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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Guarapari_ES- Turismo

Guarapari-ES Turismo
Fonte: www.brasilturismo.com

A cidade de Guarapari, possui várias praias de diversas belezas naturais e pessoas diferentes, abaixo estão listadas algumas das diversas praias de Guarapari. Com uma vida noturna agitada, boates, festas, restaurantes e bares para todos os gostos, Guarapari agrada pessoas de todas as idades. Nas agitadas Praias do Morro e Mea ípe, você encontrará as mais variadas opções em meio a pessoas bonitas e interessantes.

Praia da Areia Preta, é a praia mais famosa de Guarapari. Suas areias são escuras e ricas em monazita, com poder medicinal e alto teor de radioatividade. No final desta praia, vê-se um barranco de cores variadas, passando do roxo, avermelhado até o branco. É a conhecida batinga, barro moldável, que serve para esculpir objetos.  

Praia das Castanheiras, a mais frequentada da cidade. É contornada, em toda sua extensão, por enormes castanheiras, origem de seu nome. Recifes: São pedras à flor d'água e separam a Praia das Castanheiras da Praia do Meio.

Praia de Santa Mônica, antigamente chamada de Zabumba, que é um dos tambores usados pelos africanos em seus rituais. Um bairro de Guarapari. O número cada vez maior de residências, escolas e restaurantes típicos, aliados aos demais elementos de uma paisagem urbana, compondo o espetáculo do mar.  

Praia do Morro, com quatro quilômetros de extensão a Praia do Morro se destaca pela variedade de atrações que pode oferecer ao turista; é palco para a prática de esportes de praia como: frescobol, bodyboarding, windsurf e surf.
  
Praia de Meaípe, finamente, chegamos a Meaípe, cujo significado é Rio do Povo. É uma aldeia de pescadores situada na zona sul de Guarapari. Paisagem de beleza constante, com recifes, compondo um cenário poético. Vida noturna bastante movimentada durante a alta temporada.

A cidade de Guarapari possui cerca de 9 cachoeiras conhecidas pelos seus moradores, as mais famosas são as São Felix, Cascatinha, Boa Esperança, Iracema, Cachoeira de Cabeça Quebrada que é umas das mais bonitas e mais frequentada, Alto do Jabuti, Cachoeira Buenos Aires e de Pernambuco.

Lagoa de Caraís, localizada dentro do parque Estadual de Setiba nas trilhas da Reserva, possui a cor avermelhada devido as suas raízes. Em tupi-guarani, 'Carai' é uma das muitas variedades de macacos no Brasil. Caminhando nas trilhas da reserva ecológica que margeia o mar, chega-se a esta lagoa de águas escuras, ladeada de areia, vegetação e uma grande pedra.

Lagoa Vermelha ou do Milho, também situada na reserva ecológica de Setiba, perto das dunas de Ulé. Suas águas escuras contrastam com a brancura das areias que circulam.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

São Luis_MA

SÃO LUIS-MA
Fonte: www.brasilturismo.com

São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses, mas, é curiosamente a mais lusitana. Os colonizadores deixaram aqui o maior e mais homogêneo conjunto arquitetônico de origem civil portuguesa da América Latina, reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.

Sua hospitalidade, lindas praias, lendas e mistérios são apenas alguns dos fatores responsáveis por este encantamento. Mas é na riqueza do seu patrimônio arquitetônico que São Luís concentra a sua grande força para atrair um maior número de pessoas para visitá-la.

O conjunto Arquitetônico do Centro Histórico é um dos mais significativos do Brasil, com cerca de 3500 imóveis dos séculos XVIII e XIX distribuídos principalmente pelos bairros da Praia Grande, Desterro e Portinho

Historia
Fundada em 1612, São Luís recebeu esse nome em homenagem a Luís XIII, rei da França. São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses que permaneceram na cidade até 1615 quando, depois de muitas lutas, foram expulsos pelos portugueses liderados por Jerônimo de Albuquerque, herói de Guaxenduba, que acrescentou ao seu nome o apelido de Maranhão.

Os portugueses reinaram em paz até 1641, quando dois mil soldados holandeses chegaram em navios comandados pelo Almirante Jan Cornelli. Os holandeses destruíram casas, queimaram igrejas (eram protestantes) e saquearam a cidade como forma de pressão. Em 1642, sob o comando do Capitão Antonio Teixeira de Melo, os portugueses expulsaram os holandeses após terem encontrado a cidade em ruínas. A partir daí, São Luís passou por uma fase de tranqüilidade e foi tornando-se mais burguesa.

Embora tenha sido fundada por franceses, a capital do Estado do Maranhão guarda poucas evidências disso, com exceção de alguns nomes de ruas e monumentos, e um toque refinado na culinária. Mas os principais traços da cidade são mesmo herdados dos portugueses: o incrível casario azulejado e os inúmeros sobrenomes de origem lusitana, entre outras influências.

São Luis - Patrimônio da Humanidade
Em 1997, São Luís recebeu da UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, um reconhecimento à preservação de seu magnífico e homogêneo conjunto arquitetônico colonial latino-americano dos séculos XVIII e XIX. São mais de 3.500 edificações de inigualável valor histórico e artístico, que retratam o modo de vida das antigas famílias abastadas da cidade.

Turismo

Praia da Ponta D’Areia
Localizada ao norte da ilha e distante a 4 km do centro da cidade, é uma das mais freqüentadas, pois tem fácil acesso. As barracas de água de coco são padronizadas, e depois de reformada, a praça recebeu uma área de lazer para oferecer melhores serviços aos usuários. Na mesma orla encontram-se restaurantes, churrascaria, clubes de reggae, hotéis e aparts, um mini-shopping, postos de gasolina. O bairro São Francisco que fica ao lado tem estrutura comercial mais diversificada. Os atrativos de destaque da área são: a Lagoa da Jansen e o forte de Santo Antônio.   

Praia de São Marcos
A primeira praia da Avenida Litorânea ainda tem significativa faixa de dunas. E, assim como as demais, oferece mirantes, calçadão para caminhadas e circulação de bicicletas. Ali está localizado o Farol de São Marcos, mas além deste monumento, o trecho da avenida que passa por esta praia serve de palco para o Marafolia, um grande evento que imita o carnaval por quatro animadas noites. Há bares e área de estacionamento.   

Praia do Calhau
Também localizada na extensão da avenida Litorânea, oferece uma boa área para banho, prática de esportes na areia e na água, bares (alguns com programação musical ao vivo em finais de semana), restaurantes, hotéis, sorveterias e um posto do Corpo de Bombeiros.   

Praia do Caolho
Está entre as praias do Calhau e Olho D’Água, é bastante procurada para acampamentos. Há um trecho com algumas formações rochosas que aparecem quando a maré está baixa.

Praia do Olho D’Água
Na sua orla tem bares e pousadas, e nas imediações encontra-se o Sesc Turismo, empreendimento turístico com estrutura de hospedagem, alimentação e lazer (principalmente para comerciários, mas acessível à outra clientela).   

Praia da Guia
Localizada a oeste da ilha, no eixo do Itaqui Bacanga, possui paisagens exuberantes com dunas, vegetações rasteiras e muitos coqueiros.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Cuiabá_MT - História



CUIABÁ-MT HISTORIA
Fonte: www.brasilturismo.com

Muito diferente dos idos anos de 1719, quando Pascoal Moreira Cabral desbravava os rios e matas, e quando o ouro era produto que mais facilmente se obtinha, Cuiabá hoje é uma metrópole que completa 287 anos de transformação, numa verdadeira metamorfose que atingiu toda e qualquer peça da chamada Capital Verde de Mato Grosso.

Fundada em 8 de abril de 1719 pelos bandeirantes Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, às margens do córrego da Prainha, devido a descoberta de ouro, mais tarde denominadas “Lavras do Sutil”, a maior fonte de ouro que se teria achado no Brasil até então, Cuiabá só foi elevada a cidade em 17 de setembro de 1818, através de carta régia assinada por D. João VI. Só em agosto de 1835 se tornou Capital da província com a Lei nº 19, assinada por Antonio Pedro de Alencastro, à época, com cerca de 7 mil habitantes. Foi em 1909 que Cuiabá teve seu reconhecimento como Centro Geodésico da América do Sul. Em meados do Século XIX, já estando unidas a parte principal e a portuária da cidade, a população já atingia quase 10 mil habitantes.

Na segunda metade do século XIX, com o fim da Guerra do Paraguai e a livre negociação, a cidade ganha força com obras de infra-estrutura e equipamentos urbanos. Como polo avançado no interior brasileiro, centraliza uma região que passa a ter expressiva produção agroindustrial acuçareira e intensa produção extrativa, em especial de poaia e de seringa.

No século XX, a ligação rodoviária com São Paulo e Goiás e a aviação comercial, a partir de 1940, trouxeram o desenvolvimento da Capital. O grande marco de crescimento, no entanto, têm início na década de 70, quando o Governo Federal inicia um programa de povoamento do interior do País, oferecendo vantagens para os interessados. Em cinco anos, de 1970 a 1975, a população passou de 83 mil para 127 mil pessoas. Hoje, de acordo com o censo do IBGE, publicado em 2004, a Capital de Mato Grosso tem 524 mil habitantes.

Localizada a uma altitude de 165 metros, a Capital possui uma área de 3.984,9 km2, com um clima tropical umido no verão (dezembro a fevereiro) e seco no inverno (junho a agosto). A temperatura máxima, nos dias mais quentes, fica em torno de 45ºC. A mínima varia entre 12 e 14ºC. O município divide águas das Bacias Amazônica e Platina. Entre os principais rios dessas redes hidrográficas estão o Cuiabá e o das Mortes.

O rio Cuiabá, que corta a cidade, divide dois municípios: Cuiabá e Várzea Grande. A Capital mato-grossense limita-se ao Norte com Rosário Oeste, a Noroeste com Acorizal, a Sodoeste com Várzea Grande, ao Sul com Santo Antonio do Leverger, a Leste com Campo Verde e a Noroeste com Chapada dos Guimarães. A economia da Capital hoje está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria, com um distrito industrial que dispõe de infra-estrutura necessária, a Capital vem atraindo empresários de várias regiões do País.

Com 288 anos, Cuiabá se prepara para viver outro grande surto de crescimento, com a implantação de vários mega-projetos, entre eles, a ligação ferroviária com o Porto de Santos, a conclusão e pavimentação da rodovia Cuiabá-Santarém, a BR-163, a saída rodoviária para o Oceano Pacífico, a hidrovia do Paraguai, a Usina de Manso, a Termoelétrica e o Gasoduto.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Guarapari_ES



Guarapari-ES

O crescimento de Guarapari, no decorrer de sua história, foi realmente muito lento. Na década de 30 as casas não passavam de 250 unidades e, somente na década de 40 é que foi registrada a construção da primeira casa de veraneio. Até 1.952 Guarapari era lugar de difícil acesso, pois a travessia do canal ainda era feita através de balsa. Neste ano foi construída a primeira ponte de madeira ligando o município aos acessos já disponíveis. Mas foi na década de 60 que Guarapari apareceu para o mundo turisticamente. Divulgada para os quatro cantos do mundo pelo Dr. Silva Mello, a cidade das areias monazíticas medicinais passou a ser referência mundial para o turismo saúde. Por isso o título de 'Cidade Saúde'. Hoje possui uma população estimada em 110.000 mil habitantes.

Guarapari está localizada ao sul de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, fazendo parte integrante de sua região metropolitana. É caracterizada por um belíssimo litoral, banhado por águas claras, e propícias ao mergulho e à pesca.

A Rodovia do Sol (ES-060), que corta quase todo litoral do Espírito Santo, é bem movimentada durante o verão. Ela acompanha o mar durante quase todos os 120 quilômetros que separam Vitória de Marataízes, no extremo sul do Estado, passando por Vila Velha, Guarapari, Anchieta, Piúma e, depois de Marataízes, seguindo por mais 58 quilômetros em estrada sem pavimentação até a divisa com o Estado do Rio, na foz do rio Itabapoana, Guarapari é o maior centro turístico do Estado do Espirito Santo.

A cidade possui diversas opções de hospedagem que vão desde aconchegantes pousadas à luxuosos hotéis.
Créditos: Pref. Mun. de Guarapari

Historia e Cultura
Guarapari situa-se em local onde estava assentada uma taba dos Goitacás. Em 1585 o padre José de Anchieta levantou uma capela, dedicada a Santana, e construiu residências destinadas aos catequistas da Companhia de Jesus. Os índios passaram a residir junto à igreja e o aldeiamento foi crescendo com a presença também de portugueses. Foi freguesia em 1655. Teve foros de Município a 1.° de março de 1670 (a delimitação municipal só foi realizada em 1878). Em 1677, o donatário da capitania, Francisco Gil de Araújo, construiu uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição (atual padroeira) e em 1679 criou a vila.

O primeiro nome foi Vila dos Jesuítas, depois, Aldeia de Nossa Senhora, Aldeia de Santa Maria de Guaraparim, Guaraparim, Goaraparim e finalmente, Guarapari, vocábulo de origem indígena, derivado (segundo Montoya e Saint Hilaire) de guará-pássaro de arribação, que aparece à beiramar de variadas cores - e pari - rede, significando lugar onde se armam redes para apanhar guarás.

Fonte: IBGE

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Fortaleza_CE-História


FORTALEZA – CE
História & Cultura
fonte: www.brasilturismo.com

Depois de fracassadas tentativas de colonização por Pero Coelho, em 1603, e pelos padres Francisco Pinto e Luís Figueira, em 1607, não se tem notícia de novas expedições ao Ceará, até que a necessidade da reconquista do Maranhão exigisse a vinda de Martins Soares Moreno.

Moço, no dizer de historiadores, corajoso, forte e possuidor de todas as virtudes dos paladinos portugueses do século XVII, erigiu, a 20 de janeiro de 1612, na barra do Rio Ceará um fortim a que chamou São Sebastião. Em 1613, o fortim recebeu a visita de Jerônimo de Albuquerque, que, destinando-se ao Maranhão, passou por ali afim de convidar Soares Moreno para participar da expedição.

Ausentando-se para o Maranhão, Moreno só voltou ao Ceará em 1621. Encontrou o forte em ruínas, mas reconstruiu-o tratando de apaziguar os indígenas; distribui sementes, mudas de cana-de-açúcar e gado, procurando lançar as bases da prosperidade da Capitania. Permaneceu na terra até 1631, quando teve de ir para Pernambuco lutar contra os holandeses. Sucederam no comando Domingos da Veiga Cabral e Bartolomeu de Brito Freire. O fortim, reduzido a estado precaríssimo, foi tomado pela expedição de George Gartsman e Henderick Huss, a 26 de outubro de 1637, ficando sua guarda sob a responsabilidade do tenente Van Hans, posteriormente substituído por Gedion Morris.

Em 1644, foi o forte assaltado e destruído por índios revoltados. Os flamengos voltaram em 1649, com 298 homens em duas embarcações grandes e dois barcos menores, desembarcando em 3 de abril e levantando novo fortim, distante do primeiro, a margem do riacho Pajeú na elevação de terreno chamado Marajaig. Este forte, construído segundo planta do engenheiro Ricardo Carr, recebeu o nome de Forte Schoonenborch, em homenagem ao governador de Pernambuco. Antipatizados e hostilizados pelos índios, os holandeses transferiram todos os alojamentos e instalações e subsistências para dentro do forte.

Tal situação perdurou até que, vencidos em Pernambuco, foram obrigados a entregar a praça de guerra a Álvaro Barreto, que a restaurou e mudou seu nome para Forte de Nossa Senhora da Assunção. Com o eficaz apoio e cooperação dos índios pacificados, deu início a construção de uma ermida, em 1654, restabelecendo a colonização portuguesa.

Feito de madeira e estacas de carnaúba, por diversas vezes teve de sofrer reformas, até desmoronar. No local do forte arruinado, foram lançados os alicerces da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção em 12 de outubro de 1812. Em 1847 a fortaleza sofreu remodelações, e dez anos depois classificada como de segunda classe. Em 1910, foi desarmada, permanecendo como simples monumento histórico.

Fortaleza - a "loura desposada do sol" do poema de Paula Ney, participou de movimentos cívicos da história do Brasil, antes e depois da Independência. Referência especial deve ser feita à atitude de bravos jangadeiros, chefiados por Francisco José do Nascimento, o "Dragão do Mar", os quais impediram o trânsito de escravos no porto da capital, tornando o Ceará o Estado pioneiro da abolição da escravatura no Brasil, a partir de 1884.

Fonte: IBGE
Crédito: Christian Knepper / EMBRATUR

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Cuiabá_MT



CUIABÁ-MT
  
Cuiabá é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. A população de Cuiabá é de quase 530 mil habitantes, enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 750 mil habitantes. Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.

A economia de Cuiabá, hoje, está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria. Muitas indústrias, principalmente aquelas que devem ser mantidas longe das áreas populosas, estão instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá (DIICC), criado em 1978. Na agricultura, cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros.

Cuiabá faz limite com os municípios de Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal.

O município é cercado por três grandes ecossistemas: a amazônia, o cerrado e o pantanal; está próximo da Chapada dos Guimarães e ainda é considerado a porta de entrada da floresta amazônica. A vegetação predominante no município é o cerrado, desde suas variantes mais arbustivas até as matas mais densas à beira dos cursos d'água.

Cuiabá é abastecida pelo rio Cuiabá, afluente do Rio Paraguai e limite entre a capital e Várzea Grande. O município se encontra no divisor de águas das bacias Amazônica e Platina e é banhado também pelos rios Coxipó-Açu, Pari, Mutuca, Claro, Coxipó, Aricá, Manso, São Lourenço, das Mortes, Cumbuca, Suspiro, Coluene, Jangada, Casca, Cachoeirinha e Aricazinho, além de córregos e ribeirões.

O clima é tropical quente e úmido. As chuvas se concentram de setembro à abril, enquanto que no resto do ano as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nesses meses são comuns a chegada de frentes frias vindas do sul do país, deixando o clima mais ameno e úmido. Quando essas frentes se dissipam, o calor, associado à fumaça produzida pelas constantes queimadas nessa época, faz a umidade relativa do ar cair a níveis baixos, às vezes abaixo dos 15%, aumentando os casos de doenças respiratórias. A precipitação média anual de 1.469,4 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. A temperatura máxima média chega a 34,1ºC, mas as máximas absolutas chegam a mais de 40ºC. A mínima média em julho, o mês mais frio, é de 16,7ºC.

O quadro geomorfológico do município é, em grande parte, representado pelo Planalto da Casca e pela Depressão Cuiabana. Predominam os relevos de baixa amplitude com altitudes que variam de 146 a 250 metros na área da própria cidade.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Belém - Pará



BELÉM-PARÁ


O território hoje ocupado pelo município de Belém, foi em meados do século XVIII, um pequeno aldeamento de índios remanecentes dos Xucurús e que viviam às margens do Rio Lunga. Estes silvícolas, tinham por hábito a colheita de uma planta denominada "canudos", que usavam nos cachimbos que fumavam, e que existia em grande quantidade junto à serra Canudos, também conhecida na região como serra dos Guaribas.

Canudos estava sob a jurisdição de Anadia. Em 1953 foi elevada a condição de vila, o que muito contribuiu para que melhorasse. Por força da lei nº 1.712 de 08 de agosto, foi elevada à condição de Vila de Canudos. Em 1962 a lei nº 2.466 de 24 de agosto, estabeleceu sua autonomia administrativa. A instalação oficial ocorreu a 26 de setembro do mesmo ano desmembrando-se de Anadia.

O movimento de emancipação encontrou em Manoel Belarmino da Silva, Marinho José da Silva, José Cardoso da Silva, Euclides Duarte Barros, Antônio Tenório Cavalcante, Valdomiro Marques, Manoel Vieira Ramos, Valdir Barreto de Souza, Manoel Soares da Silva e José Crescêncio Filho seus principais baluartes.
 Fonte: IBGE

TURISMO

Complexo Feliz Luzitânia
O complexo turístico, localizado na região portuária de Belém, com construções que datam do período colonial, atualmente abriga museus, restaurantes e oferece diversas opções de lazer às margens da Baía do Guajará.

Engloba a Igreja de Santo Alexandre, com seus belos jardins externos; o Museu de Arte Sacra, repleto de estátuas e artefatos religiosos que retratam a história regional; o Forte do Presépio e a Casa das 11 Janelas.

Mercado do Ver-o-Peso
Um dos cartões postais de Belém, o Ver-o-Peso reúne tudo o que há de mais paraense. Na feira diversificada são encontrados peixes de água doce, carnes, frutas e legumes regionais, além de artigos religiosos e ervas medicinais.

O complexo, localizado no centro histórico de Belém, enche a alma dos visitantes e moradores com sua beleza, cheiros, cores e sabores

Estação das Docas
Com uma área de 32 mil metros quadrados em 500 metros de orla fluvial de Belém, a Estação das Docas é um grande complexo de lazer, excelente para qualquer idade e para todos os gostos.

Ideal para passear e contemplar a Baía do Guajará, tomar deliciosos sorvetes de frutas regionais, assim como assistir a shows folclóricos e se deliciar com os pratos típicos da culinária paraense. Também abriga , museu, feira de artesanatos, lojas e muito mais.

O complexo todo construído em ferro inglês, no antigo porto da capital, foi restaurado e tombado pelo Patrimônio Histórico.

Planetário Sebastião Sodré da Gama
O planetário do Pará é uma opção de lazer cultural e de estímulo ao conhecimento prático e científico, onde é possível se obter dados específicos, com equipamentos apropriados para estudos, análises e pesquisas sobre Astronomia.

Inaugurado em 1998, é o primeiro de toda Região Norte, e considerado um dos mais modernos do país, com equipamentos vindos diretamente da Alemanha. Reproduz em sua cúpula 88 constelações, 7.000 estrelas, planetas, cometas, etc.   

Mercado de São Brás
Construído na primeira década do século XX, em estilo art nouveau e neoclássico. Em suas dependências, funcionam lojas de artesanato paraense.

Mangal das Garças
Lindíssimo local com borboletário, viveiro de pássaros, restaurante, farol e museu. Às margens do Rio Guamá, o parque fica localizado no entorno do Centro Histórico de Belém, em uma área de aproximadamente 40.000 m², contígua ao Arsenal de Marinha.

O Mangal das Garças representa uma síntese do ambiente amazônico, bem no coração da cidade. Uma obra emblemática onde a natureza é preservada e o homem aprende a conviver, sem destruir, com a sua circunstância ambiental.

Em harmonia com essa paisagem, foram introduzidas algumas edificações: pórtico, restaurante, mirante, viveiro de pássaros, viveiro de borboletas e beija-flores e quiosques para lanches. 

Parque da Residência
Antiga residência dos governadores do Pará, no início do século, hoje mantém um orquidário que abriga espécies raras da Amazônia.

Um traço peculiar do Parque é que, na sua área central, encontra-se um antigo vagão de trem, da Estrada de Ferro de Bragança, onde hoje funciona uma sorveteria de sabores regionais.

A Estação Gasômetro, toda em ferro, comporta um teatro para 400 pessoas, um café e lojas de produtos regionais e um restaurante.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Alegre-ES


ALEGRE – ES
Fonte:  www.brasilturismo.com.br

A população do município de Alegre é de 30.784 habitantes, seu território é bastante acidentado e elevado. A cidade de Alegre desenvolveu-se nas áreas planas e nas encostas suaves dos vales dos rios Alegre, Conceição e seus afluentes próximos. A cidade possui uma infra-estrutura urbana bem dotada, comércio forte e também sofre os problemas urbanos advindos do contínuo e crescente êxodo das áreas rurais do município e da região.

Entre as serras podem ser citadas as da Laranjeira, da Lesma, do Pombal, Grande, das Cangalhas ou Santa Catarina, da Abundância e Carneira; todas fazendo parte do sistema da Mantiqueira. A altitude varia de 120 a 1.320 metros.

HISTORIA
As primeiras penetrações verificaram-se em 1820, quando uma expedição organizada pelo Capitão-Mor Manoel Estêves de Lima, procedente de Minas Gerais, em busca de terras férteis e devolutas, chegou à região, onde hoje se acha localizada a sede do município.

João Teixeira da Conceição, após o regresso da expedição, ali permaneceu, fundou o povoado e nele construiu uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

O povoado, elevado à categoria de sede do distrito, em 1858, recebeu a denominação de Alegre, nome de uma cachorrinha, exímia caçadora, de propriedade do desbravador e fundador do povoado. Posteriormente, criou-se a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Alegre, logo depois alterada para Nossa Senhora da Penha do Alegre.
Fonte: IBGE

Cachoeira da Fumaça
Localizada no interior do Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, possui 140 metros de altura, atraindo milhares de visitantes devido à sua grande beleza cênica

Festival de Alegre
Todos os anos acontece no fim da primeira quinzena de agosto, o Festival de Alegre que encerra as tradicionais festas religiosas em louvor a Padroeira do Município, Nossa Senhora da Penha, e que atrai um público de cerca 50 mil pessoas nos 4 dias do festival.


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Tibau do Sul_RN




TIBAU DO SUL_RN
Créditos: Prefeitura Municipal de Tibau do SUL

Tibau do Sul é um lugar onde a natureza, a paz e a tranqüilidade reinam em perfeita harmonia. Aqui a natureza exuberante garante dias de paz ao visitante e também o sustento da pequena comunidade que aqui vive. A cidade antecipa a beleza da Praia de Pipa, mas é muito diferente de seu bairro tão famoso e agitado. A praia de Tibau do Sul é uma praia abrigada sob falésias altas e bastante sossegada.

Internacionalmente conhecida por abrigar a Praia de Pipa, Tibau do Sul é um dos principais balneários do estado. O turismo começou a se desenvolver na década de 70, quando vários grupos de surfistas começaram a frequentar cada vez mais as praias do município. Rapidamente, Tibau do Sul cresceu em importância e infra-estrutura turística, atraindo cada vez mais gente de todos os lugares do mundo, tornando Pipa uma das praias mais cosmopolitas do Brasil.

Sua paisagem inclui areias brancas e fofas, conchas, pedras e coqueirais, e ondas fracas, graças aos recifes de corais. Ao sul, considera-se como última praia, a praia de Cacimbinhas, as praias seguintes já pertencem ao distrito de Pipa. Ao norte, a Lagoa de Guaraíras separa Tibau do Sul de Malembá. Ali na lagoa, tem-se uma das melhores vistas do pôr-do-sol no local.

A população do município é de 11.707 habitantes. Entretanto, durante a alta temporada, o fluxo de turistas chega a um milhão de pessoas anualmente.

Quem tiver a sorte de vir visitar Tibau do Sul poderá constatar que aqui a mata Atlântica se junta ao rio e ao mar, mistura-se com coqueiros fazendo daqui um dos mais belos cartões postais do Brasil.



quinta-feira, 10 de maio de 2012

Aracajú_SE



ARACAJÚ – SE

Fonte: www.brasilturismo.com.br

Mais ao sul da cidade estão as praias que margeiam a Rodovia José Sarney: Aruana, Robalo, Náufragos, Refugio e Mosqueiro. Menos urbanizadas que a Atalaia guardam um ar mais paradisíaco e são ideais para longos passeios com a família. Por toda a orla muita água de coco, bares e uma variedade de deliciosos pratos à base dos frutos do mar.

Região que abriga as mais importantes igrejas, praças, casarões antigos e monumentos históricos da cidade. Possui mercados, museus, centros de artesanato e comidas típicas, além de uma vigorosa área de comércio e uma faixa exclusiva de compras para pedestres entre os calçadões das ruas João Pessoa e Laranjeiras. Tudo isso diante da maravilhosa vista do rio Sergipe.

Completamente revitalizados a partir do projeto arquitetônico original, os mercados Antônio Franco e Thales Ferraz foram transformados em pontos de cultura, lazer e artesanato. Nas imediações, está o novo mercado central Albano Franco, um importante centro de abastecimento da capital.

Construída às margens do rio Sergipe para servir de ancoradouro ao vapor Apa, quando da visita do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Dona Tereza Cristina à província. Foi inaugurada em 11 de janeiro de 1860, dia da chegada do Imperador em Aracaju.

Inicialmente feita em madeira, foi reformada pela primeira vez em 1910, passando a ter estrutura de ferro. Novas reformas ocorreram em 1920 durante as comemorações do centenário da independência do Estado de Sergipe. Somente na década de 1940, adquiriu a estrutura atual. Por longos anos serviu para o embarque e desembarque de mercadorias e passageiros.

O ancoradouro está localizado frente à Praça Fausto Cardoso, a mais antiga da cidade, que serviu de ponto de partida para sua expansão. Inicialmente denominada Praça do Palácio - numa referência ao Palácio Olímpio Campos, antiga sede do Governo Estadual -, recebeu o atual nome em homenagem ao líder político, morto na praça em 1906.

A Igreja São Salvador, primeira a ser construída na nova capital, em 1857, foi reformada nos anos 20 do século passado, até adquirir a atual estrutura; e a Catedral Metropolitana - com sua cúpula ornamentada com belíssimas pinturas do Século XIX -, oferecem ao turista uma visão completa de como Aracaju nasceu e progrediu. Integra ainda o conjunto arquitetônico o Parque Teófilo Dantas, com a sua tradicional feira de artesanato e comidas típicas.

Na Avenida Ivo do Prado também está localizado o prédio da antiga Faculdade de Direito, inaugurado em 1917, que sedia atualmente o Cultart (Centro de Cultura e Arte da Universidade Federal de Sergipe), e a Galeria Florival Santos.

Nas imediações está outro monumento histórico: a antiga sede do famoso Atheneu Pedro II, marco da educação sergipana inaugurado em 1926.

Localizado na Praça Fausto Cardoso, está o Palácio Olímpio Campos (1863) e suas marcantes características do neoclássico. No prédio, tombado pelo Governo Estadual desde 1985, funcionava a sede do Governo Estadual e a residência dos governantes. A poucos metros dali, no Museu do Homem Sergipano (Museu de Antropologia), é contada a história de Sergipe desde primeiros habitantes da região.

No alinhamento das praças Fausto Cardoso e Almirante Barroso encontram-se outros importantes monumentos da época da construção da cidade: O Palácio Fausto Cardoso - antiga sede do Poder Legislativo Estadual -; o Palácio Graccho Cardoso - sede da Câmera Municipal -; o Palácio Carvalho Neto - construção em estilo Art Décor, sede do Arquivo Público do Estado -; e, ainda, o prédio da Delegacia do Ministério da Fazenda, que serviu de residência para Dom Pedro II e sua comitiva quanto a visita à Província de Sergipe Del Rey.

Seguindo em direção à Praça Olímpio, encontram-se o Palácio Episcopal e Inácio Barbosa - sedes da Prefeitura Municipal. No lado aposto, o Centro de Turismo e Comercialização Artesanal (1911), que abriga o Museu de Artesanato e um posto de informações turísticas. Outro destaque é o prédio da antiga Alfândega, na Praça General Valadão, que data de 1856 e inclui o Palácio Serigy, antiga Cadeia Pública, hoje sede da Secretaria Estadual da Saúde.

Primeiro aglomerado urbano da cidade foi na Colina do Santo Antônio que se realizou a reunião da Assembléia Provincial que definiu a transferência da capital de São Cristóvão para Aracaju. Na época só havia algumas casas de pescadores e uma capela de taipa dedicada a Santo Antônio, posteriormente substituída pela atual igreja, que no dia 13 de junho é tomada pelo povo em homenagem ao Santo Casamenteiro. O seu ponto mais alto oferece ao turista uma vista panorâmica do estuário do rio Sergipe e da ilha de Santa Luzia.

Principal cartão postal da cidade, é uma avenida urbanizada e moderna com 6km de extensão. Considerada uma das mais belas e equipadas orlas do país, possui os principais hotéis, bares e restaurantes de Aracaju, iluminação especial para banhos noturnos, além de quadras poli esportivas, lago artificial, quiosques e um complexo para atividades de lazer e esportivas.

Oceanário de Aracaju
Possui uma área de 1.100 m2 em forma de tartaruga e é composto por 20 aquários com peixes, tartarugas, lagostas e estrelas do mar, tendo como atrativo principal uma câmera posicionada na base de uma plataforma submarina mostrando em tempo real toda a fauna do oceano.

Badalado complexo de bares e restaurantes onde é possível encontrar o que há de melhor na culinária sergipana e provar de uma das iguarias mais populares de Aracaju: o caranguejo, servido com vinagrete ou como ingrediente principal de pastéis, caldinhos, moquecas, casquinhas e mariscadas.

Calçadão da Praia 13 de Julho
Possui um mirante com vista panorâmica da Ilha de Santa Luzia e do manguezal do rio Sergipe. Tem pistas de skate e bicicross, ciclovia, quadras esportivas, parque infantil e serve de ponto de encontro para jovens no fim de semana.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

PALHOÇA_SC

PALHOÇA_SC

fonte: http://www.brasilturismo.com.br/

Praia Parque Clube, este empreendimento localiza-se na praia do Tomé (Barra do Aririú ) aberto a grandes eventos com boa capacidade. Tem como infra-estrutura 4 piscinas, 2 para adultos e 2 para crianças, super toboáguas, praça de alimentação, restaurante, confeitaria, sorveteria, pastelaria, loja de conveniências, churrasqueiras, sauna, sala de ginástica, quadras de esporte play ground e ainda um amplo estacionamento para sua maior tranqüilidade. Tudo isso para lhe proporcionar momentos agradáveis de lazer! O que mais chama atenção é uma belíssima vista para a ilha de Santa Catarina.

Igreja da Enseada do Brito, enseada e sem duvida um dos mais antigos lugares e uma das mais antigas paróquias de Santa Catarina. Foi elevada à categoria de igreja paroquial no dia 13 de maio de 1750, criada no período colonial e imperial.

Praia do Tomé, a fartura do pescado e uma rica fauna somada a uma bela vista, fez com que o então navegador Tomé de Souza fixasse residência nesse local, sendo que a praia leva seu nome até hoje. O local oferece uma boa opção de bares e restaurantes. Vale a pena visitar a Praia do Tomé localizada na Barra do Aririú.

Praia de Fora, é uma praia com águas limpas e tranquilas e largas faixas de areia, propiciando a prática de esportes. As luzes da Ilha de Florianópolis oferecem um espetáculo à parte para quem curte a noite no balneário da Praia de Fora.

Enseada de Brito, o único Distrito do município onde predomina a cultura açoriana através de seus casarios centenários e a maricultura como grande atrativo gastronômico. Uma das três mais antigas comunidades de origem açoriana no litoral catarinense. Foi fundada em 1750 pelo navegador português Domingos de Brito Peixoto, na mesma época em que surgiram as freguesias de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa e São Miguel da Terra Firme.

Praia de Pedras Altas, num lugar pequeno, paradisíaco e de difícil acesso fica a segunda praia reconhecida como reduto naturista em Santa Catarina. Está a 40 km de Florianópolis, a praia é pública, mas de acordo com a Legislação Federal não é permitida a entrada de pessoas com roupas neste local. Pedras Altas divide-se em duas pequenas praias, a cerca de 100m cada, ambas cercadas por vegetação, está localizada no Distrito da Enseada de Brito.





segunda-feira, 9 de abril de 2012

Imbituba_SC




IMBITUBA_SCFonte: www.brasilturismo.com.br


Ilha das Araras
A Ilha das Araras, distante a 11 milhas da costa. Com uma área selvagem de 96.860 metros quadrados, a ilha não é habitada e possui um farol com 11 metros de altura.

Ilha de Santana de Fora
O Canto da Praia da Vila tem uma paisagem deslumbrante graças ao costão e às ilhas de Santana de Dentro e Santana de Fora. Devido ao posicionamento, as ilhas viabilizam a formação de ondas perfeitas, que chegam a 5 metros e atraem surfistas de várias regiões

Lagoa Mirim
O maior desenvolvimento do bairro Mirim deu-se exatamente pelas excelentes condições de pesca que proporciona a Lagoa do Mirim.

Porto da Vila
Ambiente para toda família desfrutar de lazer, descanso, saborear deliciosos pratos regados a frutos do mar, e ainda, local ideal para passeios e pescarias esportivas. O Porto da Vila guarda parte importante da história econômica e social de Imbituba. O fundador da cidade, Henrique Lage, quando aqui chegava, vindo do Rio de Janeiro, aterrisava seus hidroaviões nas águas calmas da Lagoa do Mirim e aportava no cais em forma de cruz

Baleia Franca
Todos os anos de junho a novembro, Imbituba recebe a visita ilustre das baleias francas, em particular mamãe-baleias e seus filhotes recém-nascidos, que são amamentados e por isso, fortalecidos para retornar à Antártida. A Prefeitura Municipal realiza todos os anos, no mês de setembro, a Festa da Baleia Franca, através das atrações, é exaltado à importância de sua preservação.

A Praia de Ibiraquera é considerada a melhor praia para windsurf em ondas em todo o Brasil, faz parte deste cenário: dunas, rios, ilhas e lagoas, sobressaindo-se a Lagoa de Ibiraquera, que possui excelentes condições para a prática de Slalom (manobras em ziguezague) e o kitesurf. A praia da Ibiraquera é famosa também pela pesca de camarão.

A elite do Windsurf e do Kitesurf mundial se reúnem todos anos no mês de outubro nas areias de Ibiraquera para a mais esperada competição de vela wave latino-americana, o Ibiraquera Wave Contest.

Praia de Itapirubá tem belas praias, dunas e lagoa. Está próxima de cidades históricas, águas termais e de inúmeros outros pontos turísticos. Em Itapirubá você irá descobrir o paraíso. No litoral Sul entre Laguna e Imbituba existe um lugar de exuberante beleza - a Praia de Itapirubá. Aqui você desfrutará de uma das mais belas paisagens de Santa Catarina. É servida pôr duas praias distantes 250 metros uma da outra, as quais são separadas por um morro.

Em 2003, a praia do Rosa foi reconhecida como uma das 30 baías mais belas do mundo. O título, uma espécie de selo de qualidade, foi concedido pelo Club de las plus belles baies du monde, uma Organização Não Governamental com sede em Paris. Foi considerada também, em outubro do mesmo ano, pela revista Próxima Viagem, uma das 10 praias mais bonitas do Brasil.

A praia do Rosa está situado a 80 quilômetros ao sul de Florianópolis, possui sete quilômetros de areia, cercado de um maravilhoso verde entre as montanhas, onde se encontra cactus em meio às flores, diferentes trilhas ecológicas e muita gente bonita.

Lugar perfeito para o surfe, windsurfe, jet ski, pesca, cavalgadas e trekking. A praia do Rosa tem o formato de uma meia-lua, nos cantos norte e sul, ficam as áreas mais próprias para o surfe. No centro está a Lagoa do meio, com água salgada e tranqüila, freqüentada mais por famílias e casais. Atrás dos morros existe ainda um conjunto de quatro lagoas, que também foram formadas por braços do mar, desligados por porções de terra.

Para chegar à praia Vermelha é necessário uma caminhada de aproximadamente 30 minutos que passam despercebidos diante de tão belas paisagens. A praia é deserta e não possui infra-estrutura, seu acesso ocorre somente pelos seus morros circundantes. A praia Vermelha é de acesso privado, entretanto, a Prefeitura Municipal de Imbituba viabilizou acesso que é feito por trilhas, uma pelo rosa norte e outra pelo costão da praia do Ouvidor (Garopaba).

A Praia da Vila, no Centro de Imbituba, possui uma paisagem deslumbrante pelo visual definido por costão e pelas ilhas Santana de Dentro e Santana de Fora que, devido ao posicionamento, viabilizam a formação de ondas perfeitas, chegando a atingir 5 metros de altura. O Brasil e o mundo conhecem a Praia da Vila, através das mais renomadas revistas de surf, pela perfeição das ondas. A Praia da Vila é excelente para a pesca e para a observação das baleias que podem se vistas a 20 metros da praia.

Praia D’água uma praia deserta entre as praias do Porto e Ribanceira, o acesso é feito somente por trilhas. A praia D’água recebe este nome por causa das diversas correntes de água que saem dos morros ao seu redor. Uma fonte de água limpa e pura pode ser encontrada no canto norte da praia. É um lugar paradisíaco que deve ser preservado, por isso, ao visitar esta praia, não deixe nenhum lixo, e se encontrar algum leve-o com você.

Praia do Porto destacando-se também como recanto de surfistas, a Praia do Porto localiza-se entre a Praia da Vila e a Praia da D'água. A Praia do Porto permite a formação de ondas ao lado dos destroços de um navio encalhado há cerca de 16 anos, oferecendo aos visitantes um colorido especial a sua paisagem.

A praia possui este nome por localizar-se ao lado do Porto de Imbituba, que movimenta grande parte da economia do município. Com uma ótima visão, proporciona aos turistas e nativos a observação das atrações de navios de pequenos e grandes portes, além de navios de passageiros. Os molhes também são aproveitados pelos moradores para a prática da pesca, já que a praia possui uma grande comunidade pesqueira
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sábado, 31 de março de 2012

Fernando de Noronha_PE



FERNANDO DE NORONHA – PE
Fonte: http://www.brasilturismo.com

Programar uma viagem a Fernando de Noronha, pode significar a realização de um sonho da maioria dos brasileiros. No Arquipélago, são 17 quilômetros quadrados à 545 km da costa, onde vive uma população de apenas 2.100 habitantes e o turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado do homem com a natureza em um dos santuários ecológicos mais importantes do mundo.

O arquipélago é um dos melhores lugares do mundo para se fazer mergulho. As suas águas com visibilidade de 50 metros e uma temperatura média de 27º C abrigam peixes, raias, tubarões, tartarugas, moréias, barracudas, golfinhos, esponjas e algas, além das formações rochosas, dos recifes de corais e dos naufrágios. As empresas de mergulho instaladas na ilha fornecem o transporte e os equipamentos necessários.

De um lado está o Brasil. Este é o "mar-de-dentro", com 10 praias, duas baías desfrutáveis; uma especial, onde não se pode entrar: a Baía dos Golfinhos. Um mar tranqüilo a maior parte do ano, protegido dos ventos, permitindo o acesso de uma praia à outra, em passeios cheios de beleza e aventura.

Do outro, a África. É o "mar-de-fora", com 4 praias, uma enseada, duas áreas de contemplação e um conjunto de piscinas nas rochas. Um mar agitado, acalmado um pouco em alguns pontos pelos arrecifes que retêm o mar entre as pedras. Esguichos, áreas enormes repletas de peixes coloridos, como imensos aquários, prontos para serem desfrutados.

Com 21 ilhas, Fernando de Noronha ocupa uma área de 26 quilômetros quadrados. A ilha principal, com o mesmo nome, é a única habitada e a maior de todas - possui 17 quilômetros quadrados. Parte dela compõe o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, Área de Proteção Ambiental desde 1988 e Patrimônio da Humanidade desde 2001. O objetivo do parque é o de proteger a fauna, caracterizada principalmente pelo golfinho rotador e pelas aves migratórias. No que diz respeito à flora, sublinhe-se a existência de áreas de mangue, o que é raríssimo em ilhas oceânicas.

Possui cinco veredas que percorrem várias praias, já classificadas e que podem ser visitadas com autorização prévia do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. O turismo é desenvolvido de forma sustentável, criando a oportunidade do encontro equilibrado entre o Homem e a Natureza, através duma boa infra-estrutura capaz de receber o turista num dos mais importantes santuários ecológicos do mundo.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Tibau do Sul_RN


TIBAU DO SUL_RN
Historia & Cultura
Fonte: www.brasilturismo.com

Situada entre duas águas, Lagoa de Guaraíras e o Oceano Atlântico,pertenceu aos trabalhos da Aldeia Antônia de 1612 até o final do século XVII, passando então a pertencer à Aldeia de São João Batista de Guaraíras, perdurando ao ano de 1760, quando a aldeia tornou-se Vila de Arês, zona de pescaria que abrigou inúmeros contatos entre os potiguares e os europeus, sobretudo franceses e holandeses. Os nativos já frequentavam e preferiam essa região, como parte de sua sobrevivência, na coleta de frutos, raízes ou sementes.

Os franceses praticavam na ilegalidade o escambo do pau-brasil com os indígenas, criando laços de amizade que posteriormente iria dificultar a posse da terra pelos portugueses, que implantaram o seu domínio sobre a região, expulsando os indígenas de suas áreas. No século XVII foi a vez dos holandeses estabelecerem contatos.

A povoação se estabeleceu através da atividade agrícola e logo depois pela pesca. Sua primeira escola veio em 1873 e em 1911 tornou-se distrito, elevando-se à vila somente no ano de 1953. Fez parte de Goianinha até 03 de abril de 1963, quando foi emancipada e agregou à sua denominação o ?do Sul?, fazendo uma diferenciação com a outra Tibau, município no litoral setentrional.

Na década de 1920 o distrito de Tibau sofreu o ?arrombamento? da Lagoa de Guaraíras, devido a enormes enchentes, causadas pelas constantes chuvas, não suportando a vazão, quando estoura e inunda praticamente todo o distrito, desde as pequenas casas de pescadores até o cemitério e enormes extensões de terras de pequenos agricultores. A localidade foi toda reconstruída, num local mais alto e seguro. Nada restou senão lembranças, contadas por pessoas que apenas ouviram essas histórias de seus pais ou avós.

A situação do pequeno município, isolado em suas pescarias e agricultura familiar, só vai ser alterada com a chegada, no final da década de 1970, de grupos de surfistas frequentando a praia de Pipa.Rapidamente a pequena Tibau cresceu em importância turística, atraindo cada vez mais gente de todos os lugares do mundo, tornando Pipa uma das praias mais cosmopolitas do Brasil.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Camaçari_BA



CAMAÇARI – BA
Fonte:
www.brasilturismo.com

Vila de Abrantes / Mirante do Cruzeiro
A vila de Abrantes, como ficou conhecida, data de 1558, quando os padres da Companhia de Jesus fundaram a Aldeia do Divino Espírito Santo às margens do rio Joanes, onde construiram uma igreja de palha (reconstruída no século XVII) e um convento voltado para a catequese dos índios tupinambás. Em 1559 a aldeia já contava com cerca de 300 alunos catequizados pelos Inacianos. Em 1624, a aldeia do Divino Espírito Santo, um dos primeiros núcleos do Brasil, desempenhou um importante papel na expulsão dos holandeses que invadiram a Bahia. Em 1758, o povoado foi elevado a vila, com o nome de Vila do Espírito Santo de Nova Abrantes, depois Abrantes.

Primeira sede do município é cercada por um cordão de dunas entre as praias de Busca Vida e Jauá, que deu origem ao Parque das Dunas de Abrantes. No final do bairro Fonte da Caixa está o Mirante do Cruzeiro, de onde se descortina a paisagem predominante em toda a Costa dos Coqueiros: lagoas, praias, rios, riachos, áreas alagadas e as imponentes dunas que, nessa área, estão a 48 m de altitude.

Vila de Arembepe
Antiga vila de pescadores é hoje um centro turístico com muitos bares, restaurantes e hotéis. A Igreja de São Francisco é um marco da simplicidade do lugar e dos seus moradores. Aí acontece entre fevereiro e março a festa em louvor ao padroeiro dos pescadores, São Francisco de Assis. Ao longo dos anos, essa festa transformou-se na grande “ressaca” do carnaval, por acontecer logo após o reinado de Momo reunindo foliões e trios elétricos. A vila ganhou fama a partir da década de 60, quando foi descoberta pelo movimento hippie. Aí se instalou a Aldeia Hippie, onde adeptos do mundo inteiro chegaram pregando “paz e amor”. A presença de artistas nacionais e internacionais, como os Novos Baianos, Janis Joplin e Mick Jagger tornou Arembepe a mais famosa aldeia hippie do Brasil. Atualmente, o movimento ainda resiste tornando a área um ponto de visitação turística, preservando as mesmas características dos anos 60, especialmente as casas de palha, a vida comunitária e a venda de artesanato. A Aldeia Hippie fica às margens de uma lagoa formada pelo rio Capivara, hoje transformada em Área de Proteção Ambiental.

Projeto Tamar
Uma das áreas de desova de tartarugas-marinhas, Arembepe sedia uma base do Projeto Tamar que recebe visitantes. A programação inclui palestra, exibição de filme e visita monitorada aos tanques e à incubadora.

Praia de Busca Vida
A lagoa de Busca Vida deu nome a toda essa área, onde predomina um condomínio residencial fechado, que restringe o acesso de veículos aos moradores. Os visitantes que desejarem conhecer a praia podem fazê-lo a pé ou de bicicleta. Os 9 km de praia são de mar aberto, com ondas fortes e trechos com pedras, a partir da margem esquerda da foz do rio Joanes. Belas residências e um complexo hoteleiro em implantação intercalam-se entre o coqueiral, a lagoa de Busca Vida e as dunas de Abrantes.

Praia do Japonês
Ainda na localidade de Jauá, na direção sul, é própria para surfing, com ondas altas e sem pedras. O nome da praia é decorrente do primeiro habitante do local, um japonês.

Praia de Jauá
Originalmente uma vila de pescadores que foi descoberta por veranistas. O trecho de praia no centro urbano é protegida por uma barreira de recifes naturais formando uma grande piscina, muito freqüentada na maré baixa, e que também serve de porto para os barcos dos pescadores.

Um calçadão estende se por toda a orla marítima que dispõe de barracas de praia, restaurantes e hotéis. As lagoas, dunas e coqueiral são cenários permanentes na paisagem. O nome da praia é de origem tupi e significa jaguar.

sábado, 10 de março de 2012

Curitiba_PR


CURITIBA – PR
Fonte:
www.brasilturismo.com



Atrações Turísticas
O verde marcante da cidade é uma de suas principais atrações e formas de divulgação da cidade no Brasil e Exterior, diversos bosques, parques e um zoológico fazem a alegria e diversão de crianças e famílias de férias. A Cultura e Arquitetura também são características da cidade possui diversos museus um deles feito por Oscar Niemeyer e que recebeu seu nome é destaque da arquitetura de Curitiba.

Museu Oscar Niemeyer
O belo conjunto é formado por dois prédios, sendo o segundo assinado por Oscar Niemeyer. A obra do arquiteto tem escadaria em caracol externa e o formato de um olho aberto revestido de vidros escuros. O museu tem a programação mais interessante da cidade, sempre com excelentes exposições temporárias espalhadas por nove salas. O conjunto abriga ainda esculturas ao ar livre e um espaço com maquetes de Niemeyer.

Jardim Botânico de Curitiba
Um dos pontos turísticos mais visitados de Curitiba, inaugurado em 1991. A estufa, em estrutura metálica, abriga espécies botânicas que são referência nacional, além de uma fonte d’água. A mata nativa está ponteada de trilhas para percursos a pé.

O Museu Botânico, dirigido por Gert Hatschbach, atrai pesquisadores de todo o mundo. Tem espaço para exposições, biblioteca e auditório. Atrás da estufa está localizado o espaço cultural Frans Krajcberg com exposição permanente de 114 esculturas desse artista/ambientalista

Rua 24 Horas
É síntese da cidade do futuro, que não dorme. Aqui não se espera a hora; faz-se acontecer. Tem 120 metros de extensão e 12 de largura. É formada por 32 arcos em estrutura metálica tubular, marca da moderna arquitetura curitibana. Abriga 34 lojas, do sanduíche da madrugada ao saque bancário, do florista, da leitura ao leite das crianças. Grande ponto de encontro de turistas e curitibanos que buscam lazer, diversão, boemia e boas opções gastronômicas. Na Rua 24 horas também é possível ter acesso à Internet, gratuitamente, dia e noite. Para isso basta o usuário agendar um horário

Teatro Guaíra
Criado em 1912, o Teatro Guaíra foi sucessor do primeiro teatro oficial do Paraná, o Theatro São Theodoro, cuja construção data de 1884. A construção do prédio atual do Teatro Guaíra foi iniciada em 1952, pelo então governador Bento Munhoz da Rocha Netto, com projeto do engenheiro Rubens Meister. Foi construído em etapas e inaugurado, finalmente, em 1974. Este importante espaço cultural, um conjunto arquitetônico majestoso com 12.500 metros quadrados, abriga três salas de espetáculos: o auditório Bento Munhoz da Rocha com 2.173 lugares, o auditório Salvador de Ferrante com 504 e o auditório Glauco Flores de Sá Brito com 113 lugares.

Teatro Ópera de Arame
Uma passarela elevada, sobre um lago de 7.200 m², dá acesso a esse teatro construído em uma pedreira desativada, inaugurado em 1992. A Ópera é uma das principais atrações da cidade. São 1.998 lugares, entre platéia e camarotes, e 400 m² de palco.

Projetado pelo arquiteto Domingos Bongestabs, foi todo construído em aço e coberto com policarbonato transparente. Completa o cenário uma cascata de dez metros de altura.

Parque São Lourenço
A enchente de 1970 deu lugar ao mar de verde. Implantado em 1972, o parque nasceu da necessidade de reparar os estragos do estouro da represa do São Lourenço. Uma velha fábrica de cola e adubos teve seu uso reciclado para Centro de Criatividade de Curitiba, com cursos, oficinas, apresentações e exposições.

Em maio de 1994 o centro implantou o Liceu de Artes, para preservar antigas técnicas e treinar aprendizes, visando a sua colocação no mercado de trabalho. Aqui, a criatividade flui em meio à paz do campo, onde plácidos carneiros se destacam na paisagem. Feira de artesanato aos sábados das 10 às 17h.

Parque Tanguá
Inaugurado em novembro de 1996, representa mais uma etapa do projeto de preservação do curso do rio Barigüi, juntamente com os parques Tingui e Barigüi. Com área total de 235 mil m2 , destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45 metros de extensão, que pode ser atravessado a pé, por uma passarela sobre a água.

O parque conta ainda com pista de cooper, ciclovia, mirante , lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto.

Bosque Alemão
Inaugurado em 1996, o bosque possui vários equipamentos que celebram e divulgam as tradições alemãs. São 38 mil m² de mata nativa, que faziam parte da antiga chácara da família Schaffer. A réplica de uma antiga igreja de madeira, construída em 1933 no bairro Seminário, com elementos decorativos neogóticos, abriga uma sala de concertos denominada Oratório de Bach.

Outras atrações são a trilha de João e Maria, que narra o conto dos irmãos Grimm, uma biblioteca infantil , a Torre dos Filósofos,mirante em madeira que permite vista panorâmica da cidade e da Serra do Mar e a Praça da Poesia Germânica, com a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século, originalmente localizada no centro da cidade

Setor Histórico
Conjunto das mais antigas edificações da cidade, delimitado por decreto municipal de 1971. Entre essas construções estão a Casa Romário Martins, do século XVIII e a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, de 1737, além dos exemplares arquitetônicos de inspiração alemã, datados da segunda metade do século XIX.

Nas manhãs de domingo, as velhas pedras do Largo da Ordem e o calçadão de acesso à Praça Garibaldi, com a Igreja do Rosário, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória e a Società Giuseppe Garibaldi, formam o cenário da Feira de Artesanato, animado ponto de encontro com música ao vivo.