficiaram. Alguns receberam de volta o que tinham investido outros obtiveram trabalho nos serviços de plantio de eucaliptos, beneficiamento das essências medicinais, e na construção de estradas e pontes.

Monumento em homenagem ao cinqüentenário da chegada dos primeiros imigrantes finlandeses à Penedo. Foi nesse período que a indústria hoteleira de Penedo teve seu início. A Colônia, com seus habitantes louros e costumes diferentes, a sauna por eles introduzida, seus bailes com polcas, mazurcas e tangos, atraia as pessoas. E, havendo agora lugar na Casa Grande, desocupada pelos colonos, passou lá a funcionar o primeiro hotel de Penedo. Aumentando o movimento, passaram os finlandeses a receberem hóspedes também em suas casas. Naquela época havia o hábito de se passar às férias anuais, geralmente de duas semanas, em hotéis-fazenda, em regime de pensão completa. As reservas eram feitas por carta, já que telefones praticamente não havia, e os hóspedes chegavam após viajar em 6 horas de trem do Rio, ou um pouco mais de São Paulo. Da Estação Marechal Jardim, onde desembarcavam, era transportado para Penedo às vezes até de carro de boi, quando não havia uma charrete.

A boa comida, e a vida simples e agradável faziam com que voltassem e recomendassem aos amigos. E com a ampliação das casas nasceram as pensões de D. Lídia, D. Hilja, D. Siiri e D. Liisa.

Início do desenvolvimento
Terminada a guerra, cessou a Plamed suas atividades. Foi então sua área vendida para a AABB, Associação Atlética do Banco do Brasil, que loteou a parte baixa, mais tarde ampliada pela Companhia Campo até a Fazendinha, na parte alta de Penedo.

Nessa época já existia a Rodovia Presidente Dutra, inaugurada em 1951, o que permitiu o acesso aos automóveis e gerou o turismo de fim de semana. Isto fez com que as antigas pensões fossem ampliadas e se transformassem no Hotel Bertell, Hotel Chácara das Duas (atual Pequena Suécia) e na Pousada Penedo que ainda hoje existem.
Penedo hoje

O turismo, verdadeira vocação de Penedo, fez com que as primeiras pensões completas se transformassem em uma rede de 52 hotéis e 39 restaurantes, lanchonetes e bares. Mas, não sendo nem de duas dezenas o número de finlandeses atualmente residentes em Penedo, existe uma grande preocupação de preservar a presença finlandesa. Para isso tem atuado o Clube Finlândia, fundado em 1943, em cujos bailes dos sábados se apresenta o Grupo de Danças Tradicionais, e que desde 1993 abriga o Museu Finlandês da Dona Eva, museu em que podem ser vistas através de peças antigas e modernas a arte e a cultura da Finlândia. Tem o museu recebido cerca de 500 visitantes por mês.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Torres_RS


TORRES – RS
História & Cultura

O Município de Torres possui este nome devido à existência de três grandes rochedos de origem vulcânica, formados por rochas basálticas, do período Jurássico/Cretácio (Era dos Dinossauros), com aproximadamente 140 milhões de anos, que afloram à beira-mar, um aspecto único do Litoral Brasileiro. São as seguintes as torres: Torre do Norte (Morro do Farol); Torre do Centro (Morro das Furnas) e Torre do Sul (onde está a Praia da Guarita).

Torres é um dos núcleos mais antigos do Estado. Era utilizado pelos índios carijós de Santa Catarina e Arachanes, do Rio Grande do Sul, que em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos das Torres, começando na Praia Grande e indo até a de Itapeva.

Os índios Carijós, de Santa Catarina, e Arachanes do Rio Grande do Sul, que viviam da caça e da pesca e se dedicavam a uma agricultura rudimentar. Em seu comércio de trocas usavam uma picada, costeando os banhados dos sopés internos, começando na Praia Grande e indo até a Itapeva. Em 1500, estas trilhas, abertas em meio a matagais começaram a ser usadas também por paulistas, compradores de índios, que os levavam a São Paulo como escravos. Entre os anos de 1600 a 1640, estima-se que viviam, no Sul do Brasil, cerca de quinhentos mil índios, que aos poucos foram desaparecendo por causa da escravidão, lutas tribais e doenças introduzidas pelo contato com o branco. Estes caminhos transformaram-se no principal elo entre o resto do Brasil e os núcleos avançados do povoamento português, na Colônia do Sacramento (1679) e no Presídio de Rio Grande (1737).

Assim, Torres assumiu a importante função de controlar a estratégica passagem, na qual foi instalado um posto fiscal que logo se transformou em Guarita Militar da Itapeva e Torres (entre 1774 e 1776). Colonos e açorianos, vindos do Desterro (atual Florianópolis) e de Laguna, começaram a instalar-se na região.

Os alemães chegaram em 1826 e foram separados, pelo comandante da fortaleza, conforme a religião que professavam: os protestantes formaram a colônia de Três Forquilhas. Os católicos, por sua vez, foram inicialmente para a estrada de Mampituba, depois junto ao Rio Verde e, finalmente, entre as lagoas do Forno e Jacaré, construindo a colônia de São Pedro de Alcântara. Por volta de 1830, famílias de origem italiana, vindas de Caxias do Sul, fixaram moradia no distrito de Morro Azul.

Dentre as personalidades que deram forte impulso ao desenvolvimento de Torres, destaca-se quem lançou a "indústria turística", que dominou o cenário econômico local, da primeira até a segunda grande guerra: José Antônio Picoral. Filho da colônia São Pedro de Alcântara, tornou-se próspero comerciante em Porto Alegre/RS, mantendo, porém, vínculo com a terra de origem. Depois de um frustrante veraneio em Tramandaí, Picoral decidiu transformar Torres, em uma moderna Estação Balneária e, em 1915, após entendimentos com João Pacheco de Freitas, Luiz André Maggi, Carlos Voges e outros torrenses, instalou seu Balneário Picoral, marco histórico da introdução do turismo em Torres/RS.

Em 1836, devido a Revolução Farroupilha, iniciada em 1835, Torres sentiu as dificuldades da guerra civil, que a deixou no mais completo abandono, prejudicando e recuando o desenvolvimento. No ano seguinte, através da Lei de 20 de dezembro de 1837, seria criada a Freguesia de São Domingos das Torres, 28ª da Província. O desenvolvimento da Freguesia deu-lhe o privilégio de ser elevada a categoria de Vila e Município, o que ocorreu em 21 de maio de 1878 pela Lei Provincial n.º 1152, dando-se a sua instalação a 22 de fevereiro de 1879.

A rua Júlio de Castilhos foi a primeira de Torres e suas origens datam de antes da descoberta do Brasil. No começo foi trilha dos índios, talhada nos matos que se estendiam no sopé do morro, ao longo do banhado que rodeava a Lagoa do Violão. Aos indígenas tornou-se essencial a abertura dessa picada, para possibilitar a comunicação entre as praias que vinham no norte (o litoral dos Carijós) e as praias que levavam ao sul (a região dos Arachanes). A linha hoje ocupada pela rua Júlio de Castilhos representava o traçado mais lógico para unir o Norte ao Sul.

Torres têm ainda, um pouco da história "viva". Assim poderiam ser consideradas as casas antigas da Rua Júlio de Castilhos, umas dezenas escassas, representativas da vida inicial da localidade. Formam um conjunto arquitetônico dos mais típicos, em estilo colonial açoriano, que até por motivos estéticos e turísticos, deveria ser preservado. Trata-se de um casario todo construído no século passado, de pedras extraídas do Morro do Farol, rejuntadas com barro e cal de sambaquis e madeiramento de lei, extraído das matas que então existiam na Praia da Cal e ao redor da Lagoa do Violão.

Este estabelecimento militar erguido em março de 1777, ocupou a plataforma baixa do Morro do Farol, aproximadamente onde agora está a Escola Cenecista Prof. Durban Ferraz Ferreira ou ligeiramente atrás. Esteve guarnecido poucos meses por tropas do Regimento de Santos e foi desocupado ao saber-se do armistício que garantia a retirada dos Castelhanos que haviam invadido a Ilha de Santa Catarina, no começo daquele ano. O Forte São Diogo desmanchou-se com o tempo não deixando sinais. A maioria dos torrenses e veranistas nem imaginam que ali existiu um Forte, antes de nascer a cidade.








sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bonito_MS - Pontos Turísticos


BONITO – MS

Atrações Turísticas
A região surpreende pelos seus rios de águas cristalinas, grutas e quedas de água que atraiem turistas do mundo inteiro. As atividades praticadas podem ser as mais diversas, como: mergulho, veredas, observação da fauna e da flora, cavalgadas, arvorismo, rappel, flutuação, entre outras. Modelo de organização e de sustentabilidade turística, Bonito adotou uma política que visa preservar o meio ambiente. Os visitantes só podem conhecer os seus atrativos naturais acompanhados por guias registados. Para evitar impactos negativos à Natureza, estabeleceu-se um número máximo diário de turistas que podem visitar cada ponto de atração. Os atrativos duram, geralmente, entre meio-dia e um dia inteiro e em fazendas onde os turistas podem também degustar a gastronomia regional.

■ Pontos Turísticos
Balneário Municipal
As águas cristalinas do Rio Formoso permitem uma visão nítida de peixes de cores e tamanhos variados. Dispõe de sanitários, quadra de vôlei de areia, lanchonetes e sorveteria. Observação: Não é necessário acompanhamento de guia de turismo local.

Balneário do Sol
Localizado às margens do Rio Formoso, oferece a possibilidade de nadar na piscina naturais ou no próprio rio, entre as piraputangas, curimbas e dourados, com lindas cachoeiras fazendo parte do cenário.

Praia da Figueira
Uma antiga área de extração de calcário deu origem a uma lagoa de água corrente e uma extensa praia com coqueiros e areia branca. O lugar perfeito para você descansar e se divertir nadando, mergulhando e saboreando deliciosos aperitivos, servidos nos quiosques que existem na praia. Uma lagoa cristalina de água corrente, com mais de 60.000m2 de águas cristalinas.

Cachoeiras do Rio do Peixe
Localizado na Fazenda Água Viva, ali se constitui um dos mais belos e paradisíacos cenários naturais da região. Rios de águas límpidas, cachoeiras ornamentais, inúmeras piscinas naturais, uma fauna atraente com macacos, araras, tucanos, entre outros.

Estância Mimosa Ecoturismo
Aventure-se pela floresta do Rio Mimoso em meio a árvores centenárias e animais silvestres. São várias cachoeiras lhe convidando para se refrescar em suas piscinas naturais. Há também plataforma de salto, pequenas grutas, passarelas suspensas e trecho percorrido em barco a remo. Ao longo da trilha, você passará por diversos mirantes com visões panorâmicas da Serra da Bodoquena. Os grupos têm tamanho limitado e são sempre acompanhados por um guia especializado em atrativos naturais.

Boca da Onça
O passeio é composto de uma caminhada por trilha pela mata preservada, passando por cachoeiras cristalinas, pelo cênico Rio Salobra, por pontos de banhos em piscinas naturais e pela mais alta cachoeira do Estado: a Cachoeira Boca da Onça, com 156 metros de altura. Para os praticantes e apreciadores radicais, o rappel de 90 metros de altura é pura aventura. Uma plataforma de 34 metros de comprimento projeta-se no abismo proporcionando uma descida repleta de adrenalina pelo paredão com inúmeras grutas e um magnífico visual sobre o canyon do Rio Salobra

Ecoturismo & Natureza
Parque Nacional da Serra da Bodoquena
Protege cerca de 77.232,00 (ha), essa região colonizada há mais de um século, esta Serra se manteve na sua maioria bem conservada. Recomendações para criar o Parque surgiram desde a década de 80 e foi definida como área prioritária para a conservação da Biodiversidade do cerrado e pantanal.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Jequiá da Praia_AL


Jequiá da Praia_AL

O município mais novo do Estado de Alagoas, Jequiá da Praia foi criado em maio de 1995. Banhado pelo Oceano Atlântico, e pelas lagoas Jequiá, Jacarecica e Azeda, o município era antes parte de São Miguel dos Campos e de Coruripe.

Cidade do litoral sul de Alagoas que mais apresenta cenários selvagens. As praias e lagoas, em conjunto com o clima quase sempre excelente, dão à região um ar de paraíso. São 488 km2 de beleza, como as praias de Jacarecica do Sul, Lagoa Azeda e Pituba, ou o povoado de Duas Barras. Os recantos de natureza privilegiada guardam ecossistemas diversificados.

No povoado de Duas Barras, por exemplo, pode-se assistir ao espetacular encontro da Lagoa de Jequiá com o oceano ou os manguezais. Na povoação de Lagoa Azeda, a lagoa que empresta seu nome à região, com águas vigorosas e que dificultam a prática de esportes náuticos. As praias de Pituba e Jacarecica do Sul são praticamente selvagens, apresentando cenários ainda pouco explorados pelo homem.

A base econômica do município reside principalmente na pesca e na agricultura, tendo o turismo como atividade emergente com excelentes perspectivas para o mais novo município do Estado de Alagoas, que foi emancipado em 1998, possuindo 13.000 habitantes. Nas áreas estuarinas estão presentes os manguezais, ecossistema altamente produtivos por contribuírem para a fertilidade das águas costeiras e lagoas, servindo assim de refugios para a procriação de peixes e de alimentos para um grande número de organismos.

Créditos: Governo do Estado de Alagoas e IBGE

História & Cultura

Devido o município de Jequiá da Praia ter permanecido por muito tempo como povoado pertencente aos municípios de Coruripe e São Miguel dos Campos, a sua história está diretamente ligada a estes municípios que lhe deram origem.

Os habitantes primitivos desta região foram os índios caetés, os quais entraram para a história pela antropofagia cometida contra os navegantes da nau Nossa Senhora da Ajuda do Bispo Dom Pedro Fernandes Sardinha em 16/06/1556.

Os primeiros barcos a se estabelecerem na região foram os franceses que viajavam em busca de pau-brasil, madeira existente em abundância nestas terras. Porém há indicação de que os espanhóis e os holandeses também tenham constituídos feitorias à margem da Lagoa jequiá. A colonização francesa deixou como herança o povoado da França, atualmente pertencente ao município de Jequiá da Praia, onde os moradores possuem características físicas semelhantes a dos povos europeus, pois possuem cabelos loiros, pele branca e olhos azuis.

Em 1556 foi doado a Antonio Moura Castro por Duarte Coelho donatário da Capitania de Pernambuco, uma sesmaria formada pelas terras compreendidas pelo rio São Miguel e pelo rio Coruripe. A partir deste tempo deu-se o início o processo de colonização da sesmaria com a introdução da cultura da cana de açúcar, registrando-se a implantação do engenho Jequiá e do Prata como pioneiros na ocupação da região.

Como uma das mais antigas famílias a ocuparem as terras da atual cidade, as margens do Rio jequiá, podemos citar um português Manoel da Cunha Coelho, que por volta de 1810 ocupava a localidade. Naquele tempo as atividades predominantes eram as retiradas da madeira, a produção de cocô e a cana de açúcar. Ligadas a produção de açúcar apareceram figuras ilustres, como o comendador Miguel Palmeira, denominado barão de Coruripe e o Senhor Manoel Duarte Ferreira Ferro, o barão de Jequiá, cuja residência ainda está presente na arquitetura da cidade. Consta também que, em 1900, a pesca artesanal já se iniciava na Lagoa jequiá. Um filho do Português Manoel, João Manoel Cunha Coelho arrematou em Coruripe o direito a pescaria no Rio jequiá e respectiva Lagoa.

Com o ciclo da produção açucareira, veio o ciclo das barcaças de madeiras, movidas pelo vento que transportavam o açúcar desde o porto da boca na Lagoa Jequiá, até o porto de Jaraguá. Consta que mesmo durante a segunda guerra mundial, os barcaçeiros se arriscavam a ser torpedeados pelos alemães, como o que aconteceu com o navio ita pajé, afundado ao longo da costa, na altura da Lagoa Azeda.

O território do município de Jequiá da Praia foi criado pela lei nº. 5.675, 03 de fevereiro de 1995. Porém, em decorrência de alguns problemas jurídicos e administrativos, somente em 01 de Janeiro de 1999 foi instalado o novo município, com a nomeação de um administrador, Dr. Miguel Soares Palmeira. O primeiro prefeito foi eleito em 03 de outubro de 2000, a Srª. Roseane Jatobá Lins, empossada em 01 de janeiro de 2001, sendo reeleito no último pleito, realizado no dia 06/10/2004.

Fonte: IBGE

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Feliz dia das Mães_08maio2011


Mãe,
Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Ser forte quando tudo ao redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para proteger e amparar seus filhos.
Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar…
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido,
Mãe é um ser infinito!

Amigas virtuais,
“Profissional, mulher e mãe”
Parabéns pelo seu dia!
08 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Rio das Ostras_RJ

RIO DAS OSTRAS – RJ

Rio das Ostras é conhecida internacionalmente pelo seu potencial turístico, seus atrativos e cultura, características de um município dinâmico.

As 14 praias que desenham sua costa são os atrativos mais procurados pelos turistas que chegam diariamente à cidade. As áreas de preservação do município provam que é possível crescer, preservando o meio ambiente. Ilhas, lagoas, o rio das Ostras e o manguezal são verdadeiras maravilhas para os amantes da natureza.

Nas áreas preservadas da cidade, o visitante tem a possibilidade de entrar em contato direto com espécies da fauna e da flora nativas, incluindo as áreas da Mata Atlântica.

A memória de Rio das Ostras está na essência da cultura dos antigos povos que habitavam a região há milhares de anos. Não por acaso, a exuberância da natureza do município convive em plena harmonia com as melhorias que a cidade vem recebendo nos últimos anos, com os investimentos gerados pelos royalties do petróleo extraído da Bacia de Campos.

Considerado um dos melhores destinos da Costa do Sol, Rio das Ostras tem no turismo sua principal atividade econômica. De fácil acesso e localizada a 170 quilômetros da capital do Estado do Rio de Janeiro, Rio das Ostras, com seus 28 km de litoral, possui mais de 90 mil habitantes e tem como municípios vizinhos Macaé e Casimiro de Abreu.

■ INFRA-ESTRUTURA
Para atender a grande demanda turística a cidade conta com aproximadamente 70 hotéis e pousadas, oferecem 3.300 leitos, além de cerca de 30 restaurantes e vários quiosques localizados na orla.

O mar calmo de quase todas as praias e o povo hospitaleiro que recebe de braços abertos todos os visitantes são um convite para visitar este município, que vem se destacando na região pelos seus investimentos na infra-estrutura turística.
Créditos: Prefeitura Municipal de Rio das Ostras

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Paranapiacaba_SP


PARANAPIACABA – SP

A vila de Paranapiacaba est á localizada no município de Santo André, localizada a 48 km do centro da capital. É um lugar charmoso, onde o clima e a neblina das montanhas fazem lembrar o clima europeu. Fundada para abrigar os funcionários da companhia inglesa de trens que construiu a São Paulo Railway, estrada que ligava o interior do Estado ao porto de Santos, essa pequena vila se tornou um dos lugares mais visitados da região atualmente.

Construída a partir de 1860, a vila tem casas feitas em madeira de pinho e estilo inglês, e ruas cuidadosamente planejadas, dando uma sensação de aconchego para quem chega ao lugar. Ligadas ao clima frio e constantemente nublado essas características dão ao vilarejo o clima que atrai turistas de todas as partes, principalmente durante o Festival de Inverno de Paranapiacaba, realizado no mês de julho.

Paranapiacaba é cercado pela exuberância da Mata Atlântica da Serra do Mar, onde o turista pode desfrutar de passeios relaxantes pelas trilhas, cachoeiras e piscinas naturais existentes ali. O lugar é ideal para a prática de arvorismo e rapel. A Igreja de Bom Jesus de Paranapiacaba e os museus Funicular (do Trem) e Castelinho, onde está o carro de D. Pedro II, são alguns lugares que devem ser visitados, além do Parque Natural, destinado à preservação da fauna e da flora locais.

A beleza da vila já atraiu a atenção de fotógrafos, escritores e cineastas, que fizeram das paisagens de Paranapiacaba cenários para suas obras. As estações e maquinários em exposição são verdadeiras aulas de história da técnica e da engenharia nas obras de arte da construção ferroviária. Um passeio inesquecível, que faz lembrar a Inglaterra, no meio da Serra do Mar.

No centro ainda existe o antigo relógio que controlava o ritmo das atividades dos operários que construíram a estrada e a estação ferroviária está em pleno funcionamento. A beleza arquitetônica característica deu à Paranapiacaba o título de Patrimônio Nacional e a classificação entre os 100 monumentos mais importantes do mundo por organizações internacionais e não-governamentais que atuam na área de preservação do patrimônio histórico.

Em abril de 2003 com a visita do grupo World Monuments Fund - WMF, ONG de origem norte americana que lista 100 bens anuais reconhecidos como patrimônio histórico que necessitam de trabalhos para a sua preservação, Paranapiacaba apareceu como patrimônio cultural mundial, dentro de uma lista internacional organizada pela WMF, que ao mesmo tempo denuncia a necessidade de recuperação dos patrimônios históricos mundiais e os reconhece como tal.

■ INFRA-ESTRUTURA
Quem visita Paranapiacaba tem a oportunidade de se hospedar em hotéis e pousadas construídos em estilo inglês, com o charme e aconchego oferecido pelo calor das lareiras. São diversos estabelecimentos, a maioria com pernoite e café da manhã. Restaurantes, bares e cafés coloniais satisfazem os mais variados paladares. Muitos deles foram montados em típicas casas de estilo inglês e oferecem desde petiscos a pratos requintados. Destaque para as delícias das tradicionais casas de chá, lugares ideais para as tardes frias da região.

Clima & Geografia
Tropical úmido com um inverno pouco rigoroso e uma neblina constante. O índice pluviométrico da região é acima de 2.000 mm, atualmente Paranapiacaba detém é o título de cidade que mais chove no Brasil.

A Vila de Paranapiacaba é coberta por uma floresta pluvial, montana ou baixo montana, que é uma espécie de floresta tropical onde a temperatura mais baixa e da altitude local interferem nas características básicas. Além disso, há mata atlântica que abriga animais e plantas em extinção.

O relevo é Irregular e montanhoso, composto por rochas cristalinas e faz parte do planalto Atlântico. Vales e baixadas cruzam diversos córregos que ajudam na formação de rio maiores como o rio Grande. As montanhas são constituídas por rochas muito duras, bem resistentes à erosão.

Créditos: Pref. de Santo André e EMBRATUR