segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal e excelente Ano Novo


Prezados Visitantes,

Desejo a todos um ótimo Natal e excelente Ano Novo, agradeço imensamente a visita ao meu cantinho.
Estou em recesso na publicação da matérias, mas prometendo voltar em 2013 com tudo, muitos informação interessante e na mesma linha para todos os gostos.

Obrigada,

Antonia Albuquerque

Dear Visitors,

I wish everyone a great Christmas and great New Year, thank immensely the visit to my little corner.
I'm in recess in the publication of materials, but promising to return in 2013 with all, many interesting information and in the same row for all tastes.

Thank you,

Antonia Albuquerque

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Penedo_AL


Penedo (AL)

O primeiro povoado de Alagoas é hoje uma das cidadezinhas mais belas do estado. Fundada no século 16, às margens do rio São Francisco, Penedo guarda um preservado centro histórico tomado por museus e igrejas dos séculos 17 e 18. A maior atração da região, porém, é o passeio de barco que leva à foz do Velho Chico, no município vizinho de Piaçabuçu.

A viagem dura cerca de 45 minutos, passando por casebres de ribeirinhos e cruzando com muitas jangadas coloridas. Chegando ao encontro do rio com o mar, a paisagem ganha a moldura de dunas douradas que formam um delta salpicado de coqueiros e imensas lagoas de águas azuis. As embarcações ficam ancoradas por uma hora, tempo estabelecido pelo Ibama para cada visita à região. O período é suficiente para subir e descer correndo pelas dunas e nadar nas lagoas, mas deixa um gostinho de "quero mais" quando a vontade de apreciar a paisagem não passa de jeito nenhum.

De volta à terra firme, circule a pé pelas ruas de paralelepípedo de Penedo. Comece o roteiro histórico pelo conjunto barroco formado pelo Convento de São Francisco e a Igreja de Santa Maria dos Anjos (1759). Continue pela aconchegante Igreja de Nossa Senhora da Corrente (1765), com azulejos portugueses policromados; o Teatro Sete de Setembro (1865); e o Museu do Paço Imperial.

É neste cenário que acontece o Festival de Tradições Populares, com desfiles de bandas de pífanos no segundo fim de semana de janeiro. Na mesma época, uma bela procissão fluvial comemora o dia do Bom Jesus dos Navegantes.

Além de história e cultura, Penedo também tem praias. A mais concorrida é a do Peba, a cerca de 30 quilômetros, na foz do São Francisco, com dunas e coqueirais. Boa parte do passeio é feito pela areia, sendo o acesso possível somente com bugues. Já para curtir o pôr do sol, o endereço é o antigo Forte da Rocheira, na beira do Velho Chico.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alcobaça_BA


Alcobaça_BA

Um dos portos de embarque para o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, Alcobaça é base para os turistas que seguem para o arquipélago em função de suas boas opções de hospedagem.

Quando chegam à cidade, porém, os visitantes se surpreendem também com as construções coloniais do Centro Histórico e com a mesa farta - cortada por mar, rio e manguezal, Alcobaça se orgulha de sua produção de camarões, siris, ostras e peixes, que chegam aos pratos sempre fresquinhos.

Na hora de curtir as praias, a mais procurada é a que dá nome à cidade, com calçadão, coqueirais e mar calmo. Outras boas opções são a da Barra, com casas de veraneio; e a do Coqueiro, deserta e com ondas fortes.

Vale a pena esticar o passeio até à zona rural, que ainda hoje abriga casas de fazenda e de farinha em pleno funcionamento.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Coruripe_AL


Coruripe (AL)

O povoado escondido no extremo sul de Alagoas ainda não foi descoberto por boa parte dos turistas que lotam as praias de Maceió. A cem quilômetros da capital, a rústica vila preserva a paz e a tranquilidade em meio a enormes coqueirais que contornam o mar cristalino e as areias brancas, finas e desertas. O farol e os gigantescos recifes completam a paisagem intocada.

Nos arredores de Coruripe estão outras belas praias - sempre salpicadas por coqueiros. Pituba, a cerca de 20 quilômetros, é perfeita para relaxar e passear de bugue. São quatro quilômetros de orla pontilhada por corais e sem movimento algum.

Lagoas e riachos também fazem parte do cenário, caso das praias da Lagoa do Pau e de Barreiras, tão desertas quanto Flexeira, do Toco, do Poço e Miaí de Baixo. Para caminhar e petiscar, a dica é curtir a praia de Miaí de Cima.

Também fazem a fama da região o belo artesanato em palha de ouricuri, uma espécie de palmeira local. Bolsas, tapetes, mandalas e jogos americanos trançados e coloridos são produzidos por uma associação de mulheres e encontrados no Pontal de Coruripe, a dez quilômetros do centrinho.

Já os trabalhos em palha de taboa - bandejas, potes e cestas - são feitos pelas artesãs de Feliz Deserto, um povoado vizinho.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Japaratinga_(AL)



Japaratinga (AL)

Escondida na Costa dos Corais - entre Maceió e Recife -, a antiga colônia de pescadores é um refúgio perfeito em meio a águas calmas, areias finas, recifes e coqueirais a perder de vista.

Deserta, praia do Boqueirão surpreende pelo cenário perfeito

Os 15 quilômetros de litoral da cidadezinha estão divididos em cinco praias. A que dá nome à vila abriga a prefeitura, os dois postos de saúde, as escolas, as praças, a delegacia, o mercado público e a igreja de Nossa Senhora das Candeias, construída pelos holandeses há mais de 300 anos.

Na beira do mar calmo concentram-se bares e restaurantes que capricham nos pescados.

Seguindo em direção às falésias surgem as praias de Bitingui, contornada por casas de veraneio e águas mansas; e Barreiras do Boqueirão, a mais movimentada da região, com fontes de água doce, casinhas rústicas e quiosques que servem peixe frito.

A deserta praia do Boqueirão vem logo depois e chama a atenção pelos densos coqueirais e as areias branquinhas. O último trecho é a praia do Pontal, um encontro do mar com o rio Manguaba. É dali que parte a balsa que leva à vila vizinha de Porto de Pedras.

Caminhar é uma das melhores maneiras de explorar os idílicos cenários de Japaratinga. Mas há também passeios de bugue, de barco e a cavalo que descortinam as paisagens por outros belos ângulos.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Praia do Francês_Maceió (AL)



Praia do Francês

Uma das praias mais conhecidas de Alagoas, a praia do Francês fica a apenas 33 quilômetros de Maceió, no município de Marechal Deodoro. O tom das águas - que vai do verde claro ao azul intenso - é tão variado quanto seu público.

Lado direito tem tranquilidade, coqueirais e muitos surfistas.
No canto esquerdo, protegido por recifes que formam piscinas naturais, a frequência é de famílias com crianças e da turma do burburinho, que lá encontra gigantescas e animadas barracas especializadas em frutos do mar.

Também os adeptos do jet-ski e dos esportes à vela aproveitam as águas calmas para praticar as atividades.

Já o rústico lado direito, tomado por ondas fortes e coqueirais, é o point dos surfistas. Longe do agito, a área garante ainda sossego e tranquilidade.

Boa parte dos turistas ainda fica hospedada em Maceió e curte a praia somente durante o dia, mas Francês dispõe de boa infra-estrutura de pousadas, restaurantes e lojinhas.

Uma vez na região, aproveite para fazer um passeio de barco até o Saco da Pedra, repleto de piscinas naturais, barracas simples e muita paz. Vale a pena também conhecer o Centro Histórico de Marechal Deodoro, com igrejas, conventos e museus; e ver de perto os trabalhos das rendeiras da cidade, encontrados no Espaço Cultural Santa Maria Madalena.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Porto de Pedras (AL)


Porto de Pedras (AL)


O charme rústico do cenário que contorna Porto de Pedras e as vilazinhas ao redor faz da região uma das mais encantadoras da Costa dos Corais, entre Maceió e Recife.
Praia do Patacho tem acesso precário, mas exclusividade compensa.
Na sede do município, as casas centenárias colorem o centrinho; enquanto na praia o destaque fica para o farol, acessível depois de cinco minutos de caminhada íngreme e vista de tirar o fôlego.

Quem segue para o Sul chega à praia do Patacho, uma das mais perfeitas da região, com mar azul clarinho e recifes.

O acesso é precário, mas quem enfrenta a estradinha de terra que serpenteia um coqueiral encontra uma paisagem deserta, com pouquíssimas construções à beira-mar.

A próxima parada é na praia do Lage, com coqueiros a perder de vista e razoável movimento na alta temporada.

O passeio segue até à vila de Tatuamunha, com casarões preservados e uma praia quase sempre vazia.
  
Por ali, o encanto fica por conta do riozinho de águas verdes, frequentado por peixes-boi. O cenário é perfeito para um romântico passeio - a pé ou de barco - durante o pôr do sol.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Maceió (AL)


Maceió (AL)

Nenhum dos 40 quilômetros de praias de Maceió consegue desapontar o visitante. São águas transparentes, com nuances que vão do verde clarinho ao azul turquesa, piscinas naturais, areias douradas e imensas manchas verdes, formadas ora por coqueirais, ora por fazendas de cana-de-açúcar. Os litorais Norte e Sul, repletos de cenários encantadores como Tabuba e Gunga, garantem aos turistas dias de férias variadas, a pequena distância dos principais hotéis.

O grande barato da capital alagoana é que as praias urbanas são tão bonitas quanto as mais afastadas. Mas é importante ficar atento às condições para banho - em Jatiúca, uma das praias mais famosas, ocasionalmente o mar está impróprio. Mesmo assim, vale a pena passear pela orla, onde se encontra uma boa  infra-estrutura com  barracas e cadeiras para alugar,  ciclovia e um imenso calçadão. De  Pajuçara, por exemplo,  partem as jangadas que levam ao aquário natural mais visitado da cidade.

Longe da orla ficam as atrações culturais, espalhadas pelo Centro de Maceió. São igrejas em estilos arquitetônicos variados - do barroco ao gótico - e espaços que guardam a rica arte popular do Nordeste. Também no bairro histórico do Jaraguá, antiga zona boêmia, estão construções do século 19, além de antigos casarões e armazéns.

O pólo gastronômico da capital nasceu em Jatiúca, a primeira praia a ganhar destaque nos guias de turismo da região. Hoje, por toda a orla, se encontram restaurantes e quiosques com uma grande variedade de opções. Da culinária regional - regada a frutos do mar, das lagoas e dos rios - aos pratos com sotaque francês, passando pelos japoneses e até peruanos, há restaurantes para todos os gostos.

Não deixe de experimentar pelo menos um quitute que leve sururu, um saboroso molusco de propriedades afrodisíacas. Guarde ainda um espaçinho para a tradicional tapioca, com mais de 30 sabores de recheio. Também típicos são os trabalhos das famosas rendeiras de Alagoas. Passada de mãe para filha, a arte confere cores e bordados a peças diversas encontradas no bairro do Pontal da Barra.

Nos arredores de Maceió, rusticidade é a palavra-chave, em especial na Costa dos Corais, ao Norte. As praias espetacularmente desertas e acessíveis pela estrada emoldurada por coqueirais, como Carro Quebrado e Tatuamunha, ficam em simples vilarejos. Em compensação, abrigam charmosas pousadas.

Já quase em Pernambuco, o destaque é Maragogi, com suas imensas piscinas naturais conhecidas como Galés. No sentido oposto, o destino é Penedo, uma bucólica cidade histórica às margens do Rio São Francisco. Dali é fácil partir para a foz do Velho Chico e apreciar o encontro de suas águas com o mar, rodeado por imensas dunas douradas.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Deserto do Saara-Africa


Deserto do Saara, África
texto de outros


O Deserto do Saara se estende por 10 países do norte da África, ocupando um espaço semelhante ao tamanho do Brasil. Trata-se de um dos lugares mais selvagens e áridos do planeta, mas também tem algumas das paisagens mais bonitas, com suas dunas que parecem não acabar nunca.

O deserto do Saara, no qual se distinguem dois trechos, um dominado por dunas arenosas e denominado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas, compreende parte dos seguintes países e territórios: Argélia, Burkina Faso, Chade, Egipto, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão, e Tunísia. Atualmente vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas na área do Saara.

A área do deserto também inclui parte das bacias do Rio Nilo e do Rio Senegal, as montanhas Aïr, Hoggar, Atlas e o Vulcão Tibesti, pequenos desertos como o Deserto da Líbia, Ténéré, Depressão do Qatar e Erg Chebbi, o lago Chade, e os oásis Bahariya, Ghardaïa e Timimoun. As fronteiras do Saara são o Oceano Atlântico a oeste, a cordilheira do Atlas e o Mar Mediterrâneo a norte, o Mar Vermelho a leste e o vale do Rio Níger a sul. O Saara divide o continente africano em duas partes, a África do Norte e Sub-Saariana. A fronteira saariana ao sul é marcada por uma faixa semi-árida de savana chamada Sahel.

Os limites do Saara podem também ser definidos por critérios botânicos, definidos por Frank White, que correspondem a zonas climáticas (por exemplo, definidas por Robert Capot-Rey). O limite norte coincide com a região em que se cultiva a tamareira (nos oasis) e com o limite sul do esparto, uma poácea típica do clima mediterrânico; este limite corresponde igualmente à isoieta (linha de igual precipitação anual) dos 100 mm. A sul, o Saara limita com o Sahel, uma cintura de savana seca com um verão chuvoso, que se estende através de toda a África. Aí o limite é definido pela Cornulaca monacantha, uma quenopodiácea tolerante à seca, ou pelo limite norte do Cenchrus biflorus, uma grama característica do Sahel, o que corresponde à isoeta de 150 mm. Este valor é a média de muitos anos, uma vez que a precipitação varia muito de um ano a outro.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Grand Canyon - EUA


Grand Canyon, EUA

O Grand Canyon encontra-se no território dos Estados Unidos. Seu vale foi moldado pelo rio Colorado durante milhares de anos à medida que suas águas percorriam o leito, aprofundando-o ao longo de 446 km. Chega a medir entre 6 e 29 km de largura e atinge profundidades de 1600 metros. Cerca de 2 bilhões de anos da história geológica da Terra foram expostos pelo rio, à medida que este e os seus afluentes vão expondo camada após camada de sedimentos.

O primeiro estrangeiro a visitar o Grand Canyon foi o espanhol Garcia Lopez de Cardenas em 1540. Porém, a primeira expedição científica ao desfiladeiro foi dirigida pelo Major John Wesley Powell no final da década de 1870. Powell referiu-se às rochas sedimentares expostas no desfiladeiro como "páginas de um belo livro de histórias". No entanto, a área era já ocupada por nativos americanos que estabeleciam povoados ao longo do desfiladeiro, como os hopi.

É considerado uma das sete maravilhas naturais do mundo e um ponto turístico visitado por milhares de turistas anualmente, gerando receita para as cidades e populações ribeirinhas ao desfiladeiro.

Tudo nesta formação natural é exagerado. Ao norte do Estado norte-americano do Arizona, o Grand Canyon é o maior cânion do mundo, um templo da geologia que se estende por mais de 400 km, chegando a medir 29 km de largura, com profundidades de mais de 1.500 metros.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Boundary Waters - EUA e Canadá



Boundary Waters, EUA e Canadá
Fonte: Diversas

Águas de Fronteira - também chamado de o país Quetico-Superior - é uma região de deserto ocupando o Canadá-Estados Unidos fronteira com os Estados entre Ontário e Minnesota , na região a oeste do Lago Superior .  Esta região é parte da Floresta Nacional Superior no nordeste de Minnesota e no Canadá que inclui La Verendrye e Quetico parques provinciais, em Ontário. Voyageurs National Park em Minnesota também pode ser considerado como parte das Águas de Fronteira. O nome "Águas de Fronteira" é frequentemente usado em os EUA para se referir especificamente à área da região selvagem EUA proteger sua extensão sul, as Águas de Fronteira Canoe Wilderness Area .

The Boundary Waters região é caracterizada por uma vasta rede de canais e pântanos dentro de um glacial paisagem esculpida do pré-cambriano rocha coberta de finas solos e florestas boreais. Águas de Fronteira é um destino popular para recreationalists perseguindo campismo, canoagem , pesca , bem como para aqueles que simplesmente olhando para o cenário natural e relaxamento.  A área é uma das várias distintas regiões do Minnesota .

Encravadas entre os Estados Unidos e o Canadá, nos Estados de Minnesota e Ontário, perto do Lago Superior, a região de Boundary Waters consiste em mais de 1000 lagos interconectados, cercados por belas florestas e ideais para a prática da canoagem. Muito filmes têm sido rodados nesta natureza deslumbrante

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Barcelona-Espanha




Barcelona, Espanha
Fonte: Diversas

Barcelona (em catalão, 'bərsəˈɫonə', em espanhol, 'barθeˈlona') é a maior cidade e a capital da comunidade autônoma da Catalunha, no nordeste da Espanha; é, também, a capital da comarca de Barcelonès e da província de Barcelona. É a segunda maior cidade da Espanha, após Madrid. Possui uma população de cerca de 1 621 537 habitantes e uma área de 101,4 km². A área urbana de Barcelona, porém, se estende além dos limites administrativos da cidade e abriga uma população de mais de 4,2 milhões de habitantes em uma área de 803 km² , sendo a sexta área urbana mais populosa na União Européia, após Paris, Londres, Vale do Ruhr, Madrid e Milão. Cerca de 5 milhões de pessoas vivem na área metropolitana de Barcelona.

É a maior metrópole da Europa dentre as localizadas na costa do Mediterrâneo. É a parte principal de uma união de cidades e municípios adjacentes chamada Área Metropolitana de Barcelona, com uma população de 3 186 461 habitantes em uma área de 636 km² (densidade de 5 010 habitantes por km²). Barcelona está localizada na costa do Mediterrâneo, entre a foz do Rio Llobregat e a foz do Rio Besòs, sendo limitada a oeste pela Serra de Collserola (512 metros de altitude).

Em Barcelona, se encontram as instituições mais importantes do governo da Catalunha: a Generalidade da Catalunha (governo autônomo) e o parlamento autônomo.

O nome Barcelona deriva do antigo Ibero Fenício Barkeno, inscrito em uma antiga moeda em alfabeto Ibero como  em grego antigo como Βαρκινών (Barkinṓn) e em latim como Barcino, Barcilonum e Barceno.

Durante a Idade Média, a cidade ficou conhecida como Barchinona, Barçalona, Barchelona e Barchenona.

Capital da Catalunha, Barcelona é incomparável e inesquecível. A cidade seduz turistas em busca de diversão nas muitas baladas e bares da cidade, suas praias, suas tapas e cozinha mediterrânea, sua arquitetura simbolizada pelo arquiteto Antônio Gaudí e sua Sagrada família – e, cada vez mais, para tentar ter a sorte de ver um jogo do Barça de Messi e Guardiola.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Acrópole de Atenas - Grécia



Acrópole de Atenas, Grécia
Fonte: Pesquisas diversas

A Acrópolis de Atenas foi construída entre 450 a 330 a.C sobre as ruínas de construções mais antigas. O sítio arqueológico possui quatro das mais importantes obras primas da arte grega clássica: O Parthenon, o Propileu, o Erecteion e o templo de Atena Nike. Em grego, Acrópolis significa "cidade no topo". Na Grécia antiga era um distrito de defesa que também reunia os principais prédios administrativos e religiosos da cidade.

Situado no centro histórico da capital grega, o bairro da Acrópole se ergue sobre um rochedo de 150 metros de altura, dando uma vista sobre a cidade. A Acrópole, dedicada à deusa Atena é mundialmente conhecida por seus vestígios de construções históricas como o Partenon.

Parte integrante do conjunto da Acrópole de Atenas, o Erectéion foi construído pelo Rei Mnesicles entre 421 e 406 a.C.

Seu nome deriva do nome de Erecteu, mítico Rei de Atenas. Segundo a lenda, Erecteu seria filho de Gaia (a própria Terra) e o deus Hefesto, trazido pela deusa Atena para a cidade por ela protegida, confiou sua guarda às três filhas do Rei Cecrops.

Este templo tinha importante função religiosa para os atenienses, e era dedicado ao culto de Atena e Posseidon, além de Erecteu.

No princípio da criação de tão poderosa cidade, os deuses Atena e Posseidon disputaram a honra de tornar-se seu patrono, competindo com presentes. Para demonstrar sua força e poderes, Posseidon fincado seu tridente no topo da Acrópole originou uma fonte de água salgada. Atena, por sua vez, ferindo uma pedra com sua lança haveria criado uma oliveira, que oferecia sombra, beleza e alimento, o que lhe propiciou a vitória.

Reza o mito que tanto a fonte de água salgada de Posseidon quanto a oliveira original criada por Atena repousavam no Erectéion - uma velha oliveira segue firme no local, e conforme a tradição seria a própria.

Um dos pontos mais marcantes da visita são as carótides: graciosas colunas construídas na forma de damas, o que torna o templo, segundo muitos, o mais belo exemplo de arte jônica que chegou aos dias de hoje.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Alagoas é o seu destino



Alagoas é o seu Destino

Numa extensão de 230 km, o litoral de Alagoas oferece praias de areias brancas e densos coqueirais, mas seu atrativo mais famoso é o grande número de piscinas naturais, com águas calmas e cristalinas, repletas de cardumes coloridos. 

Maceió é uma das capitais de estado mais bonitas do país, não só por ter o mar intensamente verde e lindas praias, como Garça Torta e Pratagi, mas também lagoas como a de Mundaú, com 9 ilhas bastante visitadas. Da praia de Pajuçara, partem jangadas para as piscinas naturais a 2 km do litoral.

No Litoral Norte de Alagoas, Maragogi, cujo mar transparente varia do azul ao verde, tem praias de águas calmas e uma imensa piscina natural, a 6 km da costa, conhecida como Galés. Porto de Pedras tem praias fascinantes, como Patacho e Tatuamunha.

Em São Miguel dos Milagres, o mar azul-turquesa é protegido por uma extensa barreira de corais e a costa tomada por fazendas de coco, num cenário paradisíaco. Barra de Santo Antônio possui piscinas naturais, falésias e praias maravilhosas, como a do Morro, da Ponta do Gamela e do Carro Quebrado.

A Praia do Francês tem, no seu lado esquerdo, o mar tranqüilo, graças aos recifes, de onde as jangadas saem para as piscinas naturais. Barra de São Miguel é um dos balneários mais completos de Alagoas, com dunas, falésias, mangues, lagoas e a foz do rio São Miguel, além de piscinas naturais e da belíssima praia do Gunga.

Coruripe tem 30 km de praias, entre as quais a mais bonita é a do Pituba, apesar do mar agitado. Penedo, fundada em 1565, ainda preserva o casario colonial e oferece passeios de barco ou bugue até as praias do litoral e a foz do Rio São Francisco, onde há dunas e piscinas naturais.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Guarapari_ES- Turismo

Guarapari-ES Turismo
Fonte: www.brasilturismo.com

A cidade de Guarapari, possui várias praias de diversas belezas naturais e pessoas diferentes, abaixo estão listadas algumas das diversas praias de Guarapari. Com uma vida noturna agitada, boates, festas, restaurantes e bares para todos os gostos, Guarapari agrada pessoas de todas as idades. Nas agitadas Praias do Morro e Mea ípe, você encontrará as mais variadas opções em meio a pessoas bonitas e interessantes.

Praia da Areia Preta, é a praia mais famosa de Guarapari. Suas areias são escuras e ricas em monazita, com poder medicinal e alto teor de radioatividade. No final desta praia, vê-se um barranco de cores variadas, passando do roxo, avermelhado até o branco. É a conhecida batinga, barro moldável, que serve para esculpir objetos.  

Praia das Castanheiras, a mais frequentada da cidade. É contornada, em toda sua extensão, por enormes castanheiras, origem de seu nome. Recifes: São pedras à flor d'água e separam a Praia das Castanheiras da Praia do Meio.

Praia de Santa Mônica, antigamente chamada de Zabumba, que é um dos tambores usados pelos africanos em seus rituais. Um bairro de Guarapari. O número cada vez maior de residências, escolas e restaurantes típicos, aliados aos demais elementos de uma paisagem urbana, compondo o espetáculo do mar.  

Praia do Morro, com quatro quilômetros de extensão a Praia do Morro se destaca pela variedade de atrações que pode oferecer ao turista; é palco para a prática de esportes de praia como: frescobol, bodyboarding, windsurf e surf.
  
Praia de Meaípe, finamente, chegamos a Meaípe, cujo significado é Rio do Povo. É uma aldeia de pescadores situada na zona sul de Guarapari. Paisagem de beleza constante, com recifes, compondo um cenário poético. Vida noturna bastante movimentada durante a alta temporada.

A cidade de Guarapari possui cerca de 9 cachoeiras conhecidas pelos seus moradores, as mais famosas são as São Felix, Cascatinha, Boa Esperança, Iracema, Cachoeira de Cabeça Quebrada que é umas das mais bonitas e mais frequentada, Alto do Jabuti, Cachoeira Buenos Aires e de Pernambuco.

Lagoa de Caraís, localizada dentro do parque Estadual de Setiba nas trilhas da Reserva, possui a cor avermelhada devido as suas raízes. Em tupi-guarani, 'Carai' é uma das muitas variedades de macacos no Brasil. Caminhando nas trilhas da reserva ecológica que margeia o mar, chega-se a esta lagoa de águas escuras, ladeada de areia, vegetação e uma grande pedra.

Lagoa Vermelha ou do Milho, também situada na reserva ecológica de Setiba, perto das dunas de Ulé. Suas águas escuras contrastam com a brancura das areias que circulam.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

São Luis_MA

SÃO LUIS-MA
Fonte: www.brasilturismo.com

São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses, mas, é curiosamente a mais lusitana. Os colonizadores deixaram aqui o maior e mais homogêneo conjunto arquitetônico de origem civil portuguesa da América Latina, reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

Sua hospitalidade, lindas praias, lendas e mistérios são apenas alguns dos fatores responsáveis por este encantamento. Mas é na riqueza do seu patrimônio arquitetônico que São Luís concentra a sua grande força para atrair um maior número de pessoas para visitá-la.

O conjunto Arquitetônico do Centro Histórico é um dos mais significativos do Brasil, com cerca de 3500 imóveis dos séculos XVIII e XIX distribuídos principalmente pelos bairros da Praia Grande, Desterro e Portinho

Historia
Fundada em 1612, São Luís recebeu esse nome em homenagem a Luís XIII, rei da França. São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses que permaneceram na cidade até 1615 quando, depois de muitas lutas, foram expulsos pelos portugueses liderados por Jerônimo de Albuquerque, herói de Guaxenduba, que acrescentou ao seu nome o apelido de Maranhão.

Os portugueses reinaram em paz até 1641, quando dois mil soldados holandeses chegaram em navios comandados pelo Almirante Jan Cornelli. Os holandeses destruíram casas, queimaram igrejas (eram protestantes) e saquearam a cidade como forma de pressão. Em 1642, sob o comando do Capitão Antonio Teixeira de Melo, os portugueses expulsaram os holandeses após terem encontrado a cidade em ruínas. A partir daí, São Luís passou por uma fase de tranqüilidade e foi tornando-se mais burguesa.

Embora tenha sido fundada por franceses, a capital do Estado do Maranhão guarda poucas evidências disso, com exceção de alguns nomes de ruas e monumentos, e um toque refinado na culinária. Mas os principais traços da cidade são mesmo herdados dos portugueses: o incrível casario azulejado e os inúmeros sobrenomes de origem lusitana, entre outras influências.

São Luis - Patrimônio da Humanidade
Em 1997, São Luís recebeu da UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, um reconhecimento à preservação de seu magnífico e homogêneo conjunto arquitetônico colonial latino-americano dos séculos XVIII e XIX. São mais de 3.500 edificações de inigualável valor histórico e artístico, que retratam o modo de vida das antigas famílias abastadas da cidade.

Turismo

Praia da Ponta D’Areia
Localizada ao norte da ilha e distante a 4 km do centro da cidade, é uma das mais freqüentadas, pois tem fácil acesso. As barracas de água de coco são padronizadas, e depois de reformada, a praça recebeu uma área de lazer para oferecer melhores serviços aos usuários. Na mesma orla encontram-se restaurantes, churrascaria, clubes de reggae, hotéis e aparts, um mini-shopping, postos de gasolina. O bairro São Francisco que fica ao lado tem estrutura comercial mais diversificada. Os atrativos de destaque da área são: a Lagoa da Jansen e o forte de Santo Antônio.   

Praia de São Marcos
A primeira praia da Avenida Litorânea ainda tem significativa faixa de dunas. E, assim como as demais, oferece mirantes, calçadão para caminhadas e circulação de bicicletas. Ali está localizado o Farol de São Marcos, mas além deste monumento, o trecho da avenida que passa por esta praia serve de palco para o Marafolia, um grande evento que imita o carnaval por quatro animadas noites. Há bares e área de estacionamento.   

Praia do Calhau
Também localizada na extensão da avenida Litorânea, oferece uma boa área para banho, prática de esportes na areia e na água, bares (alguns com programação musical ao vivo em finais de semana), restaurantes, hotéis, sorveterias e um posto do Corpo de Bombeiros.   

Praia do Caolho
Está entre as praias do Calhau e Olho D’Água, é bastante procurada para acampamentos. Há um trecho com algumas formações rochosas que aparecem quando a maré está baixa.

Praia do Olho D’Água
Na sua orla tem bares e pousadas, e nas imediações encontra-se o Sesc Turismo, empreendimento turístico com estrutura de hospedagem, alimentação e lazer (principalmente para comerciários, mas acessível à outra clientela).   

Praia da Guia
Localizada a oeste da ilha, no eixo do Itaqui Bacanga, possui paisagens exuberantes com dunas, vegetações rasteiras e muitos coqueiros.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Domingos Martins_ES


DOMINGOS MARTINS-ES

fonte: www.brasilturismo.com

Domingos Martins é um município localizado no estado do Espírito Santo, com uma população de 35.500 mil habitantes, recentemente recebeu o título de cidade mais romântica do Brasil, sendo um local muito procurado por casais para uma inesquecível lua de mel ou um final de semana romântico na Serra Capixaba. A cidade também é conhecida popularmente na região metropolitana e do interior do estado como "Campinho".

Está situada a aproximadamente 42 km da capital Vitória, possuindo uma altitude média de 542 m na sede do município e picos que ultrapassam os 1.800 metros, um dos maiores picos é a formação geológica conhecida como Pedra Azul, um dos principais pontos turísticos do estado e recentemente do Brasil.

A Pedra Azul está localizada a aproximadamente 46 km da sede "Campinho" onde fica o centro da cidade e inserida na vila de mesmo nome "Pedra Azul".

Pedra Azul é o nome dessa formação geológica inconfundível e única na paisagem do Brasil, um grande afloramento de gnaisse com 1.822 metros de altitude, que em determinadas horas do dia, dependendo da incidência de luz solar, proporciona a pedra colorações azuladas ou esverdeadas fenômeno ocasionada por musgos que se reproduzem em sua encosta.

O município de Domingos Martins é dividido em seis distritos que são: Sede (Centro), Isabel, Paraju, Melgaço, Aracê e Biriricas, sendo Aracê o mais conhecido e onde se encontra a vila de Pedra Azul, que possui os melhores hotéis e pousadas da região com excelentes infra-estruturas a nível internacional. É onde se localiza o mais famoso ponto turístico do município, proporcionando aos seus visitantes logo ao despertar, a incrível visão da natureza da região e como destaque a Pedra Azul

Domingos Martins não possui somente esta famosa formação geológica como ponto turístico, na Sede onde se encontra o centro da cidade existem construções com fachadas em estilo germânico, herança deixada pelos imigrantes alemães que se instalaram na região no século XVIII, diversos festivais escolheram a cidade como sede e muitos outros atrativos que fazem da cidade um excelente e aconchegante local para se divertir em suas férias.

A principal atividade do município é a agricultura, seguida do turismo e mais recentemente algumas pousadas rurais vem desenvolvendo na região o agro turismo. Domingos Martins é um dos principais produtores de morango, hortifrutigranjeiros, café e banana do estado do Espírito Santo.

O Agro turismo e o Turismo rural no município possuem ótima infra-estrutura turística onde propriedades rurais, produzem seus próprios produtos usados na alimentação e no preparo de comidas típicas da região. Existem diversas pousadas, restaurantes, casas de chá, entre outros estabelecimentos que produzem alimentos orgânicos. É possível adquirir e experimentar nas próprias propriedades onde estão hospedados deliciosos queijos, licores, vinhos, pães, biscoitos, doces e outros produtos 100% orgânicos produzidos na própria região.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Cuiabá_MT - História



CUIABÁ-MT HISTORIA
Fonte: www.brasilturismo.com

Muito diferente dos idos anos de 1719, quando Pascoal Moreira Cabral desbravava os rios e matas, e quando o ouro era produto que mais facilmente se obtinha, Cuiabá hoje é uma metrópole que completa 287 anos de transformação, numa verdadeira metamorfose que atingiu toda e qualquer peça da chamada Capital Verde de Mato Grosso.

Fundada em 8 de abril de 1719 pelos bandeirantes Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, às margens do córrego da Prainha, devido a descoberta de ouro, mais tarde denominadas “Lavras do Sutil”, a maior fonte de ouro que se teria achado no Brasil até então, Cuiabá só foi elevada a cidade em 17 de setembro de 1818, através de carta régia assinada por D. João VI. Só em agosto de 1835 se tornou Capital da província com a Lei nº 19, assinada por Antonio Pedro de Alencastro, à época, com cerca de 7 mil habitantes. Foi em 1909 que Cuiabá teve seu reconhecimento como Centro Geodésico da América do Sul. Em meados do Século XIX, já estando unidas a parte principal e a portuária da cidade, a população já atingia quase 10 mil habitantes.

Na segunda metade do século XIX, com o fim da Guerra do Paraguai e a livre negociação, a cidade ganha força com obras de infra-estrutura e equipamentos urbanos. Como polo avançado no interior brasileiro, centraliza uma região que passa a ter expressiva produção agroindustrial acuçareira e intensa produção extrativa, em especial de poaia e de seringa.

No século XX, a ligação rodoviária com São Paulo e Goiás e a aviação comercial, a partir de 1940, trouxeram o desenvolvimento da Capital. O grande marco de crescimento, no entanto, têm início na década de 70, quando o Governo Federal inicia um programa de povoamento do interior do País, oferecendo vantagens para os interessados. Em cinco anos, de 1970 a 1975, a população passou de 83 mil para 127 mil pessoas. Hoje, de acordo com o censo do IBGE, publicado em 2004, a Capital de Mato Grosso tem 524 mil habitantes.

Localizada a uma altitude de 165 metros, a Capital possui uma área de 3.984,9 km2, com um clima tropical umido no verão (dezembro a fevereiro) e seco no inverno (junho a agosto). A temperatura máxima, nos dias mais quentes, fica em torno de 45ºC. A mínima varia entre 12 e 14ºC. O município divide águas das Bacias Amazônica e Platina. Entre os principais rios dessas redes hidrográficas estão o Cuiabá e o das Mortes.

O rio Cuiabá, que corta a cidade, divide dois municípios: Cuiabá e Várzea Grande. A Capital mato-grossense limita-se ao Norte com Rosário Oeste, a Noroeste com Acorizal, a Sodoeste com Várzea Grande, ao Sul com Santo Antonio do Leverger, a Leste com Campo Verde e a Noroeste com Chapada dos Guimarães. A economia da Capital hoje está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria, com um distrito industrial que dispõe de infra-estrutura necessária, a Capital vem atraindo empresários de várias regiões do País.

Com 288 anos, Cuiabá se prepara para viver outro grande surto de crescimento, com a implantação de vários mega-projetos, entre eles, a ligação ferroviária com o Porto de Santos, a conclusão e pavimentação da rodovia Cuiabá-Santarém, a BR-163, a saída rodoviária para o Oceano Pacífico, a hidrovia do Paraguai, a Usina de Manso, a Termoelétrica e o Gasoduto.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Guarapari_ES



Guarapari-ES

O crescimento de Guarapari, no decorrer de sua história, foi realmente muito lento. Na década de 30 as casas não passavam de 250 unidades e, somente na década de 40 é que foi registrada a construção da primeira casa de veraneio. Até 1.952 Guarapari era lugar de difícil acesso, pois a travessia do canal ainda era feita através de balsa. Neste ano foi construída a primeira ponte de madeira ligando o município aos acessos já disponíveis. Mas foi na década de 60 que Guarapari apareceu para o mundo turisticamente. Divulgada para os quatro cantos do mundo pelo Dr. Silva Mello, a cidade das areias monazíticas medicinais passou a ser referência mundial para o turismo saúde. Por isso o título de 'Cidade Saúde'. Hoje possui uma população estimada em 110.000 mil habitantes.

Guarapari está localizada ao sul de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, fazendo parte integrante de sua região metropolitana. É caracterizada por um belíssimo litoral, banhado por águas claras, e propícias ao mergulho e à pesca.

A Rodovia do Sol (ES-060), que corta quase todo litoral do Espírito Santo, é bem movimentada durante o verão. Ela acompanha o mar durante quase todos os 120 quilômetros que separam Vitória de Marataízes, no extremo sul do Estado, passando por Vila Velha, Guarapari, Anchieta, Piúma e, depois de Marataízes, seguindo por mais 58 quilômetros em estrada sem pavimentação até a divisa com o Estado do Rio, na foz do rio Itabapoana, Guarapari é o maior centro turístico do Estado do Espirito Santo.

A cidade possui diversas opções de hospedagem que vão desde aconchegantes pousadas à luxuosos hotéis.
Créditos: Pref. Mun. de Guarapari

Historia e Cultura
Guarapari situa-se em local onde estava assentada uma taba dos Goitacás. Em 1585 o padre José de Anchieta levantou uma capela, dedicada a Santana, e construiu residências destinadas aos catequistas da Companhia de Jesus. Os índios passaram a residir junto à igreja e o aldeiamento foi crescendo com a presença também de portugueses. Foi freguesia em 1655. Teve foros de Município a 1.° de março de 1670 (a delimitação municipal só foi realizada em 1878). Em 1677, o donatário da capitania, Francisco Gil de Araújo, construiu uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição (atual padroeira) e em 1679 criou a vila.

O primeiro nome foi Vila dos Jesuítas, depois, Aldeia de Nossa Senhora, Aldeia de Santa Maria de Guaraparim, Guaraparim, Goaraparim e finalmente, Guarapari, vocábulo de origem indígena, derivado (segundo Montoya e Saint Hilaire) de guará-pássaro de arribação, que aparece à beiramar de variadas cores - e pari - rede, significando lugar onde se armam redes para apanhar guarás.

Fonte: IBGE

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fortaleza_CE-História


FORTALEZA – CE
História & Cultura
fonte: www.brasilturismo.com

Depois de fracassadas tentativas de colonização por Pero Coelho, em 1603, e pelos padres Francisco Pinto e Luís Figueira, em 1607, não se tem notícia de novas expedições ao Ceará, até que a necessidade da reconquista do Maranhão exigisse a vinda de Martins Soares Moreno.

Moço, no dizer de historiadores, corajoso, forte e possuidor de todas as virtudes dos paladinos portugueses do século XVII, erigiu, a 20 de janeiro de 1612, na barra do Rio Ceará um fortim a que chamou São Sebastião. Em 1613, o fortim recebeu a visita de Jerônimo de Albuquerque, que, destinando-se ao Maranhão, passou por ali afim de convidar Soares Moreno para participar da expedição.

Ausentando-se para o Maranhão, Moreno só voltou ao Ceará em 1621. Encontrou o forte em ruínas, mas reconstruiu-o tratando de apaziguar os indígenas; distribui sementes, mudas de cana-de-açúcar e gado, procurando lançar as bases da prosperidade da Capitania. Permaneceu na terra até 1631, quando teve de ir para Pernambuco lutar contra os holandeses. Sucederam no comando Domingos da Veiga Cabral e Bartolomeu de Brito Freire. O fortim, reduzido a estado precaríssimo, foi tomado pela expedição de George Gartsman e Henderick Huss, a 26 de outubro de 1637, ficando sua guarda sob a responsabilidade do tenente Van Hans, posteriormente substituído por Gedion Morris.

Em 1644, foi o forte assaltado e destruído por índios revoltados. Os flamengos voltaram em 1649, com 298 homens em duas embarcações grandes e dois barcos menores, desembarcando em 3 de abril e levantando novo fortim, distante do primeiro, a margem do riacho Pajeú na elevação de terreno chamado Marajaig. Este forte, construído segundo planta do engenheiro Ricardo Carr, recebeu o nome de Forte Schoonenborch, em homenagem ao governador de Pernambuco. Antipatizados e hostilizados pelos índios, os holandeses transferiram todos os alojamentos e instalações e subsistências para dentro do forte.

Tal situação perdurou até que, vencidos em Pernambuco, foram obrigados a entregar a praça de guerra a Álvaro Barreto, que a restaurou e mudou seu nome para Forte de Nossa Senhora da Assunção. Com o eficaz apoio e cooperação dos índios pacificados, deu início a construção de uma ermida, em 1654, restabelecendo a colonização portuguesa.

Feito de madeira e estacas de carnaúba, por diversas vezes teve de sofrer reformas, até desmoronar. No local do forte arruinado, foram lançados os alicerces da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção em 12 de outubro de 1812. Em 1847 a fortaleza sofreu remodelações, e dez anos depois classificada como de segunda classe. Em 1910, foi desarmada, permanecendo como simples monumento histórico.

Fortaleza - a "loura desposada do sol" do poema de Paula Ney, participou de movimentos cívicos da história do Brasil, antes e depois da Independência. Referência especial deve ser feita à atitude de bravos jangadeiros, chefiados por Francisco José do Nascimento, o "Dragão do Mar", os quais impediram o trânsito de escravos no porto da capital, tornando o Ceará o Estado pioneiro da abolição da escravatura no Brasil, a partir de 1884.

Fonte: IBGE
Crédito: Christian Knepper / EMBRATUR

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Cuiabá_MT



CUIABÁ-MT
  
Cuiabá é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. A população de Cuiabá é de quase 530 mil habitantes, enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 750 mil habitantes. Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.

A economia de Cuiabá, hoje, está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria. Muitas indústrias, principalmente aquelas que devem ser mantidas longe das áreas populosas, estão instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá (DIICC), criado em 1978. Na agricultura, cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros.

Cuiabá faz limite com os municípios de Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal.

O município é cercado por três grandes ecossistemas: a amazônia, o cerrado e o pantanal; está próximo da Chapada dos Guimarães e ainda é considerado a porta de entrada da floresta amazônica. A vegetação predominante no município é o cerrado, desde suas variantes mais arbustivas até as matas mais densas à beira dos cursos d'água.

Cuiabá é abastecida pelo rio Cuiabá, afluente do Rio Paraguai e limite entre a capital e Várzea Grande. O município se encontra no divisor de águas das bacias Amazônica e Platina e é banhado também pelos rios Coxipó-Açu, Pari, Mutuca, Claro, Coxipó, Aricá, Manso, São Lourenço, das Mortes, Cumbuca, Suspiro, Coluene, Jangada, Casca, Cachoeirinha e Aricazinho, além de córregos e ribeirões.

O clima é tropical quente e úmido. As chuvas se concentram de setembro à abril, enquanto que no resto do ano as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nesses meses são comuns a chegada de frentes frias vindas do sul do país, deixando o clima mais ameno e úmido. Quando essas frentes se dissipam, o calor, associado à fumaça produzida pelas constantes queimadas nessa época, faz a umidade relativa do ar cair a níveis baixos, às vezes abaixo dos 15%, aumentando os casos de doenças respiratórias. A precipitação média anual de 1.469,4 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. A temperatura máxima média chega a 34,1ºC, mas as máximas absolutas chegam a mais de 40ºC. A mínima média em julho, o mês mais frio, é de 16,7ºC.

O quadro geomorfológico do município é, em grande parte, representado pelo Planalto da Casca e pela Depressão Cuiabana. Predominam os relevos de baixa amplitude com altitudes que variam de 146 a 250 metros na área da própria cidade.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Belém - Pará



BELÉM-PARÁ


O território hoje ocupado pelo município de Belém, foi em meados do século XVIII, um pequeno aldeamento de índios remanecentes dos Xucurús e que viviam às margens do Rio Lunga. Estes silvícolas, tinham por hábito a colheita de uma planta denominada "canudos", que usavam nos cachimbos que fumavam, e que existia em grande quantidade junto à serra Canudos, também conhecida na região como serra dos Guaribas.

Canudos estava sob a jurisdição de Anadia. Em 1953 foi elevada a condição de vila, o que muito contribuiu para que melhorasse. Por força da lei nº 1.712 de 08 de agosto, foi elevada à condição de Vila de Canudos. Em 1962 a lei nº 2.466 de 24 de agosto, estabeleceu sua autonomia administrativa. A instalação oficial ocorreu a 26 de setembro do mesmo ano desmembrando-se de Anadia.

O movimento de emancipação encontrou em Manoel Belarmino da Silva, Marinho José da Silva, José Cardoso da Silva, Euclides Duarte Barros, Antônio Tenório Cavalcante, Valdomiro Marques, Manoel Vieira Ramos, Valdir Barreto de Souza, Manoel Soares da Silva e José Crescêncio Filho seus principais baluartes.
 Fonte: IBGE

TURISMO

Complexo Feliz Luzitânia
O complexo turístico, localizado na região portuária de Belém, com construções que datam do período colonial, atualmente abriga museus, restaurantes e oferece diversas opções de lazer às margens da Baía do Guajará.

Engloba a Igreja de Santo Alexandre, com seus belos jardins externos; o Museu de Arte Sacra, repleto de estátuas e artefatos religiosos que retratam a história regional; o Forte do Presépio e a Casa das 11 Janelas.

Mercado do Ver-o-Peso
Um dos cartões postais de Belém, o Ver-o-Peso reúne tudo o que há de mais paraense. Na feira diversificada são encontrados peixes de água doce, carnes, frutas e legumes regionais, além de artigos religiosos e ervas medicinais.

O complexo, localizado no centro histórico de Belém, enche a alma dos visitantes e moradores com sua beleza, cheiros, cores e sabores

Estação das Docas
Com uma área de 32 mil metros quadrados em 500 metros de orla fluvial de Belém, a Estação das Docas é um grande complexo de lazer, excelente para qualquer idade e para todos os gostos.

Ideal para passear e contemplar a Baía do Guajará, tomar deliciosos sorvetes de frutas regionais, assim como assistir a shows folclóricos e se deliciar com os pratos típicos da culinária paraense. Também abriga , museu, feira de artesanatos, lojas e muito mais.

O complexo todo construído em ferro inglês, no antigo porto da capital, foi restaurado e tombado pelo Patrimônio Histórico.

Planetário Sebastião Sodré da Gama
O planetário do Pará é uma opção de lazer cultural e de estímulo ao conhecimento prático e científico, onde é possível se obter dados específicos, com equipamentos apropriados para estudos, análises e pesquisas sobre Astronomia.

Inaugurado em 1998, é o primeiro de toda Região Norte, e considerado um dos mais modernos do país, com equipamentos vindos diretamente da Alemanha. Reproduz em sua cúpula 88 constelações, 7.000 estrelas, planetas, cometas, etc.   

Mercado de São Brás
Construído na primeira década do século XX, em estilo art nouveau e neoclássico. Em suas dependências, funcionam lojas de artesanato paraense.

Mangal das Garças
Lindíssimo local com borboletário, viveiro de pássaros, restaurante, farol e museu. Às margens do Rio Guamá, o parque fica localizado no entorno do Centro Histórico de Belém, em uma área de aproximadamente 40.000 m², contígua ao Arsenal de Marinha.

O Mangal das Garças representa uma síntese do ambiente amazônico, bem no coração da cidade. Uma obra emblemática onde a natureza é preservada e o homem aprende a conviver, sem destruir, com a sua circunstância ambiental.

Em harmonia com essa paisagem, foram introduzidas algumas edificações: pórtico, restaurante, mirante, viveiro de pássaros, viveiro de borboletas e beija-flores e quiosques para lanches. 

Parque da Residência
Antiga residência dos governadores do Pará, no início do século, hoje mantém um orquidário que abriga espécies raras da Amazônia.

Um traço peculiar do Parque é que, na sua área central, encontra-se um antigo vagão de trem, da Estrada de Ferro de Bragança, onde hoje funciona uma sorveteria de sabores regionais.

A Estação Gasômetro, toda em ferro, comporta um teatro para 400 pessoas, um café e lojas de produtos regionais e um restaurante.