quarta-feira, 10 de março de 2010

Abrolhos_BA


Abrolhos
Fonte: www.brasilazul.com.br

Entre julho e novembro, em Abrolhos, no sul da Bahia, turistas e pesquisadores ficam de olhos bem abertos, fitando o horizonte à procura de borrifos, saltos e, principalmente, caudas.

As nadadeiras caudais são como impressões digitais para identificar as baleias da espécie jubarte, que, durante o inverno e a primavera, migram em massa para acasalar, dar à luz e amamentar nas águas quentes de Abrolhos.

Para ter uma idéia da importância dessa região, cerca de 80% das jubartes contabilizadas no litoral nordeste e sudeste do Brasil costumam ser avistadas ali.

Se no mar de Abrolhos é possível ver uma média de 30 jubartes por dia, entre outras baleias, como a franca e a minke, além de cetáceos como o golfinho-nariz-de-garrafa, o golfinho-de-dentes-rugosos e o boto-cinza, no ar se vê uma profusão de pássaros.

Nas cinco pequenas ilhas, dispostas em arco porque provavelmente já fizeram parte da cratera de um vulcão, vivem grandes populações de diversas espécies de aves marinhas. A Redonda é ocupada por fragatas, a Guarita pelos beneditos, na Sueste concentram-se os atobás-marrons, enquanto os atobás-brancos se dividem entre a Siriba e a Santa Bárbara.

Sob a água, Abrolhos abriga o maior conjunto de corais do Atlântico Sul, incluindo o chamado chapeirão, uma formação coralina única no mundo, semelhante a um cogumelo. De abril a dezembro a visibilidade chega a 20 metros, transformando o lugar em um verdadeiro aquário natural, com uma infinidade de peixinhos coloridos, nadando entre garoupas, arraias, tartarugas, barracudas e tubarões.

A única ilha habitada é a de Santa Bárbara, onde vivem alguns militares e funcionários do Ibama. As visitas ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos são rigorosamente controladas para que todo esse luxuoso patrimônio ambiental continue bem preservado.

terça-feira, 9 de março de 2010

Goiânia_GO História & Cultura


GOIÂNIA – GO

A idéia da mudança da Capital do Estado surgiu da necessidade de localizá-la, de acordo com os interesses econômicos e sociais de todos os municípios goianos. A primeira Capital Goiana tinha sido escolhida, quando a Província era aurífera. Posteriormente, ficou demonstrado que a criação do gado e a agricultura passaram a ser fatores preponderantes no desenvolvimento.

Legisladores sustentaram, por algum tempo, a idéia da mudança. A 1º de junho de 1891, os constituintes goianos oficializaram a idéia da transferência da Capital, no texto constitucional, ratificando-a na reforma de 1898, como na de 1918. A primeira Constituição Republicana, em seu texto definitivo, previa em seu art.5º: "A Cidade de Goiás continuará a ser a Capital do Estado, enquanto outra cousa não deliberar o Congresso".

Vagamente abordada até 1930, a idéia mudancista só se firmou no governo de Pedro Ludovico que tomou a decisão de fazer a transferência para local mais apropriado.

Em 1932, foi assinado o Decreto nº 2737, de 20 de dezembro, nomeando uma comissão que, sob a presidência de Dom Emanuel Gomes de Oliveira, então bispo de Goiás, escolhesse o local onde seria edificada a nova Capital do Estado. Instalados os trabalhos, a 3 de janeiro de 1933, o Coronel Antônio Pireneus de Souza, um de seus membros, sugeriu a escolha de três técnicos, ou seja, de João Argenta e Jerônimo Fleury Curado engenheiros, e de Laudelino Gomes de Almeida, médico, para realizarem os estudos das condições topográficas, hidrológicas e climáticas das localidades de Bonfim, hoje Silvânia; Pires do Rio Ubatan atualmente Egerineu Teixeira; e Campinas, hoje bairro goianiense, a fim de que, baseada no relatório dos técnicos a Comissão se manifestasse. O parecer foi favorável a Campinas, nas proximidades de Serrinha, situada na direção azimutal de 130 graus, ou, em caso de urgência, a Bonfim.

Reunida em 4 de março de 1933, a Comissão concluiu pela escolha da região de Campinas, desde que não houvesse urgência na mudança.

O relatório da Comissão, depois de submetido ao parecer dos engenheiros Armando Augusto de Godói, Benedito Neto de Velasco e Américo de Carvalho Ramos, foi encaminhado ao Chefe do Governo Estadual.

Apesar da forte campanha antimudancista, ficou decidido que a Capital seria construída na região de Campinas.

O Decreto nº 3359, de 18 de maio de 1933, determinou que a região, às margens do córrego Botafogo, compreendida pelas fazendas denominadas "Criméia", "Vaca Brava" e "Botafogo", no então Município de Campinas, fosse escolhida para nela ser edificada a Nova Capital do Estado. Entre outras medidas, enumerava o ato que a transferência se operasse no prazo máximo de dois anos.

Designado o dia 27 de maio de 1933, para início dos trabalhos de preparo do terreno, a 24 de outubro do mesmo ano houve o lançamento da pedra fundamental, no local onde está o Palácio do Governo.

Dois anos depois, pelo Decreto nº 327, de 2 de agosto de 1935, organizou-se o Município de Nova Capital, que recebeu o topônimo de Goiânia, sugerido pelo Professor Alfredo de Faria Castro. A 20 de novembro de 1935 instalou-se o Município e, a 13 de dezembro de 1935, foi assinado o primeiro Decreto, que recebeu o nº 560 e determinava a transferência da Secretaria Geral, Secretaria do Governo e Casa Militar para a Nova Metrópole. Posteriormente, foram transferidas a Diretoria Geral da Segurança Pública e a Campanhia de Polícia Militar (1935), e a Diretoria Geral da Fazenda (1936).

Finalmente, em 23 de março de 1937, foi assinado o Decreto nº 1816, transferindo definitivamente a Capital Estadual da Cidade de Goiás para a de Goiânia.

O Batismo Cultural só ocorreu a 5 de julho de 1942, em solenidade oficial realizada no recinto do Cine-Teatro Goiânia, com a presença de representantes do Presidente da República, Governadores dos Estados e dos Ministros, além de outras autoridades e de caravanas de todos os Município Goianos. Na ocasião, realizaram-se o 8º Congresso Brasileiro de Educação e a Assembléia-Geral do Conselho Nacional de Geografia e do Conselho Nacional de Estatística, órgãos do IBGE.

Fonte: IBGE
Crédito: Gov. do Estado de Goiás

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher


Opinião de um homem sobre o corpo feminino

Não importa o quanto pesa.
É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.
Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.

Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.
Nossa avaliação é visual, isso quer dizer que se tem forma de guitarra... Está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas gays que odeiam as mulheres e com elas competem.

Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura.
A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem.
Usem! Para andar de cara lavado, basto a nossa.
Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobre com calças longas?
Para que as confundam conosco?
Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto.

Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim.
Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza... Que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

Entendam de uma vez!
Tratem de agradar a nós e não a vocês.
Porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher.

As jovens são lindas... Mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes.
Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.
O corpo muda... Cresce.
Não podem pensar sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que
usavam aos 18.

Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas.

Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza.

São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em SPA... Viveram.

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no! Cuidem-se!
Amem-se!

A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho

sexta-feira, 5 de março de 2010

Praia do Francês_AL


Praia do Francês
Fonte: www.brasilazul.com.br

Situada entre o mar e a Lagoa Manguaba, a maior de Alagoas, com 34 km de extensão, diversas ilhas e canais, além de um imenso manguezal, Praia do Francês fica a apenas 20 km de distância de Maceió, capital do estado.

Sua principal praia, inicialmente chamada Porto dos Franceses, está cotada entre as dez melhores do Brasil para a prática de surfe.

No entanto, do lado esquerdo, é protegida por uma barreira de arrecifes, que, na maré baixa, forma uma grande piscina natural, de águas calmas, mornas e transparentes, cujo tom varia do azul ao verde e convida ao mergulho e à contemplação

De areia clara, fina e fofa, com muitas barracas erguidas na orla, a célebre Praia do Francês, que já foi considerada uma das mais bonitas da região, hoje em dia recebe bastante movimento, principalmente nos finais de semana.

À direita, o trecho de mar aberto consagrado pelos surfistas, é mais sossegado.

Quem gosta de tranqüilidade, deve visitar a Praia do Saco da Pedra, que faz parte de uma reserva ecológica e pode ser alcançada a pé, pela própria Praia do Francês, na maré baixa, ou de carro, passando por propriedades particulares.

De areia fina, recifes e água tépida e cristalina, possui muitos coqueirais em meio à vegetação nativa.

Outra opção de acesso à Praia do Saco, como é mais conhecida, se faz através de passeios de barco pela Lagoa Manguaba, de águas mornas e muito ricas em fauna e flora.

Os roteiros costumam incluir a Ilha de Santa Rita, maior ilha lacustre do país, com mais de 12 km² de superfície, pouso de aves migratórias e também inserida na Reserva de Saco da Pedra.

Praia do Francês pertence ao município de Marechal Deodoro, banhado pelas lagoas Mundaú e Manguaba, cujo centro, afastado cerca de 7 km da costa, é tombado pelo Patrimônio Histórico.

Nessa antiga capital de Alagoas, nasceu Deodoro da Fonseca, o chefe militar que, em 1889, liderou o golpe que proclamou a república e destronou o imperador, tornando-se o primeiro presidente do Brasil.

A casa, em estilo colonial, onde nasceu o marechal que dá nome à cidade, foi transformada em museu e preserva a fachada ainda intacta.

Várias construções de grande valor histórico e arquitetônico, algumas delas em ruínas, também guardam traços originais, como o Convento e Igreja de Santa Maria Madalena, a Igreja do Senhor do Bonfim, a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, todas datadas do século XVII.