terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz 2011


Feliz Ano Novo!

Dentro de alguns dias, um Ano Novo vai chegar a esta estação.
Se não puder ser o maquinista, seja o seu mais divertido passageiro.
Procure um lugar próximo à janela desfrute cada uma das paisagens que o tempo lhe oferecer, com o prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não se assuste com os abismos, nem com as curvas que não lhe deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procure curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.
Desdobre o mapa e planeje roteiros.
Preste atenção em cada ponto de parada, e fique atento ao apito da partida.
E quando decidir descer na estação onde a esperança lhe acenou não hesite.
Desembarque nela os seus sonhos...
Desejo que a sua viagem pelos dias do próximo ano, seja de

PRIMEIRA CLASSE

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Feliz Natal e Próspero 2011


Mensagem de Natal e ano Novo

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas.
É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações.
É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.

Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.

O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração.
Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.

Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz.
Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.

Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último.
Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Curitiba_PR


Curitiba

O próprio nome Curitiba possui uma raiz ecológica, pois, em tupi-guarani, significa algo mais ou menos como “lugar de muitos pinheiros”.

Fundada a 70 quilômetros de distância do litoral, numa região com altitude média de 934 metros, até o início do século XIX era apenas uma pequena vila pertencente à Capitania de São Paulo, na rota de passagem do gado que era transportado do Rio Grande do Sul para Sorocaba. Em 1853, quando o Paraná se tornou uma província autônoma, Curitiba transformou-se em capital.

Hoje a cidade tem cerca de 81 milhões de metros quadrados de área verde preservada, com muitas praças e ruas bem arborizadas, além de dezenas de parques, boa parte deles construída em homenagem aos imigrantes que chegaram de várias regiões do globo, dando-lhe um ar cosmopolita, principalmente portugueses, italianos, poloneses, alemães, ucranianos, japoneses, sírios e libaneses.

Os parques funcionam como uma boa forma de conservar a Mata Atlântica. Alguns servem também para proteger a vegetação ciliar de rios locais, além de serem excelentes opções de lazer, tanto para os curitibanos quanto para os que visitam a cidade.

Entre os mais freqüentados está o Parque das Pedreiras, de onde antigamente saíam as pedras utilizadas para o calçamento de Curitiba. Repleto de lagos, cascatas e araucárias, o parque abriga o Espaço Cultural Paulo Leminski, uma área para grandes shows ao ar livre e o Teatro Ópera de Arame, um ícone da arquitetura moderna, com palco de 400 m² e capacidade para 2400 espectadores.

A estrutura circular, construída com tubos de aço, tem paredes de vidro e teto de policarbonato transparente e o acesso se dá por meio de uma passarela metálica elevada sobre um lago de 7200 m². Encravada na mata e debruçada sobre o espelho d’água, à noite a Ópera de Arame fica ainda mais deslumbrante.



domingo, 28 de novembro de 2010

Maceió_AL



Maceió

Chamada de Cidade-Restinga por causa de sua localização, entre a Lagoa de Mundaú e o Oceano Atlântico, Maceió se destaca pelo tom inigualável do mar, cujas águas cristalinas, mornas e tranqüilas, variam do verde-esmeralda ao azul-turquesa.

Famosa por suas exuberantes piscinas naturais, a capital do estado de Alagoas possui cerca de quinze praias de areias brancas e finas, uma bela orla marítima toda enfeitada por coqueiros e um clima tipicamente tropical, em que o sol brilha quase o ano inteiro.

Da Praia de Pajuçara, parte a maioria das jangadas que levam turistas para a região onde os arrecifes, na maré baixa, formam piscinas naturais, a dois quilômetros da costa.

Nas Piscininhas, como costumam ser chamadas, o oceano se transforma num aquário repleto de peixes multicoloridos. As correntes frias do alto mar não conseguem transpor as barreiras de coral e as águas, rasas e límpidas, ganham uma temperatura apropriada ao mergulho e à contemplação da bela natureza marinha.

Outro ponto de saída para os passeios de jangada que, em geral, não gastam mais de vinte minutos para chegar até as piscinas naturais é a Praia dos Sete Coqueiros, situada na ponta norte da enseada de Pajuçara.

Quem quer menos agitação, deve procurar praias como Ponta Verde. Com suas águas calmas e transparentes, muitos coqueiros e piscinas naturais, é a melhor praia urbana de Maceió, além de bem sossegada, pelo menos durante o dia, pois à noite se torna ponto de encontro da juventude local.

Jatiúca também é uma opção mais tranqüila, enquanto Cruz das Almas e Jacarecica apresentam ondas boas para a prática de surfe, e Guaxuma tem casas de veraneio requintadas.

Garça Torta disputa com Pratagi, muito conhecida por ter uma estátua de sereia erguida sobre os recifes, o título de praia mais bonita da cidade.

Como se não bastasse ter praias paradisíacas e um mar absolutamente deslumbrante, Maceió possui ainda um dos maiores complexos lagunares do país, em que sobressai a famosa Lagoa Mundaú, com seu vasto manguezal formando um cenário de rara beleza.

Diversas embarcações promovem passeios pela lagoa, pontilhada por nove ilhas e que vai até Barra Nova, onde se encontra com o mar.

No Bairro Histórico do Jaraguá, uma das regiões mais antigas de Maceió, armazéns portuários e algumas construções de arquitetura colonial e neoclássica, abrigam bares, restaurantes, casas noturnas e museus.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Juazeiro do Norte_CE



Juazeiro do Norte

Em 1827 foi erigida uma capelinha, pelo Padre Pedro Ribeiro de Carvalho, no local denominado Tabuleiro Grande, em frente a um frondoso juazeiro, na estrada real que ligava Crato a Missão Velha, à margem direita do rio Batateira. Esta a origem de Juazeiro do Norte. A denominação deve-se justamente à árvore, notável por manter-se verdejante no rigor das maiores secas. Juazeiro é palavra tupi-portuguêsa: jua ou iu-à e "fruto de espinho" (em virtude da grande quantidade de espinhos que defendem os ramos da árvore), mais o sufixo eiro.

A pequena capela foi consagrada a Nossa Senhora das Dores, padroeira do Município, a quem o Padre doou como patrimônio, as suas terras e onze escravos.

O povoado não teve grande desenvolvimento até que a 11 de abril de 1872 lá chegou o Padre Cícero Romão Batista, como sucessor do Padre Pedro Ferreira de Melo. O pequeno núcleo contava, então, com 12 casas de tijolos e 20 de taipa e palha.

Padre Cícero dedicou-se aos deveres religiosos.

Não tardou que a fama evangélica do novo sacerdote se propagasse em toda a região caririense e pelas cidades próximas.

A influência do padre avultou, após os acontecimentos que se teriam verificado anos depois, e de que foi protagonista a beata Maria de Araújo. No dia 6 de março de 1889, a beata, ao receber das mãos do padre a sagrada partícula, viu-a transformar-se em sangue vivo. O fenômeno repetiu-se outras vezes e durante anos.

A notícia espalhou-se por todo o Nordeste, começando o êxodo para Juazeiro, que teve então grande impulso. Mas a Igreja veio a condenar essas manifestações, suspendendo o Padre das Ordens. A fama da beata Maria de Araújo foi diminuindo aos poucos, até apagar-se completamente.

Padre Cícero afastou-se de Juazeiro alguns meses, tendo ido a Roma. Retornando, continuou a ter grande influência, sendo raro o sertanejo que não fosse a Juazeiro em romaria. Ao contrário da beata, sua fama tomava cada dia maior relevo. Foi ele vice-presidente do Estado e Deputado Federal.

Fonte: IBGE


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ilha de Paquetá_RJ


ILHA DE PAQUETÁ – RJ

A poucos alguns minutos da cidade do Rio de Janeiro, bem no coração da Baía de Guanabara está um distrito que parece uma cidade parada no tempo em plena Cidade Maravilhosa, Paquetá é um presente para os cariocas. Esta ilha muitos cariocas, é um lugar privilegiado para namorar, passear e se divertir.

Essas são algumas da vantagens que fazem de Paquetá uma região especial, a começar pela própria viagem à ilha: barcas, catamarãs e aerobarcos transportam os visitantes pela Baía de Guanabara numa rota agradável e embalada pela brisa marinha.

Em conjunto com outras Ilhas do Arquipélago e com a área do Manguezal de Guapimirim, formam um rico viveiro de aves silvestres, marinhas e migratórias. Ainda que em menor quantidade pode-se encontrar nas praias, cavalos marinhos, estrelas do mar, ouriços, mariscos e caramujos. Nas pedras, pequenas ostras, mexilhões e cracas. Sempre existiu extensa variedade de peixes estimulada inicialmente pelos manguezais e pelos matacões.

Atracando no local, o visitante descobre que a ilha proíbe o tráfego de veículos para permitir que bicicletas e charretes se locomovam em suas ruas revestidas de saibro e coloridas pelos flamboyants. Com apenas, 10. 9 km2 de ruas, a ilha está livre do barulho e da poluição.

O contato com a natureza marca a visita ao local. Paquetá abriga um dos poucos exemplares brasileiros do baobá com 20 árvores originaria da África, que ficou conhecido pelos moradores como “Maria Gorda”. Outra árvore típica é o Flamboyant, sendo que algumas plantas datam de 100 anos.

Imperdíveis também são os passeios que levam à Pedra da Moreninha e ao Parque Darke de Mattos. Recentemente, o parque foi totalmente revitalizado a partir de uma obra de reurbanização feita pela Prefeitura do Rio. Ao final da tarde, nada melhor do que passear de barcos-pedalinhos assistindo ao pôr-do-sol. O mirante também deve figurar no roteiro do visitante. Ele fica no Morro da Cruz, que descortina um panorama parcial da ilha.

Desde 1883, Paquetá faz parte do município do Rio de Janeiro. Das ruas de saibro pode-se observar vários estilos arquitetônicos, inclusive o Solar que hospedou D. João VI e a casa que foi propriedade de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da independência.

Clima & Geografia
A Ilha tem a forma aproximada de um 8. Sua área total é em torno de 1,2 Km2 com aproximadamente 8 km de perímetro. Sua mais longa extensão é da Ponta do Lameirão à Ponta da Imbuca, com 2316 m e a menor na Ladeira do Vicente, com aproximadamente 100 m. São 9 morros, sendo o Morro do Vigário o mais elevado, com 69 metros.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aracajú_SE


ARACAJÚ – SE

Chegar a Aracaju é correr o risco de ficar seduzido por uma das capitais brasileiras mais joviais, bonitas e tranquilas. A capital sergipana, está situada à margem direita do Rio Sergipe, de onde cresceu ordenadamente, respeitando sobretudo sua característica de cidade litorânea onde sol, praias, manguezais embelezam a cidade. Com avenidas, ruas e lagradouros bem arborizados e sinalizados o visitante pode facilmente locomover-se para qualquer ponto com segurança.

É uma das primeiras capitais brasileiras resultante de um planejamento prévio. O complexo arquitetônito de Aracaju data de 1824. Atualmente o investimento em ciclovias e praças contribuiram para que a cidade recebesse recentemente o título de Capital Brasileira da Qualidade de Vida.

A noite aracajuana é mais movimentada nos bares que enfeitam a orla marítima. Situada na Praia de Atalaia, a Orla dispõe de hotéis confortáveis, restaurantes e quadras de esportes. Com uma estrutura moderna a Orla orefece opções de entretenimento para quem deseja aprecisa boa música, boa culinária ou curtindo a brisa do mar.

Créditos: Pref. Mun. de Aracajú e Gov. do Estado de Aracajú
Outros Sites: Trivago - Aracajú

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Abrolhos_BA


Abrolhos
Fonte: www.brasilazul.com.br

Entre julho e novembro, em Abrolhos, no sul da Bahia, turistas e pesquisadores ficam de olhos bem abertos, fitando o horizonte à procura de borrifos, saltos e, principalmente, caudas.

As nadadeiras caudais são como impressões digitais para identificar as baleias da espécie jubarte, que, durante o inverno e a primavera, migram em massa para acasalar, dar à luz e amamentar nas águas quentes de Abrolhos.

Para ter uma idéia da importância dessa região, cerca de 80% das jubartes contabilizadas no litoral nordeste e sudeste do Brasil costumam ser avistadas ali.

Se no mar de Abrolhos é possível ver uma média de 30 jubartes por dia, entre outras baleias, como a franca e a minke, além de cetáceos como o golfinho-nariz-de-garrafa, o golfinho-de-dentes-rugosos e o boto-cinza, no ar se vê uma profusão de pássaros.

Nas cinco pequenas ilhas, dispostas em arco porque provavelmente já fizeram parte da cratera de um vulcão, vivem grandes populações de diversas espécies de aves marinhas. A Redonda é ocupada por fragatas, a Guarita pelos beneditos, na Sueste concentram-se os atobás-marrons, enquanto os atobás-brancos se dividem entre a Siriba e a Santa Bárbara.

Sob a água, Abrolhos abriga o maior conjunto de corais do Atlântico Sul, incluindo o chamado chapeirão, uma formação coralina única no mundo, semelhante a um cogumelo. De abril a dezembro a visibilidade chega a 20 metros, transformando o lugar em um verdadeiro aquário natural, com uma infinidade de peixinhos coloridos, nadando entre garoupas, arraias, tartarugas, barracudas e tubarões.

A única ilha habitada é a de Santa Bárbara, onde vivem alguns militares e funcionários do Ibama. As visitas ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos são rigorosamente controladas para que todo esse luxuoso patrimônio ambiental continue bem preservado.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Maricá_RJ


MARICÁ

O município de Maricá é um dos mais bonitos do estado do Rio de Janeiro, possuindo uma beleza natural cercada de montanhas, praias e lagoas.

Maricá é um município que apresenta um dos maiores complexos lagunares do estado denominado Maricá-Guarapina, com rios, lagoas, riachos e brejos.

O município é muito conhecido no estado pelas belezas de suas praias oceânicas, com tantos atrativos naturais atraí muitos turistas nos períodos de férias. Sua população é estimada em 120.000 mil habitantes

Créditos: Pref. Mun. de Maricá

Historia & Cultura

A história do desbravamento do atual Município de Maricá remonta às últimas décadas do século XVI. Suas origens permanecem ignoradas, sabendo-se apenas que os primeiros colonizadores aí chegaram graças à doação de sesmarias, concedidas na faixa litorânea, compreendida entre Itaipuaçu e as margens da lagoa, no local onde mais tarde surgiu a cidade.

Em 1584, José de Anchieta partiu de Cabuçu, com o padre Leitão e numeroso grupo de índios, com destino à lagoa de Maricá, onde efetuou a célebre "pesca miraculosa". Ali encontrou sinais da colonização, pois já estavam sendo exploradas várias sesmarias. Onde hoje se localizam o povoado de São José de Imbaçaí e a fazenda São Bento, fundada em 1635 pelos padres beneditinos, surgiram os primeiros núcleos de povoação em Maricá.

Às primitivas populações desses dois núcleos deve-se a construção da primeira capela em terras maricaenses, destinada ao culto de Nossa Senhora do Amparo. Os habitantes da região aos poucos se deslocaram para a outra margem da lagoa, que possuía clima mais saudável. Nesse novo local teve origem a Vila de Santa Maria de Maricá.

Fonte: IBGE

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ilha Mexiana_AM

Ilha Mexiana

Mexiana é uma ilha particular situada na foz do Rio Amazonas, exatamente sobre a linha do Equador. É uma das mais antigas do Pará, com cerca de 100 mil hectares. Nela foi construído o Marajó Park Resort – um hotel de selva no estilo marajoara. Várzeas, mangues e floresta tropical fazem parte do ecossistema local. A área abriga, ainda, várias espécies de peixes, tais como: pirarara, filhote, pescada branca, piramutaba, dourada e outros bagres da região.

E é muito procurada pelos praticantes da pesca esportiva. A ilha conta com pista de pouso e roteiros ecoturísticos, como passeios em trilhas, visitas de observação de fauna, praias – como Jaburu Pinto, Japuá, Quebra-Vara, Matupiri e Malhadas – e montaria em búfalos. Em determinada época do ano, pode-se admirar o fenômeno da "Pororoca". Parte integrante do arquipélago do Marajó, situada na costa marítima do município de Chaves, Ilha Mexiana fica a oito horas de barco de Belém, capital do estado, e a 30 minutos de avião.

O clima no arquipélago é equatorial com chuvas constantes. De junho a janeiro – quando está seco –, os passeios ficam mais acessíveis. Nos outros meses, o alto índice pluviométrico pode prejudicar um pouco a visita. A temperatura média anual fica em torno de 26ºC, com máximas de 33ºC e mínimas de 21ºC.

Atrações:
Pesca Esportiva
A pesca esportiva é um dos maiores atrativos da Ilha. Pescadores de todo o mundo viajam até lá em busca da emoção única de pegar peixes que podem chegar a quase de três metros de comprimento.

Passeio de voadeira
É possível conhecer a vida selvagem local por meio de passeio em voadeira pela floresta equatorial que cerca Ilha Mexiana.

Passeio de búfalo
Ali, o passeio no dorso de um búfalo é muito comum, visto que a região é grande criadora da espécie.

Praias fluviais
Visitar as praias de rio e a foz do Rio Amazonas também faz parte da programação, encantando até os mais experientes viajantes.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Maragogipe_BA


MARAGOGIPE – BA

Maragogipe é um município do estado da Bahia localizada a cerca de 133km de Salvador. Sua população é estimada em 41.085 habitantes aprox.. O município de Maragojipe é bastante rico no que diz respeito aos recursos naturais, apresentando um ótimo potencial para o desenvolvimento de atividades ligadas ao turismo ecológico, rural e principalmente o turismo náutico, incluindo a pesca desportiva.

Apresenta excelentes condições para o turismo náutico, contando, inclusive, com uma ponte de atracação para embarcações de grande porte.

Está localizada ao fundo da Baía de Todos os Santos e situada a direita do estuário do Rio Paraguaçu, onde formou-se uma baía interna, a conhecida como Baía do Iguape.

Maragogipe fica, exatamente, no ponto de encontro do Rio Paraguaçu com o Rio Guaí, formando uma extensa região de lagamar, cercada por cerca de 30 km de manguezais com aproximadamente, 30 metros de largura.

Último paradeiro náutico do Recôncavo Baiano, a cidade ainda abriga, no porto do Caijá, dezenas de canoas e saveiros. As antigas embarcações à vela eram muito utilizadas para o transporte das mais diversas mercadorias no interior da Baía de Todos os Santos até recentemente. Hoje, ainda restam alguns exemplares concorrendo com meios de transporte mais modernos.

Como outras cidades da região, Maragogipe traz uma forte tradição religiosa católica, mas é também comprometida com o candomblé. A cidade pacata se transforma durante o mês de agosto, quando é celebrada a festa de seu padroeiro, São Bartolomeu.

Créditos: Bahiatursa e Prefeitura Municipal de Maragogipe

Historia & Cultura

Uma tribo de índios Aimoré dominava a margem direita do Peroaçu (mais tarde Paraguaçu), no trecho em que este recebe as águas do Guaí. Os índios chamavam o lugar de “Marag-gyp” – rio dos Mosquitos – em razão do local ser cercado por extensos manguezais, habitat natural desses insetos, especialmente nas mudanças de maré. Os primeiros exploradores chegaram em 1520, atraídos pela riqueza das matas e a existência de um porto para navios de pequeno e grande calado, que funcionava como apoio à rota marítmo-fluvial com final em Cachoeira.

O município nasceu de uma sesmaria doada pelo segundo Governador Geral, Duarte da Costa, a seu filho Álvaro da Costa. O local, na borda do lagamar, foi escolhido para a fundação do povoado que precisava se defender dos ataques indígenas. Com a construção da Matriz de São Bartolomeu em meados do século XVII, no topo de uma colina, foi criado um novo centro urbano.

A cidade experimentou grande desenvolvimento durante o século XIX, quando cresceu, na economia baiana, a importância do fumo – antes utilizado como produto de escambo para aquisição de escravos na África. O início da industrialização do fumo aconteceu em Maragogipe com a instalação de duas grandes fábricas brasileiras de charutos: a Suerdieck e a Danneman. A sede foi elevada a cidade em 1850, com o título de Patriótica Cidade de Maragogipe, em razão de sua participação nas lutas pela independência do Brasil.

Porto natural abrigado, a cidade está exatamente no encontro do rio Paraguaçu com o rio Guaí formando uma extensa região de lagamar, cercada por cerca de 30 km de manguezais com 30 metros de largura. Apresenta excelentes condições para o turismo náutico contando, inclusive, com uma ponte de atracação para embarcações de grande calado.

Último reduto de saveiros no Recôncavo Baiano, Maragogipe ainda abriga, no porto do Caijá, dezenas de canoas e saveiros. Essas antigas embarcações à vela eram muito utilizadas para o transporte das mais diversas mercadorias no interior da Baía de Todos os Santos, até recentemente, e ainda teimam em sobreviver concorrendo com meios de transporte mais modernos. Como outras cidades da região, Maragogipe traz uma forte tradição religiosa católica, também comprometida com o candomblé. Cidade pacata que se transforma durante o mês de agosto quando é celebrada a festa de seu santo padroeiro, São Bartolomeu.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Itabuna_BA



Itabuna é banhada pelo Rio Cachoeira que deságua no Oceano Atlântico através da Bacia do Pontal, em Ilhéus. Seu leito é rochoso e o nome Itabuna foi inspirado nas pedras das suas rochas que margeiam seus 12 km dentro da cidade. Itabuna, a 400km ao sul de Salvador, é o principal pólo de negócios da Costa do Cacau, concentrando a movimentação financeira de toda a região.

A cidade é o pólo regional de comércio, com mais de 10 mil empresas; de serviços de saúde, com hospitais e clínicas só equiparados aos de Salvador; e de educação, com duas faculdades e um forte ensino médio. Itabuna também é a de melhor infra-estrutura.

Fica em localização estratégica, na confluência de duas rodovias federais, a BR-101, servindo ao sul e ao norte, e a BR-415, indo de leste a oeste. Além disso, tem um porto internacional e um aeroporto a apenas 26km de distância, na cidade de Ilhéus.

O comércio é seu ponto forte, dinâmico e sempre em crescimento, mas a cidade também conta com indústrias de médio porte, gado e cacau.

Habitada por um povo hospitaleiro, que gosta de receber visitantes, Itabuna sabe cativar as pessoas, por isso é formada em boa parte por migrantes. Sua vida noturna é alegre e movimentada, com centenas de bares, restaurantes e eventos durante todo o ano. Itabuna é um bom lugar para morar e melhor ainda para investir.

O povoamento começou quando a região servia como ponto de passagem de tropeiros que se dirigiam a Vitória da Conquista. Na região cortada pelo rio Cachoeira, surgiu o Arraial de Tabocas em 1857, em meio à mata que então era desbravada.

O nome Tabocas, segundo a tradição, deve-se a um imenso jequitibá, de cuja derrubada fora feita uma disputa, sendo aquele o "pau da taboca", ou seja, da roça que se abria. O povoamento deu-se apenas a partir de 1867, feito principalmente por migrantes sergipanos, dentre os quais José Firmino Alves, a quem se atribui a fundação da futura cidade de Itabuna.

Em trinta anos o crescimento foi tanto que, em 1897 os moradores pleitearam sua emancipação, que foi negada. Nova tentativa foi feita, junto ao governo estadual, em 1906, comprometendo-se Firmino Alves a doar os terrenos para que fossem erguidas as sedes administrativas.

Emancipação
Fundado em 1910, o município de Itabuna tem sua cronologia confundida com a própria origem do seu perímetro urbano, a partir de meados do século XIX, reduzindo-se a importância da centenária Ferradas, que foi a primeira Vila - com o nome de D. Pedro de Alcântara, três décadas antes de Tabocas-, e o primeiro povoamento urbano no território daquele que viria a ser o município de Itabuna.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Araruama_RJ


ARARUAMA

Araruama fica localizada à apenas 108 quilômetros da capital do Rio de Janeiro e sua população estimada em 2005 era de 97.701 habitantes. Araruama possui uma área de 635,4 km², marcada por planícies e alguns lagos, entre os quais a lagoa de Araruama e a lagoa de Juturnaíba, sendo esta situada entre os municípios de Araruama e Silva Jardim., Araruama guarda belezas naturais que seduzem os visitantes.

São 11 quilômetros de litoral com praias paradisíacas, lagoas costeiras e uma gama de atrativos para quem curte o Turismo Rural.

Assim, para quem segue para a região dos lagos, o município se transforma em roteiro obrigatório para descanso, lazer e entretenimento. Conheça as praias, lagoas, distritos, praças de diversão e entretenimento. Deslumbre-se com a beleza natural de Araruama, sua simplicidade e sua gente boa de viver.

Fuja do stresse dos grandes centros, e conheça a paz, e a interação no Turismo Rural, andando à cavalo, saboreando frutos e alimentos frescos, participando do modo de vida rural e desfrutando a beleza natural.

Créditos: Prefeitura Municipal de Araruama

História & Cultura

As terras do atual Município de Araruama, antigo arraial de Mataruna, integrou a Capitania de São Vicente, doada a Martim Afonso de Sousa, em 1534. As primeiras notícias, sobre a exploração de seu território, datam de 1575. O ano de 1615 é apontado como início de seu devassamento, figurando como colaboradores eficientes do povoamento e evolução política os padres capuchinhos, construtores das primeiras igrejas e conventos.

Encontram-se em documentos dessa época as primeiras referências sobre a região onde se acha hoje a sede municipal: pelas Cartas de Sesmarias o primitivo proprietário de terras foi Manoel Riscado, a quem se concedeu, em 1626, uma sesmaria de quatro léguas. Cortines Laxe, em seu livro Municipalidades do Brasil, menciona que, em 1938, Martim Corrêa Vasqueanes adquiriu, dos herdeiros de Manoel Riscado, as terras situadas no local denominado Parati, onde se erigiu uma capela em honra a Nossa Senhora do Cabo. Ainda hoje o lugar é conhecido como Campo da Igreja.

Em 1799, por Edital de 10 de janeiro, foi criada, com natureza de coletiva, a Freguesia de São Sebastião de Araruama. Diz ainda Cortines Laxe, que ao tempo da criação da freguesia a capela não funcionava como curada, tendo se arruinado a que fora reconstruída por Corte-Real. Nova capela estava sendo edificada pelo padre Antônio Gonçalves Marinho. Não existindo assim outro templo condigno para a celebração dos atos paroquiais, determinou aquele edital que servisse de Matriz a capela do Hospício de São Sebastião, levantada pelos capuchos de Nossa Senhora dos Anjos de Cabo Frio, em terras do padre Joaquim Ribeirão do Amaral, à margem da lagoa Araruama, a um quarto de légua de onde se encontra hoje a Cidade.

Até 1852 a freguesia de Araruama fez parte do Município de Cabo Frio, porém, a partir de outubro desse ano, passou a pertencer ao de Saquarema. Em fevereiro de 1859, tornou-se sede do mesmo Município, por ter sido extinta a Vila de Saquarema e criada a de São Sebastião de Araruama. Restaurada a Vila de Saquarema, em 24 de julho de 1860, subsistiu a de Araruama, cujo território foi acrescido com o da Freguesia de São Vicente de Paulo, desanexada de Cabo Frio. Graças ao clima salutar, passou o Município a desenvolver-se, vindo a tornar-se importante centro de atração turística. A lagoa que embeleza seu território oferece, aos que a visitam, magníficas praias afamadas pela limpidez de suas águas.

Fonte: IBGE






segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Dicas de Viagem > Mala de viagem



Dicas de Viagem > Mala de viagem

Vôos nacionais
O passageiro pode levar 20 kg de bagagem na classe econômica e 30 kg na executiva ou primeira classe. Nas linhas regionais, o limite é de 10 kg em aviões com até 20 assentos e de 20 kg em aviões com mais assentos.

As taxas para excesso de bagagem geralmente correspondem a 1% do valor do bilhete não-promocional. Em vôos regionais, a taxa para os aviões de pequeno porte é de 2% do valor da tarifa e para aviões maiores, de 1%.

Vôos internacionais
A franquia varia de acordo com o país de destino. Para os Estados Unidos e África do Sul é possível levar dois volumes, cada um com dimensões (soma do comprimento, largura e altura) de até 158 cm e com peso máximo de 32 kg. Estas regras não valem para a bagagem de menores de dois anos, que não têm direito à franquia, nem para o transporte de animais de estimação.

Em casos de Extravio ou dano
Em caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve comunicar imediatamente a empresa aérea e preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). Se houver alguma dúvida ou problema, o viajante pode procurar o Departamento de Aviação Civil (DAC), órgão oficial que atende as queixas e reclamações sobre bagagens, por meio das Seções de Aviação Civil (SACs), instaladas em cada aeroporto.

Antes do embarque, o passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos à sua bagagem. Para isso, é cobrada uma taxa suplementar e a companhia pode pedir uma relação completa dos itens e verificar o conteúdo da mala. Se houver extravio, o viajante receberá o valor declarado e aceito pela empresa. Jóias, papéis negociáveis e dinheiro não são aceitos na declaração.

Quem não fizer declaração de valores tem direito a indenização limitada caso ocorra extravio da bagagem. Em vôos internacionais, a companhia paga indenização ao passageiro no valor máximo de US$ 400. Em vôos nacionais, a compensação é feita de acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica.

O que é proibido
Alguns objetos não podem ser levados na bagagem despachada, entre eles: armas de fogo, gases comprimidos, instrumentos musicais volumosos, líquidos e sólidos inflamáveis, materiais magnéticos, radiativos ou oxidantes, material irritante, munições, explosivos e fogos, peróxidos orgânicos, produtos venenosos ou corrosivos e substâncias infecciosas. O passageiro deve consultar a empresa quando precisar transportar alguns destes produtos, assim como artigos frágeis e perecíveis.

Bagagem de mão
Em vôos domésticos, é permitido levar bolsa de mão, maleta ou equipamento com peso máximo de 5 kg e com dimensões de até 115 cm. A bagagem deve caber embaixo do assento ou nos compartimentos acima das poltronas e não pode incomodar os demais passageiros, nem ameaçar a segurança do vôo. Em viagens internacionais, o limite depende de normas específicas fixadas por convênios.

A companhia aérea não se responsabiliza por danos em bagagens de mão ou objetos de uso pessoal. Apenas o faz quando ficar provado que o prejuízo foi causado por algum funcionário da empresa.

O passageiro também pode levar: manta, guarda-chuva, bengala, alimentação infantil para consumo durante a viagem e uma cesta ou equivalente para transporte de criança de colo. Objetos como jóias, documentos negociáveis, ações, dinheiro, notebook, máquina fotográfica, filmadora, telefone celular (sempre desligado) e outros bens de valor só podem ser transportados em bagagem de mão.


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Imarui_SC


IMARUÍ - SC

A influência da colonização açoriana se faz presente no dia-a-dia da cidade, tanto na arquitetura como nas festas e manifestações religiosas. A pesca é a principal fonte de economia do município, seguida da agricultura, onde se destacam o arroz, a farinha de mandioca e outros. A cidade também está investindo no turismo rural, tendo ótimas pousadas. Possui uma população de 13.404 habitantes e fica a 128km de Florianópolis.

A cidade, às margens da lagoa de Imaruí, preserva a cultura açoriana, presente nas brincadeiras da Ratoeira, Ternos de Reis, Pau de Fitas, Quadrilhas e Boi-de-Mamão. No Interior, encontram-se contadores de “causos” que refletem a religiosidade através das crenças e mitos como o do lobisomem, o da mula-sem-cabeça e o do boitatá. Um dia é pouco para conhecer este encanto de cidade, onde oferece além da hospitalidade dos moradores, maravilhosas cachoeiras e pousadas rurais. Imaruí oferece ótimas condições para a prática de esportes como: parapente, pesca artesanal, passeios de barco, lanchas e jet ski na lagoa, caiaque, cavalgadas, motocross, trilhas ecológicas. Não deixe de visitar a Igreja Matriz São João Batista da cidade, cartão postal da cidade e a Gruta de Santa Albertina.

Créditos: Santur e Prefeitura Mun. de Imaruí

História & Cultura

Contam os historiadores que a primeira colonização da região onde hoje está Imaruí ocorreu antes de 1800 e foi realizada por um grupo de pescadores oriundos de Laguna.

Em 1833, foi criada a Freguesia de São João Batista do Imaruí, que se tornou distrito de Laguna. Um dos colonizadores foi o gaúcho João Vieira da Rocha, que acompanhou os farrapos até Laguna e que mais tarde mudou-se para Imaruí em companhia dos filhos.

A guerra que se seguiu à instalação da República Juliana, onde ocorreu o trágico episódio da conhecido como o "massacre de Imaruí fez com que muitas famílias deixassem Laguna para morar em Imaruí, por volta de 1839. Imaruí passou à categoria de município em 27 de agosto de 1890, e o nome foi dado por uma tribo de índios que habitava o local: vem do mosquito maruim, comum na região.

Município integrante da Região dos Lagos, destacando-se pelos seus recursos naturais. Possui a maior lagoa de Santa Catarina, viveiro natural de reprodução de camarões. Tem na pesca artesanal sua segunda maior atividade econômica. Povo de origem açoriana, alegre e hospitaleiro, tem na religiosidade um de seus aspectos mais marcantes.
Fonte: www.brasilturismo.com

domingo, 5 de setembro de 2010

Santa Maria Madalena_RJ



SANTA MARIA MADALENA
Historia & Cultura

Em 1835, quando a Vila Real da Praia Grande, torna-se a cidade de Niterói, aparecem as primeiras notícias de vasta porção de terras existentes nas cabeceiras do Córrego São Domingos, vertente do Santíssimo e pertencentes a Cantagalo, era Santa Maria Madalena.

Estas terras foram descobertas em 1840, anexadas a São Francisco de Paula, portando as honras de curato. Desbravadas nesse mesmo ano, pelo português Manoel Teixeira Portugal, que chegou até ao vale onde se situa hoje, a nossa Igreja Matriz deixando-nas, um pouco depois, para buscar serões mais densos e fugindo dos pântanos cheios de barro branco dos seus arredores, devido ao qual, os viajantes que passavam em busca da estrada de Cantagalo – Macaé, apelidaram o sítio de Tabatinga, na ordem cronológica, a primeira denominação do Arraial do Santíssimo, atualmente nossa cidade de Santa Maria Madalena.

Era ainda Tabatinga, sertão bravo, quando o velho mateiro José Vicente, perseguindo escravos foragidos do sítio, se apossou, armando um rancho, no mesmo local onde já estivera o português Manoel Teixeira Portugal.

A lenda comumente confunde-se com a história. E a história de Santa Maria Madalena começa justamente, quando José Vicente troca a sua posse das terras com o velho padre aposentado, Francisco Xavier Frouthé, por uma magnífica espingarda de fabricação Suíça.

O fato tem toda aparência de lenda, do qual temos somente notícia boca a boca. Todavia, existe a escritura lavrada em notas do escrivão de paz Antonio Leocclat, da freguesia de São Francisco de Paula, 3º distrito de Cantagalo, em 20 de abril de 1850, que vem abonar, em parte a afirmativa tradicional.

Por este título, atribuindo-se à transação o valor de 200 mil réis, o Padre Frouthé foi declarado senhor e possuidor de umas terras no Arraial do Santíssimo e fez doação de parte delas, por livre e espontânea vontade à Santa Maria Madalena.

Construída a capela, um ano e seis meses mais tarde, a 15 de setembro de 1851, por influência do próprio doador das terras, o Arraial do Santíssimo passava a curato e a chamar-se, oficialmente Santa Maria Madalena.

Em maio de 1852, criava o governo da província do novo curato, um Distrito de Paz e a 29 de setembro do mesmo ano, uma sub-delegacia de Polícia, característica de seu progresso.

Em 1855, com novo passo na senda do progresso, Santa Maria Madalena obteve categoria igual a São Francisco de Paula, eleva-se a freguesia por força do Decreto 802, de 28 de setembro de 1855. E de tal maneira se desenvolve e tais são as influências poderosas que animam e bafejam para fazê-la autônoma, que na Assembléia Provincial, uma voz alta e possante se ergue a pleitear-lhe os desígnios. Essa voz é a do Coronel Braz Fernandes Carneiro Viana, cunhado do Duque de Caxias e contra parente do Presidente da Província desembargador Luiz Alves de Leite de Oliveira Belo. Ao coronel Braz, Santa Maria Madalena deveu a elevação à categoria município e ao desembargador a assinatura do Decreto que a emancipou de Cantagalo.

O Coronel Braz Viana, antes de ver coroada de êxito a sua inspiração, passou angustiosos momentos. Conta-se que defendia a causa de um voto que lhe fora prometido por um padre deputado, José Esperidião de Santa Rita, que depois na hora de votar, arrependido ou ameaçado deixou o recinto das sessões trancando-se no banheiro. Diz a tradição, dada a têmpera inquebrável dos barões daquela época, que com muita raiva, Braz Viana, o foi tirar dali, metendo os ombros vigorosos à porta e trazendo-o pela gola à sala, onde teve de cumprir a promessa.

Poucos madalenenses sabem dessa proeza. Aliás as nossa duas praças são dedicadas aos dois personagens que iniciaram a nossa história. Na praça Frouthé está a imponente Igreja Matriz, sucesso da capela dedicada à Santa de devoção do padre Francisco Xavier Frouthé, e na praça Coronel Braz estão a Prefeitura Municipal e a Câmara Legislativa. Se a devoção tem sede na praça do padre, na praça do grande Coronel, o poder legado do povo, se encontra, como uma homenagem póstuma ao primeiro que levantou a voz em prol de nosso município.

Se os acontecimentos desenrolaram-se dessa maneira não o sabemos, no entanto, o fato positivo é que, em 24 de outubro de 1861, pelo Decreto 1208, Santa Maria Madalena, desmembrada de Cantagalo e tendo a si anexada as freguesias de São Francisco de Paula e São Sebastião do Alto, eleva-se a categoria de vila.

Instalou-se o novo município em 08 de junho de 1862, quando nos termos do artigo 2º do próprio decreto de criação, os seus moradores mobiliaram, à suas custas, uma casa para as sessões de júri, a Câmara Municipal e das audiências de autoridades.

Instalado o município era necessário formar-se o patrimônio municipal, e os primeiros vereadores quiseram para tanto, apoderar-se dos terrenos doados à Santa Maria Madalena em 1850 pelo padre Frouthé, a pretexto de nulidade daquela escritura em notas do escrivão de paz Antonio Leocclat. Processou-se grande e longa questão na qual interferiu o próprio Ministro da Justiça, Marques de Abrantes, dizendo em 20 de julho de 1863, o presidente da Província Policarpo Lopes de Leão, que nenhum direito assistia à Matriz aquelas terras, pelo motivo de não ter pedido dispensa da lei de amortização todavia não era a Câmara que lhe competia, suceder, mais sim a Fazenda Nacional. Entretanto não sendo justo deixar-se de povoar a vila e tento isso em apreço, mandava o Ministro, demarcar os terrenos da Santa, dividi-los em lotes e aforá-los aos moradores que requeressem em primeiro lugar.

Essa decisão foi muito proveitosa ao Município, redundando num incremento de sua povoação e de sua lavoura, onde o café, cultivado com o esforço do elemento negro escravizado, começou a destacar-se no balanço econômico da comunidade.

Desde essa época a região progrediu rapidamente, até que em 1888, com a promulgação da Lei Áurea, sofreu uma interrupção em sua marcha ascensional, com o advento da Abolição, que trouxe como conseqüência imediata.

O êxodo de grande massa de trabalhadores rurais, muitas de suas terras cobertas de culturas valiosas, foram abandonadas, baixando assim o teor de produtividade do Município.

Quando em 28 de julho de 1890, já no período republicano, portanto a vila de Santa Maria Madalena recebeu foros de cidade, notava por parte de seus habitantes, uma adaptação bem acentuada as novas condições sociais e econômicas, conseqüentes da promulgação da lei Abolicionista e muitos dos seus campos já começavam a ser aproveitados na exploração pastoril, enquanto as fazendas de café, o braço escravo começava a ser substituído pelo colono assalariado.

Graças a esse rápido poder de adaptação é que, atualmente, o Município já se destacou, novamente, no conjunto das colunas fluminenses, sendo a sua sede um centro comercial relativamente adiantado.

Não obstante constituir o café a principal atividade agrícola de Santa Maria Madalena, observa-se nessa localidade, a existência de outras lavouras importantes, estando em fase intensa prosperidade e exploração de sua indústria pastoril.
Fonte: Pref. Mun. de Santa Maria Madalena

sábado, 28 de agosto de 2010

Abrolhos_BA


Abrolhos
Fonte: www.brasilazul.com.br

Entre julho e novembro, em Abrolhos, no sul da Bahia, turistas e pesquisadores ficam de olhos bem abertos, fitando o horizonte à procura de borrifos, saltos e, principalmente, caudas.

As nadadeiras caudais são como impressões digitais para identificar as baleias da espécie jubarte, que, durante o inverno e a primavera, migram em massa para acasalar, dar à luz e amamentar nas águas quentes de Abrolhos.

Para ter uma idéia da importância dessa região, cerca de 80% das jubartes contabilizadas no litoral nordeste e sudeste do Brasil costumam ser avistadas ali.

Se no mar de Abrolhos é possível ver uma média de 30 jubartes por dia, entre outras baleias, como a franca e a minke, além de cetáceos como o golfinho-nariz-de-garrafa, o golfinho-de-dentes-rugosos e o boto-cinza, no ar se vê uma profusão de pássaros.

Nas cinco pequenas ilhas, dispostas em arco porque provavelmente já fizeram parte da cratera de um vulcão, vivem grandes populações de diversas espécies de aves marinhas. A Redonda é ocupada por fragatas, a Guarita pelos beneditos, na Sueste concentram-se os atobás-marrons, enquanto os atobás-brancos se dividem entre a Siriba e a Santa Bárbara.

Sob a água, Abrolhos abriga o maior conjunto de corais do Atlântico Sul, incluindo o chamado chapeirão, uma formação coralina única no mundo, semelhante a um cogumelo. De abril a dezembro a visibilidade chega a 20 metros, transformando o lugar em um verdadeiro aquário natural, com uma infinidade de peixinhos coloridos, nadando entre garoupas, arraias, tartarugas, barracudas e tubarões.

A única ilha habitada é a de Santa Bárbara, onde vivem alguns militares e funcionários do Ibama. As visitas ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos são rigorosamente controladas para que todo esse luxuoso patrimônio ambiental continue bem preservado.

sábado, 21 de agosto de 2010

Imbituba_CS


IMBITUBA – SC

Imbituba, nome indígena originário da planta Imbé, Abriga cerca de 40 mil habitantes, onde se localiza um dos maiores portos de Santa Catarina. Com um comércio variado e movimentado, Imbituba possui ainda alguns prédios colônias interessantes, principalmente o conjunto que cerca a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Centro, entretanto suas verdadeiras riquezas turísticas são suas praias: Itapirubá, Praia da Vila, Praia do Porto, Praia D'Água, Ribanceira, Ibiraquera, Praia da Luz , Praia do Rosa, e Vermelha.Todas muito preservadas e dotadas de exuberante beleza natural. A mais estruturada para o turismo e internacionalmente conhecida é a Praia do Rosa.

Lugar excelente para a pratica de esportes aquáticos, Imbituba tem crescido no cenário nacional por receber diversas competições de grande porte, em varias modalidades, como o mundial de surf WCT na Praia da Vila, o brasileiro SUPERSURF na Praia do Rosa, os campeonatos de Kitesurf e Wind Surf em ondas da Ibiraquera, além de Receber o circuito mundial de Jet Waves na Praia da Vila. Imbituba é um grande centro pesqueiro em Santa Catarina, desde o século XVIII com a pesca de baleias, até os dias de hoje com a pesca artesanal. Barcos, grandes redes e tarrafas, são facilmente encontradas nas praias e lagoas da região. Os destaques da pesca em Imbituba são, camarão e a tainha. Durente a festa do camarão, que acontece em janeiro, pode-se encontrar e saborear uma imensa variedade do crustáceo.

Em 1715, Imbituba, ainda uma pequena vila, foi povoada pelos açorianos. A primeira atividade do município foi à exploração dos derivados da pesca da baleia (quando esta era permitida). A armação para a pesca da baleia foi fundada em 1796 e extinta em 1829. Imbituba passou a chamar-se “Armação de Imbituba”.

Fatos que marcaram décadas:
1950: Nos anos 50, aproveitando a geografia do município, o porto foi ampliando a construção de um molhe e uma ferrovia, possibilitando o crescimento da vila.

1960: Em setembro de 1966, a imbitubense Eluíza Rosa de Souza, descobre que carregava no ventre um feto sem vida. Internada no Hospital São Camilo, Eluíza teve hemorragia violenta e uma parada cardíaca, e foi considerada clinicamente morta. As freiras do hospital invocaram madre Paulina e colocaram sobre o peito de Eluíza a imagem da santa.
Inexplicavelmente ela começou a apresentar sinais de vida. Recuperou o batimento cardíaco, a hemorragia cessou, e a enferma passou a um quadro clínico estável.
Dr. Aires, um dos médicos que tratava da paciente, estava mais do que surpreso. Em menos de 72 horas do diagnóstico de coma profundo, inclusive recomendando a extrema-unção, a paciente estava sentada na cama conversando.

1970: Descobre-se o grande potencial das ondas de Imbituba, sua qualidade internacional. Nesta fase áurea, muitos surfistas, principalmente do Rio de Janeiro se fixaram, transformando a cidade no principal pólo do surfe da região sul, inclusive com a instalação de uma importante fábrica de pranchas.
1980: Auge do carvão. Auge da economia de Imbituba.
Sendo responsável por quase 70% da economia do município, o Porto de Imbituba durante décadas esteve vinculado à mineração do carvão, chegando a movimentar na década de 80, cerca de 4 milhões de toneladas anuais.

1990: Tempos difíceis. A redução das alíquotas de importação e a retirada do subsídio do carvão, em 1990, acarretaram em um colapso na indústria do carvão catarinense. Nesta nova conjuntura, o Porto de Imbituba se viu obrigado a se transformar de mero terminal exportador de carvão para um porto polivalente, refletindo drasticamente no cenário econômico da cidade.
Madre Paulina: Transcorridos 24 anos, em outubro de 1991, após vários exames médicos e entrevistas, o Vaticano beatifica madre Paulina, à primeira Santa brasileira.

2000:
Festa Nacional do Camarão
É realizada a primeira Festa Nacional do Camarão em Imbituba, sucesso garantido todos os anos no mês de janeiro.

Baleia Franca
Em setembro de 1998, após uma campanha popular liderada pelo Projeto Baleia Franca e empresários locais, a Prefeitura Municipal de Imbituba decretou o Tombamento Histórico do sitio do Barracão da Baleia, e Lei Municipal posterior, que transferiu o sitio ao Projeto com vistas à sua restauração.

Com a ajuda da comunidade e dos antigos caçadores que participaram das atividades de captura e processamento das baleias, o Barracão foi reconstruído e hoje cedia o Museu da Baleia, primeiro da América do Sul a reunir informações sobre a saga das baleias, sua matança e luta pela sua preservação.

Imbituba situa-se no coração da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, uma área de conservação da natureza com 156; 100 hectares, criada por Decreto Federal em setembro de 2000, e que se destina a assegurar a adequada tranqüilidade para as baleias francas que fazem da costa centro-sul de Santa Catarina o seu berçário, harmonizando as atividades humanas com as necessidades de proteção ambiental.

O Município, que participou ativamente da campanha para a criação desse santuário, cedeu ao IBAMA a estrutura necessária para sediar aqui a Gerencia da APA da Baleia Franca, contribuindo, assim, para sua efetiva implantação pelo Governo Federal. Além das baleias, a APA da Baleia Franca deve proteger uma parcela expressiva dos ambientes naturais costeiros que fazem de Imbituba um dos mais belos municípios da costa do Brasil.

Fonte: www.brasilturismo.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Lauro de Freitas_BA


Lauro de Freitas

Hoje, Lauro de Freitas é o principal vetor de expansão urbana de Salvador. O município é pólo de desenvolvimento do estado, inclusive na educação, por conta da instalação de faculdades, entre outros empreendimentos, da indústria, de serviços, do turismo e do lazer.

No segmento de turismo, o município apresenta grande potencial para a hospitalidade, o turismo de lazer e de negócios. São sete quilômetros de belas praias, cerca de 22 mil hectares de Mata Atlântica em Área de Proteção Ambiental (APA Joanes/Ipitanga) apta para o ecoturismo e, por iniciativa da administração municipal, já está em andamento o projeto para instalação do Centro de Convenções. Nas praias, o movimento nas barracas chega a ocupar 1.100 pessoas no verão e cerca de 600 na baixa estação.

O município ainda dispõe de equipamentos de lazer únicos em toda a Costa dos Coqueiros como o Kartódromo Ayrton Senna, Jockey Clube da Bahia e o Equus Clube do Cavalo. Pescadores, mergulhadores e velejadores encontram condições favoráveis para a prática de esportes náuticos nas praias, na foz do rio Joanes e em todo o litoral.

Além das praias, o município preserva áreas naturais em quatro parques, na Área de Proteção Ambiental do Rio Joanes/Ipitanga e empreendimentos privados de caráter ambiental. A prática de esportes é uma constante de inverno a verão, quando acontecem campeonatos de surfing, windsurfing, volley, futebol na areia, vela, skateboarding, patins, mergulho, pesca, cavalgadas e caminhadas.

Os rios Joanes e Ipitanga banham a sede municipal e são navegáveis para embarcações de pequeno calado. Também são bons para pescar.

O misticismo é outro atrativo da antiga Santo Amaro de Ipitanga, onde os rituais indígenas de ontem ganham hoje novas interpretações; as caminhadas esotéricas - especialmente a da Lua Cheia - acontecem nas praias; aí também está uma grande concentração de terreiros de candomblé: são 66 instituições cadastradas e espalhadas pelos 93 km² do município.

Créditos: Pref. Mun. de Lauro de Freitas e Bahiatursa.

História & Cultura

A história de Lauro de Freitas começa no século XVI, quando Garcia D’Ávila recebeu do então governador-geral do Brasil, Tomé de Souza (1552), por ordem dos reis de Portugal, lotes de terra no litoral baiano. Aqui foi instalada uma missão jesuíta que deu origem a Freguesia de Santo Amaro de Ipitanga, em 1758, com apoio da família D´Ávila, proprietária da Casa da Torre.

A região abrigava inúmeras aldeias indígenas que habitavam o Morro dos Pirambás. Mais tarde vieram os engenhos de açúcar e com eles os negros que influenciaram fortemente a cultura local. Ainda hoje pode-se encontrar descendentes de famílias escravas, guardiãs dos costumes afros, praticantes do candomblé.

No século XVII a história da cidade é marcada por um surto de cólera, que dizimou parcela considerável da população, e pela construção da matriz de Santo Amaro de Ipitanga, erguida na parte mais alta da cidade. A matriz se constituiu na construção mais representativa desse período colonial no Brasil.

No século passado, por volta de 1930, a Empresa Francesa de Aviação Civil Latécoére constrói o primeiro campo de aviação da Bahia na antiga fazenda Portela, que se chamou Aeródromo Santo Amaro de Ipitanga.

Lauro de Freitas pertencia, originalmente, a Salvador, até que em 1880 passou a distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932 retornou a Salvador, até 1962 quando foi transformado em município. Onze anos depois passou a integrar a Região Metropolitana de Salvador.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Canavieiras_BA


CANAVIEIRAS – BA

Sete Ilhas marítimas, entre elas a lha de Atalaia, a mais importante, e diversas fluviais, dezessete quilômetros de praias, coqueiral, reserva de Mata Atlântica e áreas de manguezal que abrigam rara fauna silvestre, formam a beleza cênica de Canavieiras, cidade onde se destaca o casario dos séculos 18 e 19, como a Igreja Matriz de São Boaventura, de 1718, e a sede da prefeitura, de 1879. Canavieiras possui uma paisagem excitante, combinando reservas de Mata Atlântica, manguezais, cajueiros e mangueiras.

A principal fonte de renda do município é a lavoura cacaueira, mas se destacam o coco, a piaçava, a madeira, a pecuária e o dendê. Canavieiras ainda se destaca como o maior pesqueiro do robalo e marlin do Brasil, o que atrai para o lugar esportistas adeptos da pesca.

História & Cultura

Localizado às margens do rio Pardo, a cidade de Canavieiras oferece aos visitantes sua beleza, seu romantismo e um estado de paz quase indescritíveis. Os primeiros habitantes de Canavieiras foram os portugueses e brasileiros vindos de Ilhéus por volta da primeira década de 1700, que ergueram uma capela que dedicaram a São Boaventura. Alguns anos mais tarde , os habitantes da Freguesia de São Boaventura do Poxim vieram a saber da existência de uma ilha à margem do rio Pardo e para lá se mudaram, desabitando, assim, o núcleo inicial do povoamento. O novo lugar apresentava condições mais favoráveis, pois as terras se prestavam ao cultivo da cana-de-açúcar.

Um rápido desenvolvimento ocorreu na propriedade dos Vieiras, seus primeiros colonizadores. Canavieiras passou a ter o forro de cidade em 1881. A origem do nome Canavieiras é quase lenda, pois decorreria do nome da família Vieira que plantava cacau na região do Poxim. Assim cana-dos-vieiras derivou para Canavieiras.

Segundo Antenor Nascentes em seu dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, “Canavieiras é, propriamente, o nome de uma gramínea Sorgum saccharatum, mas que se aplica à cana-de-açúcar, que dá bem na região dessa cidade”, que hoje é cariosamente chamada pelos jovens de “Canes”. Canavieiras é o paraíso das ilhas, sendo 7 marinhas e várias fluviais.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ubatuba_SP


Ubatuba_SP

Ubatuba, no litoral norte do estado de São Paulo, tem cerca de 80% de seu território dentro da área de preservação permanente do Parque Estadual da Serra do Mar, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Coberta pela Mata Atlântica quase intacta, onde se revelam inúmeras cachoeiras, como a da Escada, possui aproximadamente 84 praias e 16 ilhas, ao longo de 100 km de costa.

Com águas claras, que proporcionam boa visibilidade, e uma grande variedade de vida marinha, é considerado um paraíso para os adeptos do mergulho. Entre peixes e tartarugas, até golfinhos e baleias costumam ser vistos no mar de Ubatuba, que oferece praias para todos os tipos de gosto.

Entre as mais bonitas, podem ser incluídas ao menos dez, a começar por Itamambuca, uma das mais procuradas pelos surfistas, por causa de suas ondas fortes. Extensa, de areia clara e solta, com muita vegetação e a desembocadura de três rios de águas cristalinas, dois dos quais formam um lago, Itamambuca é própria também para mergulho e esportes náuticos.

Outras favoráveis ao surfe, são as praias do Félix, de águas transparentes, com ondas fortes do lado esquerdo e mar tranqüilo no canto direito, e a Vermelha do Centro, ou Vermelhinha, cujas areias, grossas e fofas, com muitas conchas, apresentam um tom avermelhado. Já a Praia do Tenório, tem areias brancas e macias, enquanto a Brava da Fortaleza tem a orla abrigada pela Mata Atlântica.

A pequena e desabitada Cedro, tem aspecto primitivo, Puruba, para ser acessada, exige a travessia da junção de dois rios. Na Vermelha do Sul, há muitas casas sofisticadas, o que lhe rendeu o apelido de Praia dos Arquitetos, e Domingas Dias, é uma pequena enseada, de águas límpidas e tranqüilas.

A Praia de Picinguaba é muito visitada, não apenas por suas águas verdes e calmas, mas também por possuir uma antiga vila caiçara, tombada pelo Patrimônio Histórico, onde foi restaurada uma Casa de Farinha, ainda em pleno funcionamento.

Faz parte do Núcleo Picinguaba, que tem cerca de 475 km² e é o único trecho do Parque Estadual da Serra do Mar que atinge o nível do oceano, protegendo ecossistemas costeiros com altos índices de biodiversidade, entre praias, mangues, costões rochosos e mata de restinga.

Igualmente inserida no Parque Estadual da Serra do Mar, a Ilha Anchieta possui sete belas praias selvagens e ótimos pontos de mergulho, além das instalações do Projeto Tamar e das ruínas de um antigo presídio político.

O Aquário de Ubatuba, em Itaguá, possui tanques de água salgada, entre os quais, um dos maiores do Brasil, tanques de água doce e até uma área climatizada para pingüins.

História & Cultura

Foram os índios Tamois os primeiros habitantes de Ubauba, que até início do século XVII, possuíam numerosos aldeias. Transcorreu ali, a Confederação dos Tamoois, levante indígena contra os colonizadores portugueses, causado por incentivo dos franceses (Nicolau Durand de Villegaignon) invasores do Rio de Janeiro.

Hans Staden, mercenário alemão, do forte português de São Jorge do Bertioga, ficou prisioneiro na aldeia de Iperoig. Depois dele, Padres Manoel da Nóbrega e José de Ancheita foram os primeiros brancos a visitar o aldeamento de Ubatuba, com o intuito de apaziguar os Tamoios. Nesse tempo, Anchieta escreveu o célebre "Poema à Virgem", nas areias de Ubatuba. Com hábil indicação desses padres, foi esabelecido em 1563, o tratado "A Paz de Iperoig".

Ubatuba, cujo topônimo decorre de "Ybá-tiba"- abundância de cana brava utilizada para confecção de flechas, foi fundada pelo Capitão e ouvidor Jordão Homem da Costa, natural da ilha portugueses Terceira, que com sua família e agregados, aqui se estabeleceram por volta de 1600. Levantou uma capela sob invocação de "Exaltação de Santa Cruz", iniciando, assim, a povoação local. Foram concedidas as primeiras sesmarias cabendo a Inocêncio de Inhatete e Miguel Gonçalves, em 1610, as terras que compõem o atual Município, entre os rios Marajaimirendiba e Ubatuba. Pouco tempo depois, em 1637, foi elevada à categoria de vila (Município), predominando em sua economia as culturas da mandioca e cana-de-açúcar, e ainda a pesca.

Durante a primeira metade do século XIX, o café foi o principal responsável pelo grande surto de desenvolvimento ocorrido e pelo seu porto era escoada a produção do Vale do Paraíba.

Fonte: IBGE



segunda-feira, 26 de julho de 2010

Teresópolis_RJ


TERESÓPOLIS – RJ
História & Cultura

O mais antigo documento que existe, fazendo referência ao "povoado e sertão", situados por detrás da serra dos Órgãos, é uma planta levantada por ocasião da "viagem feita a essa serra pelo Dr. Baltazar da Silva Lisboa, Juiz de Fora do Rio de Janeiro, ordenada pelo Ministro e Secretário dos Negócios Ultramarinos, em 1788". Contém a descrição da serra e uma pequena notícia sobre o "sertão", onde vem assinalada a cascata do Imbuí.

Nada de notável havia, além da estrada de penetração partindo de Piedade (litoral), galgando a serra e seguindo para o verdadeiro sertão.

Teresópolis tornou-se conhecida depois que ali se estabeleceu o súdito inglês George March (nascido e educado em Lisboa), que adquiriu uma sesmaria de 4 léguas quadradas, na serra dos órgãos, anteriormente a 1821.

Com fazenda de criação e cultivo de cereais March, antigo negociante no Rio de Janeiro localizou a sede da fazenda no Alto, o campo das éguas na Várzea, as lavouras no Quebra-frascos e no Imbuí e em Antônio José, os potros e novilhas. Morando em residência confortável, convidava patrícios e amigos a fazerem-lhe companhia na estação calmosa, começando, assim, o hábito do veraneio na serra.

A segunda doação de terras foi feita por D. João VI ao Tenente Joaquim Paulo de Oliveira (filho de José Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes), como prêmio pelos bons serviços prestados ao rei: uma "posse" no vale do córrego Antônio José, nas proximidades da cascata do Imbuí, deu o nome a todo aquele vale.

A região era alcançada, primeiramente, pela estrada Magé-Sapucaia, via Canoas, mas, depois de abandonado o trecho de Socavão, passou a ser atravessada pela nova estrada da serra dos Órgãos, caminho preferido para o Pôrto da Piedade e o mais curto para a Corte.

Data de 1845, quando faleceu George March, o começo da povoação, pela divisão da propriedade entre seus herdeiros que, por sua vez, a retalharam e venderam em fazendas menores, sítios e lotes.

Todas essas terras que constituíram a sesmaria March, depois Fazenda dos Órgãos e Fazenda March, voltaram, com pequenas exceções no Quebra-frascos, no Imbuí e na Posse (que couberam aos descendentes do Tenente Joaquim Paulo), a centralizar-se nas mãos de um único proprietário " Companhia Estrada de Ferro Teresópolis", conforme contrato de construção da estrada de ferro e da cidade de Teresópolis, lavrado a 16 de julho de 1890.

A construção da estrada de ferro e da cidade prendia-se ao desejo do governo do Estado do Rio de Janeiro em transferir a capital estadual para este local. Tais planos, porém, não foram realizados, e outra vez a propriedade é desmembrada e retalhada, resultando a cidade atual. Do que fora previsto no plano, somente a criação do Município efetivou-se a 6 de julho de 1891.

Acredita-se que a denominação de Teresópolis, dada à povoação, tenha sido em homenagem à Imperatriz D. Teresa Cristina.

A construção da estrada de ferro, que havia sido tentada em 1872, foi realizada pelo engenheiro José Augusto Vieira, sucessor da primitiva, Cia. Estrada de Ferro Teresópolis, e inaugurada a 19 de setembro de 1908, exatamente 13 anos depois de iniciados os trabalhos. Tornou-se mais tarde obsoleta com o advento das boas rodovias e hoje não mais existe.

Fonte: IBGE


sexta-feira, 23 de julho de 2010

São Paulo_SP


São Paulo – SP
História & Cultura

A Vila de São Paulo de Piratininga teve início em 25 de Janeiro de 1554 com a construção de um colégio jesuíta, pelos padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí. Tal colégio, que funcionava num barracão feito de taipa de pilão, tinha por finalidade a catequese dos índios que viviam na região.

O povoamento da região teve início em 1560, quando, por ordem de Mem de Sá, governador-geral da colônia, mandou a população da vila de Santo André da Borda do Campo para os arredores do colégio, denominado "Colégio de São Paulo de Piratininga" – o nome foi escolhido porque dia 25 de janeiro a Igreja Católica celebra a conversão do apóstolo Paulo de Tarso. Desta forma, a vila de Santo André da Borda do Campo foi extinta, e São Paulo foi elevada à categoria de vila. São Paulo permaneceu, durante os dois séculos seguintes, como uma vila pobre e isolada do centro de gravidade da colônia, que se mantinha por meio de lavouras de subsistência.

Por ser a região mais pobre da colônia, em São Paulo teve início a atividade dos bandeirantes, que se dispersaram pelo interior do país à caça de índios, de ouro e de diamantes. A descoberta do ouro na região de Minas Gerais fez com que as atenções do reino se voltassem para São Paulo, que foi elevada à categoria de cidade em 1711. Quando o ouro esgotou, no final do século XVIII, teve início o ciclo paulista do açúcar, que se espalhou pelo interior da província, e a cidade de São Paulo tinha a finalidade de escoar a produção para o porto de Santos.

Após a Independência do Brasil, São Paulo recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por Dom Pedro I do Brasil em 1823. Em 1827, houve a criação dos cursos jurídicos no Convento de São Francisco (que daria origem à futura Faculdade de Direito do Largo de São Francisco), e isso deu um novo impulso de crescimento à cidade, com o fluxo de estudantes e professores, juntamente com o crescimento da produção do café nas regiões de Campinas, Rio Claro, São Carlos e Ribeirão Preto, e graças a qual a cidade passa a ser denominada Imperial Cidade e Burgo dos Estudantes de São Paulo de Piratininga. De meados desse século até o seu final, foi o período que a província começou a receber uma grande quantidade de imigrantes, em boa parte italianos, dos quais muitos se fixaram na capital, e as primeiras indústrias começaram a se instalar.

De meados do século XIX em diante, São Paulo passa a se beneficiar da ferrovia que liga o interior do estado de São Paulo ao porto de Santos. A facilidade de exportar o café permite à cidade e ao estado de São Paulo um grande crescimento econômico. Mas é com o fim do Segundo Reinado que a Cidade de São Paulo, assim como o estado de São Paulo, tem grande crescimento econômico e populacional, também auxiliado pela política do café-com-leite.

O auge do período do café é representado pela construção da segunda Estação da Luz (o atual edifício) no fim do século XIX. Neste período, o centro financeiro da cidade desloca-se de seu centro histórico (região chamada de "Triângulo Histórico") para áreas mais a Oeste. O vale do Rio Anhangabaú é ajardinado e a região do outro lado do rio passa a ser conhecida como Centro Novo. Os melhoramentos realizados na cidade pelos administradores João Teodoro e Antônio Prado contribuem para o clima de desenvolvimento: estudiosos consideram que a cidade inteira foi demolida e reconstruída. Com o crescimento industrial da cidade, no século XX, a área urbanizada da cidade passou a aumentar, sendo que alguns bairros residenciais foram construídos em lugares de chácaras. O grande surto industrial se deu durante a Segunda Guerra Mundial, devido à crise na cafeicultura e às restrições ao comércio internacional, o que fez a cidade ter uma taxa de crescimento muito elevada até os dias atuais.

Atualmente, o crescimento vem se desacelerando, devido ao crescimento industrial de outras regiões do Brasil, e o perfil da cidade vem se transformando de uma cidade industrial para uma metrópole de comércio, serviços e tecnologia, sendo que hoje é, por muitos, considerada a mais importante metrópole da América Latina.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Penedo_AL



PENEDO – AL

Erguendo-se imponente sobre um rochedo às margens do rio São Francisco, a cidade de Penedo foi fundada no século XVI, é um relicário vivo, que conserva um patrimônio artístico-cultural de grande valor, tendo sido palco dos acontecimentos mais importantes do Brasil Colonial. As marcas dos colonizadores portugueses, holandeses e dos missionários franciscanos, podem ser constatadas na arquitetura barroca de conventos e igrejas. Um passeio pelas águas do "Velho Chico" é um convite à descoberta de ilhas, prainhas e lugarejos.

A cidade de Penedo é uma das mais bonitas e antigas cidades históricas brasileiras e impressiona seus visitantes pelo seu rico patrimônio histórico-cultural. Suas igrejas, conventos e palacetes do século XVII e XVIII proporcionam uma verdadeira viagem ao passado do Brasil Colonial.

Há na cidade edificações neoclássicas e até exemplares de art-nouveau do final do século 19. Seu apogeu econômico ocorreu no século 19, com o renascimento da indústria do açúcar. A cidade de Penedo possui um centro histórico de significativa importância, formado pelos conjuntos de logradouros públicos e edificações integrantes do Patrimônio Nacional.

A culinária e as manifestações folclóricas são atração à parte. As festividades duram o ano inteiro: Festa do Bom Jesus dos Navegantes (janeiro), Festival de Tradições Populares e aniversário da cidade (abril), Circuito de Jeep (maio), São João (junho), Circuito de Motovelocidade (agosto), Penedo Fest (Outubro), Gincana de Pesca de Arremesso (novembro) e Natal (dezembro).

Créditos: Pref. Mun. de Penedo

Historia & Cultura

Existem duas versões para a origem do município de Penedo. A primeira, de que a criação do povoado está relacionado à Duarte Coelho Pereira, primeiro donatário da capitania de Pernambuco, que se aventurou em viagens de exploração do rio São Francisco. A segunda, mais divulgada, credita essa responsabilidade a seu filho, Duarte Coelho de Albuquerque, que herdou a capitania. De acordo com o historiador Craveiro Costa, a conquista de Alagoas e, particularmente, de Penedo, começou em 1560, quando Albuquerque organizou duas bandeiras: uma com destino ao norte de Olinda e outra para o sul.

A que se dirigiu ao sul atingiu o rio São Francisco entre 1560 e 1565. A primeira sesmaria registrada na região data de 1596, mas acredita-se que o povoado só foi oficialmente fundado a partir de 1613, com o recebimento de uma sesmaria por Cristóvão da Rocha. Em 1636, foi elevada à Vila de São Francisco e no final do século XVII passou a ser chamada de Penedo do Rio São Francisco. Em 1842, foi elevada à categoria de cidade.

Créditos: IBGE

domingo, 18 de julho de 2010

São Luis do Maranhão


São Luis do Maranhão – MA
História & Cultura

Fundada em 1612, São Luís recebeu esse nome em homenagem a Luís XIII, rei da França. São Luís é a única capital brasileira fundada pelos franceses que permaneceram na cidade até 1615 quando, depois de muitas lutas, foram expulsos pelos portugueses liderados por Jerônimo de Albuquerque, herói de Guaxenduba, que acrescentou ao seu nome o apelido de Maranhão.

Os portugueses reinaram em paz até 1641, quando dois mil soldados holandeses chegaram em navios comandados pelo Almirante Jan Cornelli. Os holandeses destruíram casas, queimaram igrejas (eram protestantes) e saquearam a cidade como forma de pressão. Em 1642, sob o comando do Capitão Antonio Teixeira de Melo, os portugueses expulsaram os holandeses após terem encontrado a cidade em ruínas. A partir daí, São Luís passou por uma fase de tranqüilidade e foi tornando-se mais burguesa.

Embora tenha sido fundada por franceses, a capital do Estado do Maranhão guarda poucas evidências disso, com exceção de alguns nomes de ruas e monumentos, e um toque refinado na culinária. Mas os principais traços da cidade são mesmo herdados dos portugueses: o incrível casario azulejado e os inúmeros sobrenomes de origem lusitana, entre outras influências.

■ São Luis - Patrimônio da Humanidade
Em 1997, São Luís recebeu da UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, um reconhecimento à preservação de seu magnífico e homogêneo conjunto arquitetônico colonial latino-americano dos séculos XVIII e XIX. São mais de 3.500 edificações de inigualável valor histórico e artístico, que retratam o modo de vida das antigas famílias abastadas da cidade.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

João Pessoa_PB


João Pessoa é a terceira cidade mais antiga do Brasil, à cidade possui uma história de quatrocentos e dezessete anos, bem guardada nos seus monumentos e preservada no verde, que é uma de suas características mais fortes e que lhe rendeu o título de segunda cidade mais verde do mundo, atrás, apenas, de Paris.

O cuidado do pessoense com a vegetação pode ser observado em todas as paisagens. A cidade está cheia de árvores frutíferas, gramados e jardins. No Centro, se encontra a Lagoa do Parque Solon de Lucena, como um eixo de onde partem as principais avenidas. O mais conhecido cartão postal é cercado de palmeiras imperiais e de árvores frondosas.

A cidade, que nasceu no às margens do Rio Sanhauá, cresceu em direção ao mar. As belas praias também são uma marca de João Pessoa. Dona de um litoral privilegiado, a capital paraibana tem áreas ainda virgens, intocadas pela mão do homem.

Fica na Praia do Cabo Branco o ponto extremo oriental das Américas: a Ponta do Seixas - uma falésia de argila e muita vegetação preservada, um dos marcos geográficos mais importantes do país. Durante todo o ano, a temperatura, em torno de 29 graus, é um convite ao lazer e ao descanso nas águas sempre azuis de praias, como: Tambaú, Manaíra, Bessa, Cabo Branco e toda a Costa do Sol.

Créditos: Prefeitura Municipal de João Pessoa

História & Cultura

João Pessoa possui um vasto acervo arquitetônico formado, principalmente, de construções barrocas. A presença das ordens religiosas e o rápido enriquecimento dos barões do açúcar e do algodão deram à cidade monumentos que, ainda hoje, impressionam pelo seu vigor e pela beleza de sua construção.

A beleza do conjunto barroco atrai visitantes de todo o país pela delicadeza dos azulejos que formam os painéis frontais e retratam a paixão de Cristo. Totalmente recuperado, o conjunto de São Francisco foi transformado em centro cultural, um espaço aberto a oficinas e exposições, além do seu acervo barroco.

Esta é João Pessoa, uma cidade que une o passado ao futuro e que se orgulha de receber bem. A cidade aonde o sol chega primeiro para abençoar essa sinfonia de verde, composta pelo rio, pelo mar e pelas árvores que tomam o seu casario. Uma cidade que espera por você sempre de braços abertos.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Rio das Ostras_RJ


RIO DAS OSTRAS – RJ
Historia & Cultura

Inicialmente ocupado por índios Tamoios e Goytacazes, o território que hoje compreende o município de Rio das Ostras era constituído pela sesmaria concedida pelo capitão-mor e governador do Rio de Janeiro, Martin Corrêa de Sá, em 1º de agosto de 1630, aos padres da companhia de Jesus. A sesmaria tinha como limites o rio Iriri - atual rio das Ostras - ao sul, e o rio dos Bagres, ao norte. Os índios e os jesuítas deixaram suas marcas em obras como a da antiga igreja de Nossa Senhora da Conceição, o poço de pedras e o cemitério. Após a expulsão dos jesuítas no ano de 1759, a igreja foi terminada no final do século XVIII, provavelmente pelos Beneditinos e Carmelitas.

As primeiras notícias sobre a área onde hoje se situam os municípios de Casimiro de Abreu e Rio das Ostras datam do princípio do século XVIII, quando, de uma antiga aldeia de índios, originou-se a freguesia denominada Sacra Família de Ipuca, em 1761. A ocorrência de freqüentes epidemias naquela localidade fez com que a sede da freguesia fosse transferida para a foz do Rio São João, que já possuía núcleos de pescadores. O desenvolvimento aí verificado determinou a criação do município de Barra de São João em 1846, cujo território foi desmembrado do município de Macaé, tendo sido o arraial de
Barra de São João elevado à categoria de vila, que desempenhava.

Durante todo esse período, a estrutura econômica do futuro município de Casimiro de Abreu esteve baseada na agricultura. O isolamento físico associado à ausência de atividades agrícolas dinâmicas foi responsável pela pequena expansão do núcleo, que iniciou acentuado declínio a partir de 1888, com a libertação dos escravos.

O desajustamento da economia do município ocasionado pela Lei Áurea deu motivo a repetidos deslocamentos de sua sede entre Barra de São João, assolada por surtos de malária, e Indaiaçu (antiga denominação da sede de Casimiro de Abreu), sendo a mesma definitivamente fixada, em 1925, na última localidade, que passaria a se chamar em seguida Casimiro de Abreu, nome atribuído a todo o município em 1938.

Campos e Macaé, teve um progressivo desenvolvimento com a atividade da pesca, que foi o sustentáculo econômico da cidade até meados do século XX. Rio das Ostras constitui-se em núcleo recente, da década de 50.

A construção da Rodovia Amaral
Peixoto, a expansão turística da Região dos Lagos e a instalação da Petrobras foram de extrema importância para o crescimento e desenvolvimento de Rio das Ostras, que viu sua população crescer, até chegar ao momento de sua emancipação político administrativa do município de Casimiro de Abreu, em 1992, dada pela Lei n.º 1.894, de 10 de abril daquele ano e instalação, em 1º de janeiro de 1993.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Rio de Janeiro_RJ



RIO DE JANEIRO
História & Cultura

A Cidade do Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, como núcleo fortificado para defender a baía de Guanabara, após a expulsão dos franceses. Algumas décadas depois, já assumia a função de porto exportador do açúcar do recôncavo fluminense. Tornou-se capital do país em 1763.

A vinda da família real, no século XIX, fortaleceu sua posição político-administrativa e de centro econômico. A introdução de bondes e trens, em 1870, possibilitou o desenvolvimento de outras freguesias e a expansão industrial acelerou o crescimento demográfico e urbano.

No início desse século, o Prefeito Pereira Passos realizou um programa de reforma urbana que transformou a cidade carioca com o construção da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), e da Avenida Beira-Mar. A partir daí diversos projetos viários foram sendo realizados. Ainda, na primeira metade do século, vale citar a demolição do Morro do Castelo e a abertura de dois túneis de acesso à Copacabana.

Nos anos 50 e 60, foram destaque a demolição do Morro de Santo Antônio, o aterramento e urbanização do Parque do Flamengo, a abertura de dois túneis complementares em Copacabana, dos túneis Rebouças e Santa Bárbara, o primeiro trecho da avenida Perimetral, além da Rodoviária Novo Rio.

Apesar da mudança da capital para Brasília, em 1960, o Rio de Janeiro continuou sendo importante pólo turístico, cultural e comercial. Os investimentos públicos se intensificaram nas áreas mais ricas da cidade, acelerando o processo de especulação imobiliária. No final da década de 1960 e nos anos 1970, grandes obras foram realizadas: alargamento da praia de Copacabana, o elevado sobre a Avenida Paulo de Frontin, a primeira etapa da auto-estrada Lagoa-Barra, a Ponte Rio-Niterói e o Metrô. Foi inaugurada a Linha Vermelha, que liga a Ilha do Governador e o Aeroporto Internacional à São Cristovão e à zona sul, através do túnel Rebouças.

Com a fusão do Estado da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro, em 1975, deixou de ser Cidade-Estado tornando-se, assim, município do Rio de Janeiro.

Carioca, palavra de origem tupi: kari´oka, casa de branco, de kara´i = branco e oka = casa.

Fonte: IBGE


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Paraty_RJ



PARATY – RJ
História & Cultura

O território do atual Município de Parati era ocupado, à época do descobrimento, pelo indígenas Guaianás, que se estendiam para o Norte até Angra dos Reis e para o Sul até o Rio Cananéia do Sul.

Desde princípios do século XVI, portugueses vindos da Capitania de São Vicente instalaram-se na região.

Com a descoberta do ouro nas "gerais", Parati tornou-se ponto obrigatório para os que vinham do Rio de Janeiro em demanda das minas, uma vez que esse era o único local em que a Serra do Mar podia ser transposta, através de uma antiga trilha dos Guaianás, pela Serra do Facão e o local em que hoje fica a Cidade de Cunha, em São Paulo, e atingindo o Vale do Paraíba, em Taubaté - depois em Pindamonhangaba e Guaratinguetá - e daí os sertões das "gerais".

Foi esse o caminho trilhado por Martim Correia de Sá, filho do governador Salvador de Sá, à frente de 700 portugueses e 2.000 índios Tamoios na região das minas.

Segundo a tradição, as primeiras sesmarias em terras de Parati foram concedidas pelo Capitão-Mor Joaquim Pimenta de Carvalho, em nome do Conde da Ilha do Príncipe, donatário da Capitania de São Vicente, a alguns moradores da Vila de Nossa Senhora da Conceição de Angra dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição pertenciam.

O primeiro núcleo organizado de povoamento surgiu num morro "distante 25 braças para o Norte do Rio Perequê-Açu", onde, em princípios do século XVII, foi São Roque. Posteriormente, seus moradores transferiram-se para local mais favorável e construíram, por volta de 1646, um templo sob o oratório de Nossa Senhora dos Remédios, em terreno doado por Maria Jácome de Melo.

Graças à sua situação de caminho único para o Vale do Paraíba e as Minas para quem vinha do Norte, a povoação prosperou rapidamente. Os paulistas do Vale desciam a Serra com os produtos de sua lavoura para negociá-los e ali adquirir os artigos de que necessitavam. Seu porto era muito freqüentado, fazendo-se grande comércio de café, arroz, milho, feijão, aguardente e farinha. Por ali escoava-se grande parte do ouro das Minas, tanto que uma Carta Régia de 9 de maio de 1703 nela criou um Registro de Ouro, extinguindo todos demais, salvo o de Santos.

Em 1660, um paratiense decidido, o Capitão Domingos Gonçalves de Abreu, levantando-se contra a Vila de Angras dos Reis da Ilha Grande, a cuja jurisdição estava sujeito o povoado, requereu diretamente ao Capitão-Mor da Capitania de São Vicente a sua elevação à categoria de Vila e, sem esperar resposta, erigiu às suas custas o pelourinho, símbolo de autonomia e autoridade. Durante sete anos a Câmara de Angra dos Reis lutou contra esse ato de rebeldia, mas uma Carta Régia de 28 de fevereiro de 1667 reconheceu a autonomia já de fato conquistada pelos "levantados" de Parati.

Criada em 1720 a capitania de São Paulo, desmembrada do Rio de Janeiro, a ela foi adjudicada a Vila de Parati. No entanto, como a administração da justiça continuasse a cargo do Ouvidor-Geral da capitania do Rio de Janeiro, que dela não abria mão, a Câmara da Vila, diante dos inconvenientes que surgiam dessa dualidade de jurisdição, solicitou sua anexação à última, o que foi concedida por Ordem Régia de 8 de janeiro de 1827.

Um paratiense, o Capitão Francisco do Amaral Gurgel, que partira às suas custas com um reforço de 500 homens e 80 escravos em defesa da Cidade do Rio de Janeiro, atacada pela esquadra francesa de Dugiay-Trouin, que a ocupara em 12 de setembro de 1711, negociou o resgate exigido pelos franceses para se retirarem: 610 mil cruzados, mil caixas de açúcar e 200 bois.

Depois da abertura, na segunda década do século XVIII, do "caminho novo" para as Minas Gerais, o qual partindo do Rio de Janeiro através da Serra dos Órgãos, Paraíba (do Sul) e Borda da Campo (Barbacena), encurtava para 15 dias a jornada para os sertões do ouro, Parati sofreu o primeiro declínio. Ainda assim, continuou importante porto de mar até fins do século XIX. As caravelas que vinham da Europa ali faziam escala quase obrigatória. Companhias líricas vinham da Europa representar no teatro de Parati, que também recebeu atores nacionais do vulto de João Caetano.

Continuavam a chegar imigrantes às suas terras férteis.

Por volta de 1863 ainda existiam 12 engenhos e 150 fábricas de aguardente. Com a abolição da escravatura, em 1888, e o êxodo dos trabalhadores rurais, verificou-se o colapso de sua economia, baseada na cultura da cana e do café. Em conseqüência do abandono das terras, vários cursos de água tiveram seus leitos obstruídos, ficando as várzeas férteis sujeitas a inundações.

A partir de 1954, com a abertura de uma estrada carroçável para Cunha, na direção do antigo caminho colonial da Serra, vem-se processando lentamente o soerguimento econômico do Município, tanto pela recuperação das lavouras, como pela afluência de turistas, vindos principalmente de São Paulo.

A precariedade do transporte marítimo, único meio de comunicação de Parati com os demais municípios fluminenses, provocou, no princípio da década de 1960, um movimento a favor de uma revisão administrativa que desmembrasse o Município do Estado do Rio de Janeiro e o fizesse voltar a integrar o território do Estado de São Paulo. A abertura da estrada para Angra dos Reis veio romper esse isolamento e permitir prever para breve novo surto de progresso para o Município.

Pela sua situação geográfica e riqueza de suas terras, Parati tem condições excepcionais para retomar o lugar de relevo que ostentou outrora no conjunto das localidades fluminenses.

Fonte: IBGE