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terça-feira, 16 de março de 2010

Búzios_RJ


BÚZIOS

Por volta dos anos 60 foi descoberta pelo turismo e é hoje um dos balneários mais conhecidos internacionalmente.

Búzios teve sua origem em uma pequena vila de aldeia de pescadores, em seu passado foi povoada por piratas franceses, traficantes de escravos e baleeiros que matavam as baleias que passavam pelo litoral para retirar seu Óleo que naquela época servia de combustível para iluminar os postes das ruas.

Com mais de 20 praias de variedades e belezas incomparáveis, esta península é hoje um sofisticado balneário com uma agitada vida noturna e muito luxo. Na baixa estação, Búzios se transforma num paraíso para apreciadores de restaurantes, arte, ecologia e principalmente paz.

A península é cortada por costões de pedra que envolve e desenham a geografia do lugar. A cidade tem aprox. 20 mil habitantes e possui toda a infra-estrutura necessária ao seu porte e aos seus turistas que todos os anos lotam a cidade em busca de férias, diversão e muita praia & sol. O turismo é a principal atividade econômica da região que dispõe de muitas pousadas e hotéis, em cada canto da cidade existe um charmoso lugar para se hospedar.

A cada ano mais pessoas de diferentes países passam a morar em Búzios, que vem se transformando em terra de diversas nações. Após a emancipação, Armação dos Búzios passou a ser Município.

Búzios é o principal destino dos Argentinos e Chilenos que visitam o nosso país, também é umas das cidades mais visitadas por estrangeiros no Brasil e está dentro da região dos lagos no Rio de Janeiro.

Crédito: Pref. Mun. de Búzios

quarta-feira, 10 de março de 2010

Abrolhos_BA


Abrolhos
Fonte: www.brasilazul.com.br

Entre julho e novembro, em Abrolhos, no sul da Bahia, turistas e pesquisadores ficam de olhos bem abertos, fitando o horizonte à procura de borrifos, saltos e, principalmente, caudas.

As nadadeiras caudais são como impressões digitais para identificar as baleias da espécie jubarte, que, durante o inverno e a primavera, migram em massa para acasalar, dar à luz e amamentar nas águas quentes de Abrolhos.

Para ter uma idéia da importância dessa região, cerca de 80% das jubartes contabilizadas no litoral nordeste e sudeste do Brasil costumam ser avistadas ali.

Se no mar de Abrolhos é possível ver uma média de 30 jubartes por dia, entre outras baleias, como a franca e a minke, além de cetáceos como o golfinho-nariz-de-garrafa, o golfinho-de-dentes-rugosos e o boto-cinza, no ar se vê uma profusão de pássaros.

Nas cinco pequenas ilhas, dispostas em arco porque provavelmente já fizeram parte da cratera de um vulcão, vivem grandes populações de diversas espécies de aves marinhas. A Redonda é ocupada por fragatas, a Guarita pelos beneditos, na Sueste concentram-se os atobás-marrons, enquanto os atobás-brancos se dividem entre a Siriba e a Santa Bárbara.

Sob a água, Abrolhos abriga o maior conjunto de corais do Atlântico Sul, incluindo o chamado chapeirão, uma formação coralina única no mundo, semelhante a um cogumelo. De abril a dezembro a visibilidade chega a 20 metros, transformando o lugar em um verdadeiro aquário natural, com uma infinidade de peixinhos coloridos, nadando entre garoupas, arraias, tartarugas, barracudas e tubarões.

A única ilha habitada é a de Santa Bárbara, onde vivem alguns militares e funcionários do Ibama. As visitas ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos são rigorosamente controladas para que todo esse luxuoso patrimônio ambiental continue bem preservado.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Praia do Francês_AL


Praia do Francês
Fonte: www.brasilazul.com.br

Situada entre o mar e a Lagoa Manguaba, a maior de Alagoas, com 34 km de extensão, diversas ilhas e canais, além de um imenso manguezal, Praia do Francês fica a apenas 20 km de distância de Maceió, capital do estado.

Sua principal praia, inicialmente chamada Porto dos Franceses, está cotada entre as dez melhores do Brasil para a prática de surfe.

No entanto, do lado esquerdo, é protegida por uma barreira de arrecifes, que, na maré baixa, forma uma grande piscina natural, de águas calmas, mornas e transparentes, cujo tom varia do azul ao verde e convida ao mergulho e à contemplação

De areia clara, fina e fofa, com muitas barracas erguidas na orla, a célebre Praia do Francês, que já foi considerada uma das mais bonitas da região, hoje em dia recebe bastante movimento, principalmente nos finais de semana.

À direita, o trecho de mar aberto consagrado pelos surfistas, é mais sossegado.

Quem gosta de tranqüilidade, deve visitar a Praia do Saco da Pedra, que faz parte de uma reserva ecológica e pode ser alcançada a pé, pela própria Praia do Francês, na maré baixa, ou de carro, passando por propriedades particulares.

De areia fina, recifes e água tépida e cristalina, possui muitos coqueirais em meio à vegetação nativa.

Outra opção de acesso à Praia do Saco, como é mais conhecida, se faz através de passeios de barco pela Lagoa Manguaba, de águas mornas e muito ricas em fauna e flora.

Os roteiros costumam incluir a Ilha de Santa Rita, maior ilha lacustre do país, com mais de 12 km² de superfície, pouso de aves migratórias e também inserida na Reserva de Saco da Pedra.

Praia do Francês pertence ao município de Marechal Deodoro, banhado pelas lagoas Mundaú e Manguaba, cujo centro, afastado cerca de 7 km da costa, é tombado pelo Patrimônio Histórico.

Nessa antiga capital de Alagoas, nasceu Deodoro da Fonseca, o chefe militar que, em 1889, liderou o golpe que proclamou a república e destronou o imperador, tornando-se o primeiro presidente do Brasil.

A casa, em estilo colonial, onde nasceu o marechal que dá nome à cidade, foi transformada em museu e preserva a fachada ainda intacta.

Várias construções de grande valor histórico e arquitetônico, algumas delas em ruínas, também guardam traços originais, como o Convento e Igreja de Santa Maria Madalena, a Igreja do Senhor do Bonfim, a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, todas datadas do século XVII.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Praia do Forte_BA


Praia do Forte
Fonte: www.brasilazul.com.br

Situada na Costa dos Coqueiros, cerca de 80 km ao norte de Salvador, Praia do Forte mistura aula de história e de preservação da natureza.

Em 1971, Klaus Peters comprou a chamada Fazenda Praia do Forte, considerada a mais antiga do Brasil, com grandes áreas de Mata Atlântica e mais de 12 km de praias. Para construir um grande hotel com o menor dano ecológico possível, esse paulista, neto de alemães, transformou 300 km² em um lugar turístico protegido por leis ambientais

A vila, doada ao município com a condição de que os moradores não vendessem os imóveis, apenas repassassem aos descendentes, hoje tem calçamento de pedras, proibido ao tráfego de automóveis, rede elétrica subterrânea e estação de tratamento sanitário. Ali se concentram pousadas, bares, boates, restaurantes, lojas e serviços, em construções que não podem ultrapassar 10 metros de altura ou destoar das antigas casas de pescadores.

O nome Praia do Forte, deriva da Casa da Torre, residência fortificada, erguida por Garcia d´Ávila, almoxarife do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Souza, em 1551, numa colina 70 metros acima do nível do mar.

Localizada de forma estratégica, para observar os navios que se aproximavam da costa, a mais antiga construção de pedra do país, única com aspecto de castelo medieval das Américas, foi sede do maior latifúndio do mundo, com oitocentos mil quilômetros quadrados, quase nove vezes o tamanho de Portugal, em terras que abrangiam todo o nordeste, da Bahia ao Maranhão, para criação de gado e plantio de coco.

Se visitar o Castelo Garcia d´Ávila funciona como divertida aula de história, conhecer projetos como o Tamar e o Baleia Jubarte, são os mais autênticos aprendizados sobre a importância da preservação das espécies. Com toda orientação técnica, expedições noturnas acompanham a postura ou a eclosão dos ovos de tartarugas marinhas, que, em grande número, costumam freqüentar a região, entre setembro e março, num espetáculo inesquecível.

De julho a novembro, é a época de observar baleias, principalmente da espécie jubarte, que migram da Antártida para se acasalar, parir e amamentar. Nas águas quentes da Praia do Forte, muitas podem ser vistas ensinando filhotes recém-nascidos a nadar, respirar e saltar. Já em passeios à Reserva de Sapiranga, área rigorosamente protegida, com 6 km² de Mata Atlântica, é possível admirar uma das mais ricas biodiversidades do continente.

A lindíssima praia, ornamentada por coqueiros, tem uma grande extensão de recifes de corais que, na maré baixa, formam piscinas naturais de águas cristalinas com incrível visibilidade, conhecidas como Papa Gente, ideais para a prática de mergulho livre.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Praia da Pipa_RN


Praia da Pipa
Fonte: www.brasilazul.com.br

De sossegada vila de pescadores, descoberta por surfistas nos anos 70, Praia da Pipa, 87 km ao sul de Natal, transformou-se em um balneário sofisticado e cosmopolita que atrai turistas do mundo inteiro.

Seu litoral, recortado em praias perfeitas, de areias claras e águas mornas e claras, costuma ser freqüentado por uma boa quantidade de golfinhos e tartarugas marinhas. Verdadeiro paraíso ecológico, tem falésias ainda cobertas pela Mata Atlântica, dunas brancas e vastos coqueirais, oferecendo boa infra-estrutura hoteleira, e uma gastronomia de nível internacional, com bares, restaurantes e lojas concentrados principalmente na Avenida Baía dos Golfinhos.

Caminhando pela orla para o sul, em direção a Cunhaú, ou para o norte, em direção a Tibau do Sul, município ao qual pertence, chega-se a praias de grande beleza, rústicas e quase desertas, graças ao acesso, facilitado apenas na maré baixa. A vila ganhou seu nome atual por causa da semelhança de uma formação rochosa com um barril, ou pipa, que servia como ponto de referência aos antigos navegantes.

A melhor forma de tentar encontrar golfinhos é fazer um passeio de barco, que, em geral, inclui parada para mergulho. Outra maneira de avistá-los é observar o mar do alto das falésias.

O Chapadão, por exemplo, é um grande espaço plano, de onde se tem a mais deslumbrante vista da Praia do Amor. O Santuário Ecológico de Pipa é uma Área de Proteção Ambiental com 16 trilhas, vegetação de restinga e de Mata Atlântica, onde existem mirantes para as praias do Curral e do Madeiro.

A única praia movimentada é a do centro, ou da Pipa. Muito bonita, durante a maré baixa formam-se piscinas naturais de águas mornas, bastante apreciadas. Indo a pé em direção ao norte, após 2 km surge a belíssima Praia do Curral, com falésias e pontos de observação de golfinhos. Mais 2 km de caminhada nessa direção e se alcança, na maré baixa, a magnífica Praia do Madeiro, com uma falésia, em boa parte coberta de vegetação, e a famosa Baía dos Golfinhos, muito visitada pelos alegres cetáceos, que costumam aparecer para se alimentar, acasalar e fazer acrobacias.

Andando para o sul, 2 km a partir da Praia da Pipa, se a maré estiver baixa, é possível chegar à Praia do Amor, considerada uma das mais bonitas da região. Outra forma de chegar a essa praia, com belas dunas e ondas fortes, propícias à prática de surfe, é seguir até a falésia, onde fica o mirante do Chapadão, e descer uma escada escavada no penhasco. Esplêndida também é a Praia das Minas, mais 3 km ao sul, extensa e deserta, com mar agitado e falésias, é a preferida das tartarugas marinhas.

terça-feira, 2 de março de 2010

Porto Seguro_BA


Porto Seguro_BA
Fonte: www.brasilazul.com.br

Um dos destinos mais procurados do país, Porto Seguro, localizado no litoral sul da Bahia e tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, é onde se deu, oficialmente, o descobrimento do Brasil pelos portugueses.

Já na célebre carta de Pero Vaz de Caminha ao rei Dom Manuel, o lugar ganhava nome definitivo e a costa era descrita com olhos maravilhados.

“De ponta a ponta é toda praia... muito chã e muito formosa...”, diz um trecho da missiva, arrematada logo adiante: “Deste Porto Seguro, da Vossa Ilha de Vera Cruz, hoje, sexta-feira, primeiro dia de maio de 1500.” Mais de cinco séculos depois de ser fundado sobre uma falésia, aquele que é considerado o primeiro núcleo populacional brasileiro, hoje conhecido como Cidade Alta, continua a oferecer uma das vistas mais deslumbrantes do litoral de Porto Seguro, além de um acervo de imenso valor histórico e arquitetônico.

Ali se encontra, exposto ao ar livre, o Marco da Posse, um bloco esculpido em pedra lioz que teria vindo na expedição de Gonçalo Coelho, em 1503, para assinalar o domínio lusitano sobre a terra descoberta. No Outeiro da Glória, estão as ruínas do que pode ter sido a Igreja de São Francisco, provavelmente a primeira a ser erguida no Brasil, em 1504. Outras três igrejas e dezenas de prédios foram restaurados, como a Cadeia Pública, de 1772, onde funciona o Museu Histórico da Cidade.

Além dos atrativos culturais, também o ecoturismo é muito valorizado em Porto Seguro. A 12km do centro, encontra-se a Estação Veracruz, maior Reserva Particular do Patrimônio Natural da Mata Atlântica, com mais de 60 km². Outros destaques são a Estação Ecológica do Pau-Brasil, somando mais de 11 km², e a Reserva Indígena da Jaqueira, área de mais de 8 km², que foi doada ou, melhor, devolvida a uma tribo pataxó. O Parque Marinho do Recife de Fora, a quase 10 km da costa, é uma área de preservação permanente de 17,5 km², onde se formam piscinas naturais, na maré baixa. Com biodiversidade semelhante à de Abrolhos, e 16 das 18 espécies de corais existentes no mundo, o parque precisa controlar o impacto do turismo e da pesca intensivos.

O litoral norte de Porto Seguro tem praias belíssimas, como Curuípe, Praia do Rio dos Mangues, Ponta Grande e Praia do Mutá, já na divisa com Santa Cruz Cabrália. Nas praias de Itacimirim, Mundaí e Taperapuã, existem mega-barracas, onde ocorrem luaus todas as noites, de forma alternada. Na extremidade sul, fica a foz do Rio Buranhém, a balsa para Arraial d'Ajuda e a chamada Passarela do Álcool, entre o cais e o casario colonial, com diversos bares, restaurantes e lojas.

O ecoturismo é muito valorizado em Porto Seguro. A Estação Veracruz, maior Reserva Particular do Patrimônio Natural da Mata Atlântica, com mais de 60 km², além da Estação Ecológica do Pau-Brasil e da Reserva Indígena da Jaqueira, fazem parte do roteiro turístico.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Porto de Galinhas_PE


Porto de Galinhas_PE

Porto de Galinhas, a 70 km de Recife, capital do estado, parece um típico paraíso tropical.

Na realidade, porém, essa vila de ruas estreitas e agitadas, se revela muito melhor que qualquer propaganda. Sua praia principal, apontada como uma das dez melhores do litoral brasileiro, de fato é um deslumbrante cartão postal, com piscinas naturais que se formam, na maré baixa, bem junto à orla e onde flutuam inúmeras jangadas.

Represadas pelos corais, são verdadeiros aquários de águas cristalinas, mornas e mansas, cheios de peixes ornamentais. Na maré alta, Porto de Galinhas perde um pouco desse aspecto de Caribe pernambucano, mas não perde o encanto.

Além da praia da vila, tanto ao norte quanto ao sul, há diversas outras praias lindíssimas, praticamente todas com belos coqueirais, areias finas e piscinas naturais. Cerca de 7 km ao norte, a maravilhosa Praia do Cupe, onde fica a maior parte dos hotéis e pousadas, tem ondas fortes, que atraem surfistas, e, na maré baixa, piscinas naturais.

Em seguida vem a também magnífica Muro Alto, com um paredão de areia branca em boa parte da praia. Na maré baixa, surge uma piscina natural de 2,5 km de extensão. Última opção ao norte, a Praia de Camboa é para quem gosta de tranqüilidade. Região quase deserta, com areia fina, belo coqueiral e piscinas naturais na maré baixa.

A belíssima Maracaípe, logo ao sul de Porto de Galinhas, tem uma baía com ondas de até 2 metros, que atrai surfistas profissionais, e um charmoso pólo gastronômico.

Cerca de 1 km mais ao sul, no estupendo Pontal de Maracaípe, além de surfe, é possível fazer passeios de barco em manguezais repletos de cavalos-marinhos, sendo proibidas embarcações com motor, para evitar danos ao meio ambiente.

A Enseadinha, a 13 km de distância de Porto de Galinhas, possui rica vegetação de mangue, águas mornas e ondas amortecidas por recifes de coral.

Logo depois vem Pontal de Serrambi, que, na maré alta, oferece ondas boas para o surfe, sendo também muito procurada para mergulho por causa de diversos naufrágios.

A Praia de Cacimbas tem recifes de arenito de até 50 metros de largura. Na maré baixa, forma-se uma piscina natural com pequenas grutas esculpidas pelo mar.

A Praia de Toquinho, a 21 km do centro de Porto de Galinhas, na maré alta, possui ondas fortes, e na maré baixa, uma grande piscina natural.

A partir da Praia de Toquinho, é possível visitar a Ilha de Santo Aleixo, ilha particular, e realizar mergulhos em seu mar cristalino, com antigos naufrágios.

Fonte: www.brasilazul.com.br

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ilha de Marajó



Ilha de Marajó
A Ilha de Marajó está localizada na foz do Rio Amazonas, extremo Norte do Estado do Pará.

É a maior ilha fluvio-marinha do mundo, com cerca de 50 mil km² de belezas naturais. Formada por 12 municípios, tem belas praias com águas calmas e brancas dunas, com grande variedade de pássaros e peixes.

A principal cidade da ilha é Soure, considerada sua “capital”. O lado Leste da Ilha apresenta uma planície coberta de savana. O lado Oeste, densas florestas.

Cercada pelo oceano Atlântico e pelos rios Amazonas e Tocantins, a Ilha de Marajó também é palco da “pororoca” - fenômeno de formação de ondas gigantescas no encontro das águas fluviais e marinhas. Durante o período de chuvas intensas - entre fevereiro e maio -, parte do território de Marajó fica inundado. Isso propicia ótimas condições para a criação de búfalos, e faz com que a ilha abrigue o maior rebanho do Brasil. Esses animais são utilizados normalmente no transporte - tanto no campo quanto nas cidades -, e sua carne é base de alguns dos pratos típicos da região. Presente na culinária, a cultura marajoara também se faz presente nas apresentações de danças folclóricas, como carimbó e lundu. A cerâmica é outra grande atração oferecida pela Ilha, e pode ser vista no Museu do Marajó, em Cachoeira do Arari, a 74km de Soure.

As lojas de artesanato locais também oferecem exemplares dessa arte para compra. Uma boa opção para conhecer de perto a cultura, a fauna e a flora da região é hospedar-se numa das fazendas adaptadas para alojar turistas. Lá, o visitante pode fazer passeios em jipes, barcos ou a cavalo, conhecer os igarapés, alagados, pastos e matas.

O clima na Ilha é de chuva constante. De junho a janeiro – quando está um pouco mais seco –, os passeios ficam mais acessíveis. Nos outros meses, Marajó fica praticamente alagada devido ao alto índice pluviométrico. Isso resulta em duas estações, a mais chuvosa e a menos chuvosa – o que, por incrível que pareça, altera totalmente a paisagem.

Campos secos no verão e alagados no inverno, os campos marajoaras possuem uma vegetação nativa e característica, com rica fauna. A paisagem muda a cada estação: em janeiro o verde surge, tomando conta do chão; do meio do ano em diante, o solo parece rachado, com tom lacustre. Mas faça chuva, faça sol, é muito fácil de avistar as aves locais. Entre elas, destacam-se guarás, mergulhões, garças e jaburus. Também é comum ver pacas, cutias e jacarés. Devido às imensas fazendas espalhadas por toda a Ilha, a presença do búfalo é marcante, o que o tornou símbolo do Marajó. Nem todas as fazendas têm acesso via estrada. Muitas, principalmente na época das cheias, têm acesso somente via barco ou avião.

As florestas da região são muito ricas em frutas e alimentos, o que garante a presença dos animais. Entre as árvores, os açaizais são facilmente encontrados. Como a vegetação está, em sua maioria, entrelaçada de água, a interferência do homem é dificultada, o que mantém a floresta preservada.

O litoral de Marajó é deserto e selvagem, repleto de praias e pequenos braços de rio, os igarapés. O mar é o responsável pela transformação que ocorre na paisagem. São seis meses de água doce – a invernada da região-, quando as águas barrentas do rio Amazonas invadem os rios e mares, influenciando as praias. E seis meses de água salgada, devido à força do Atlântico, que penetra pelos rios. As principais praias de Marajó são: Praia Sul, Joanes e Monsarás – em Salvaterra; e Praia Norte, Barra Velha, do Araruna e do Pesqueiro – em Soure.

(autoria por mim desconhecida)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Algodoal_PA


ALGODOAL – PA
Seu nome é Ilha de Maiandeua, mas todos a conhecem por Algodoal e está localizada no nordeste do estado do Pará. Possui grande importância do ponto de vista ambiental e do ecoturismo no estado. ilha de Maiandeua está situada no município de Maracanã, nordeste do estado do Pará. A temperatura média anual é em torno de 27 º C, com temperaturas médias entre 21,7o C e 25,2o C, respectivamente.

Maiandeua tem origem no Tupi e significa “Mãe da Terra”. A ilha é chamada de Algodoal pela abundância de uma planta nativa conhecida como algodão de seda, ainda presente em grande quantidade na região. Quem primeiro a apelidou desta forma foram os pescadores que lá chegaram na década de 1920.

Algodoal é, também, o nome da maior vila, das quatro que existem na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. A vila de Algodoal é a principal por ser a maior, a que possui a melhor infraestrutura para acomodação de turistas e, conseqüentemente, a que recebe mais visitantes. Estas quatro vilas são separadas entre si por manguezais, restingas e cortadas alguns pontos por canais de maré que caracterizam o principal ecossistemas da ilha.

A ilha de Algodoal/Maiandeua recebe muitos turistas. A maior parte deles ainda é brasileira, mas há visitantes de todo o mundo na ilha, que a cada dia descobrem as belezas naturais da região norte do Brasil.

Os 19 km² da Ilha de Algodoal são marcados pela tranqüilidade, pelos cenários maravilhosos. A energia elétrica somente foi introduzida na ilha em janeiro de 2005. Devido a isso sua população é formada por pessoas simples e receptivas que vivem, basicamente, da pesca, da agricultura de subsistência e mais recentemente do turismo.

Os meios de transporte existentes são a bicicleta, o barco (a motor ou a remo) e a carroça puxada por cavalo. Veículos terrestres motorizados são proibídos na ilha.
Fonte:http://www.brasilturismo.com

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Aquiraz_CE


AQUIRAZ – CE
Os principais atrativos naturais são os seus 36 km de praias (Porto das Dunas, Prainha, Presídio, Iguape, Barro Preto e Batoque). A sede do município é guardiã de um rico patrimônio histórico, colocando o município em lugar de destaque no cenário nacional.

Sua ocupação inicial era de casas de veraneio, dada à proximidade de Fortaleza. Recentemente, Aquiraz tem recebido investimentos privados de pequeno, médio e grande porte, e o poder público tem investido em projetos de infra-estrutura e qualificação da mão-de-obra, com o objetivo de preparar o município para a demanda crescente de turistas. Vale destacar também o empenho da Secretaria de Turismo do município em organizar toda a cadeia produtiva que se beneficia do turismo, atraindo eventos importantes e sendo protagonista da principal regata de jangadas do Estado, agregando cultura e arte - o Navegarte.

■ INFRA-ESTRUTURA
Atualmente, Aquiraz possui o segundo maior parque hoteleiro do Ceará, segundo dados da Secretaria Estadual do Turismo. O município conta com 997 unidades habitacionais e 2.811 leitos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cuiabá_MT


CUIABÁ–MT

Cuiabá é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. A população de Cuiabá é de quase 530 mil habitantes, enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 750 mil habitantes. Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.

A economia de Cuiabá, hoje, está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria. Muitas indústrias, principalmente aquelas que devem ser mantidas longe das áreas populosas, estão instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá (DIICC), criado em 1978. Na agricultura, cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros.

Clima & Geografia
Cuiabá faz limite com os municípios de Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal.

O município é cercado por três grandes ecossistemas: a amazônia, o cerrado e o pantanal; está próximo da Chapada dos Guimarães e ainda é considerado a porta de entrada da floresta amazônica. A vegetação predominante no município é o cerrado, desde suas variantes mais arbustivas até as matas mais densas à beira dos cursos d'água.

Cuiabá é abastecida pelo rio Cuiabá, afluente do Rio Paraguai e limite entre a capital e Várzea Grande. O município se encontra no divisor de águas das bacias Amazônica e Platina e é banhado também pelos rios Coxipó-Açu, Pari, Mutuca, Claro, Coxipó, Aricá, Manso, São Lourenço, das Mortes, Cumbuca, Suspiro, Coluene, Jangada, Casca, Cachoeirinha e Aricazinho, além de córregos e ribeirões.

O clima é tropical quente e úmido. As chuvas se concentram de setembro à abril, enquanto que no resto do ano as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nesses meses são comuns a chegada de frentes frias vindas do sul do país, deixando o clima mais ameno e úmido. Quando essas frentes se dissipam, o calor, associado à fumaça produzida pelas constantes queimadas nessa época, faz a umidade relativa do ar cair a níveis baixos, às vezes abaixo dos 15%, aumentando os casos de doenças respiratórias. A precipitação média anual de 1.469,4 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. A temperatura máxima média chega a 34,1ºC, mas as máximas absolutas chegam a mais de 40ºC. A mínima média em julho, o mês mais frio, é de 16,7ºC.

O quadro geomorfológico do município é, em grande parte, representado pelo Planalto da Casca e pela Depressão Cuiabana. Predominam os relevos de baixa amplitude com altitudes que variam de 146 a 250 metros na área da própria cidade.

Créditos: Pref. Mun. de Cuiabá

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Belo Horizonte_MG


BELO HORIZONTE - MG

Primeira cidade planejada do Brasil, Belo Horizonte foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897. Trata-se de uma cidade privilegiada, que alia as antigas tradições mineiras ao que existe de mais moderno e cosmopolita. A capital mineira possui todas as comodidades de uma grande metrópole, sem deixar de preservar as peculiaridades e características da vida do interior.

Hoje com 1,4 % do PIB nacional e 2,3 milhões de habitantes, a cidade é o centro de uma região metropolitana de 4,5 milhões de habitantes. O principal pólo de serviços, conhecimento e tecnologia do Estado de Minas Gerais.

A cidade é cercada pelas montanhas da Serra do Curral, que lhe servem de moldura natural e referência histórica. Além das vantagens naturais e da facilidade de acesso aéreo e rodoviário, a capital mineira destaca-se pela beleza de seus conjuntos arquitetônicos, pela forte vocação do comércio e da prestação de serviços e ainda por uma rica produção artística e cultural.

É uma cidade rica em atrativos, como os complexos das Praças da Liberdade e da Estação, a famosa Lagoa da Pampulha, projetada por Oscar Niemeyer e construída por Juscelino Kubitschek, o Mercado Central, museus, igrejas e teatros. Em Belo Horizonte o turista pode encontrar todas as tendências e manifestações da arquitetura ocorridas no mundo nos últimos 120 anos. São atrativos que misturam história, beleza, lazer e cultura.

Principal pólo do desenvolvimento industrial e comercial de Minas, Belo Horizonte e exerce influência na região de maior dinamismo econômico do Estado. Importante núcleo criador de estilismo e moda, seu parque produtivo é um dos cinco maiores da América do Sul, com destaque para a indústria automobilística e de autopeças, siderurgia, eletroeletrônica e construção civil. Tudo isso faz com que a cidade tenha uma expressão econômica comparável à das maiores metrópoles latino-americanas.

■ INFRA-ESTRUTURA
Belo Horizonte conta com uma das mais estruturadas redes hoteleiras do país, o que tem transformado a cidade em pólo nacional do turismo de negócios.

Créditos: Pref. Mun. de Belo Horizonte

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Amazonas_Manaus


Amazonas
(texto de outros)

Localizado no coração da maior floresta do mundo, o Estado do Amazonas é o maior de todo o Brasil. Detentor de uma das mais extensas biodiversidades do planeta, o Estado está sempre chamando a atenção de Organizações Não Governamentais (ONGs) e ambientalistas, que buscam o desenvolvimento econômico e regional sem prejudicar esse singular ecossistema.

Às margens do rio Negro, a capital Manaus, constitui um importante pólo de turismo ecológico. Um de seus atrativos mais procurados é a praia de Ponta Negra, a 13km do centro da cidade. Ali, as areias avançam sobre o leito do rio Negro, formando um belo contraste com as águas escuras durante a vazante. Outro local é o extenso bosque do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), um complexo composto por um diversificado Jardim Botânico, rico em espécies da flora da região amazônica; e um Jardim Zoológico com animais nativos, contando até mesmo com alguns exemplares de espécies em extinção.

Tomado pela Floresta Amazônica, o Estado do Amazonas é completamente recortado pela bacia hidrográfica do Rio Amazonas e seu relevo é composto por igapós, várzeas, e baixos platôs ou terra firme. Além disso, na Amazônia existem árvores que podem atingir até 20 metros de altura. No entanto, também são comuns aquelas espécies que variam de dois a três metros, com ramificação tão baixas e densas que dificultam a penetração na floresta.

Entre as várias áreas protegidas do Estado estão o Parque Nacional do Pico da Neblina e o Parque Ecológico de Janauary – coberto por matas de terra firme, de igapós e de várzea, e onde o passeio de canoa para apreciar as vitórias-régias é o ponto alto da visita. Ali encontramos também o Parque Nacional de Jaú, maior reserva florestal do continente; e a cidade de Barcelos – base para visitação do Parque.

O turismo ecológico é o grande atrativo dos roteiros de viagens pela Amazônia. Entre os roteiros mais procurados estão a Reserva de Mamirauá; e Humaitá, onde a grande atração é a pesca esportiva no Rio Roosevelt. A programação conta com viagens de barco, pernoites em hotéis de selva e passeios pela floresta. A maioria dos passeios é feito com o acompanhamento de um guia especializado.

O Estado do Amazonas foi pioneiro a instalar hotéis de selva, os chamados lodges, construídos à margem dos rios ou flutuando sobre águas de um lago, em meio a floresta. O Estado é, ainda, palco de um dos maiores festivais folclóricos do País: o de Parintins, que reúne muita música, dança e todas as raízes da cultura amazonense.

A base da economia desse Estado concentra-se nas atividades extrativistas - mineração, indústria primária e pesca - e no pólo industrial de alta tecnologia. Os principais produtos agrícolas cultivados no ali são a laranja, a mandioca, o arroz e a banana. Entre os minerais destacam-se o calcário, a gipsita e o estanho. Destacam-se, no seu parque industrial, a produção de materiais elétricos e de comunicação; a indústria metalúrgica e de extração mineral; a fabricação de relógios; e a indústria alimentícia e de bebidas.

A maior biodiversidade do planeta está presente por todo o Estado do Amazonas e garante muitas surpresas a seus visitantes. Venha, e vire fã!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Rio Grande do Sul



O Rio Grande do Sul é o seu Destino
(texto de outros)

Com 622 km de extensão, o litoral do Rio Grande do Sul, além de ostentar a gigantesca e reta Praia do Cassino, considerada a mais extensa do planeta, com 254 km contínuos, inclui ainda a imensa Lagoa dos Patos.

Na chamada Costa Doce, o Parque Nacional da Lagoa do Peixe abrange uma área utilizada por mais de trinta espécies de aves migratórias, vinte e seis delas provenientes do Hemisfério Norte, além de aproximadamente cento e cinqüenta espécies residentes na região.

No Litoral Norte do Rio Grande do Sul, a sofisticada e exótica cidade de Torres, deve seu nome às três impressionantes falésias em forma de torre, do alto das quais é possível avistar várias praias. Arroio do Sal, antiga colônia de pescadores, possui belas paisagens marítimas. Capão da Canoa tem diversos balneários e os dois maiores parques aquáticos do estado.

Maquiné, afastada da costa, fica junto à Reserva Biológica da Serra Geral, constituindo-se numa boa opção rural. Xangri-lá possui balneários tranqüilos e boas casas de veraneio. Tramandaí, é um balneário mais popular, enquanto Imbé, a apenas 4 km, é menor e menos agitada. Cidreira é a mais antiga praia do Litoral Norte.

Camaquã, Arambaré, São Lourenço do Sul e Pelotas, localizadas à margem direita da Lagoa dos Patos, podem funcionar muito bem como opção rural. Rio Grande é a cidade mais antiga do estado. A partir dela é possível visitar parte da Estação Ecológica do Taim, também conhecida como o Pantanal Gaúcho, área de banhado com uma fauna riquíssima que inclui nada menos que 230 espécies de aves.

Cassino, pertencente ao município de Rio Grande, possui aquela que é considerada a maior praia do mundo, com mais de 200 km, grande parte dos quais desertos. Chuí é a cidade que marca o extremo sul do território nacional. Além das últimas praias brasileiras, os visitantes costumam explorar também as atrações do Uruguai, e freqüentar a movimentada avenida que a separa da vizinha Chuy, já nos limites daquele país fronteiriço.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Santa Catarina


Santa Catarina é o seu Destino
(texto de outros)

Com cerca de 562 km de extensão, a costa de Santa Catarina oferece centenas de praias.

Florianópolis, a capital do estado, fica numa ilha de 440 km², com 40% da superfície cobertos pela vegetação original e cerca de 42 praias, algumas ainda conservando aspecto de vilas de pescadores.

No Litoral Norte, Itapoá tem as águas mais quentes do sul do país. Joinville oferece passeios de barco pela Baía de Babitonga. São Francisco do Sul, tombada pelo Patrimônio Histórico, é a cidade mais antiga de Santa Catarina.

Barra do Sul é boa para a prática do surfe. Barra Velha tem mais de 20 km de orla marítima. Piçarras é uma enseada de águas calmas e cristalinas. Penha tem uma das praias mais bonitas do litoral catarinense.

Navegantes e Itajaí têm ondas boas para o surfe. Balneário Camboriú, na alta temporada, fica congestionado de visitantes em busca de atrações como o teleférico de 1600 metros de extensão.

Itapema, 15 km ao sul, é um pouco mais tranqüila. Brusque, afastada do litoral cerca de 43 km, funciona como boa opção rural.

Porto Belo é uma bonita baía de águas mansas. Bombinhas, que fica numa península, é um dos melhores pontos de mergulho do Brasil.

Governador Celso Ramos, a apenas 41 km de Florianópolis, também está numa península com diversas praias de águas calmas.

No Litoral Sul de Santa Catarina, Palhoça tem lindas praias, bem preservadas. Santo Amaro da Imperatriz, distante 32 km da costa, é a primeira estância de águas termais fundada no país. Guarda do Embaú atrai muitos surfistas, principalmente para a belíssima praia homônima. Ilha do Papagaio mistura vegetação de Restinga e Mata Atlântica em cerca de 146 km². Garopaba, antiga vila de pescadores, tem diversas opções de praias, algumas muito bonitas.

Praia do Rosa, uma das mais belas de Santa Catarina, possui excelente estrutura de hospedagem e, ao mesmo tempo, faz questão de manter sua rusticidade. Imbituba tem praias que atraem surfistas e windsurfistas. Laguna, cidade de grande valor histórico, com muitos prédios coloniais preservados, possui diversas praias indicadas para o surfe. Gravatal, estância hidrotermal a cerca de 47 km do litoral, pode ser uma boa opção de hospedagem e lazer. Tubarão, mais próximo à costa, também tem fontes termais. Araranguá possui, na orla marítima, áreas de camping e casas de veraneio.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Curitiba_PR


Curitiba
(texto de outros)

O próprio nome Curitiba possui uma raiz ecológica, pois, em tupi-guarani, significa algo mais ou menos como “lugar de muitos pinheiros”.

Fundada a 70 quilômetros de distância do litoral, numa região com altitude média de 934 metros, até o início do século XIX era apenas uma pequena vila pertencente à Capitania de São Paulo, na rota de passagem do gado que era transportado do Rio Grande do Sul para Sorocaba. Em 1853, quando o Paraná se tornou uma província autônoma, Curitiba transformou-se em capital.

Hoje a cidade tem cerca de 81 milhões de metros quadrados de área verde preservada, com muitas praças e ruas bem arborizadas, além de dezenas de parques, boa parte deles construída em homenagem aos imigrantes que chegaram de várias regiões do globo, dando-lhe um ar cosmopolita, principalmente portugueses, italianos, poloneses, alemães, ucranianos, japoneses, sírios e libaneses.

Os parques funcionam como uma boa forma de conservar a Mata Atlântica. Alguns servem também para proteger a vegetação ciliar de rios locais, além de serem excelentes opções de lazer, tanto para os curitibanos quanto para os que visitam a cidade.

Entre os mais freqüentados está o Parque das Pedreiras, de onde antigamente saíam as pedras utilizadas para o calçamento de Curitiba. Repleto de lagos, cascatas e araucárias, o parque abriga o Espaço Cultural Paulo Leminski, uma área para grandes shows ao ar livre e o Teatro Ópera de Arame, um ícone da arquitetura moderna, com palco de 400 m² e capacidade para 2400 espectadores.

A estrutura circular, construída com tubos de aço, tem paredes de vidro e teto de policarbonato transparente e o acesso se dá por meio de uma passarela metálica elevada sobre um lago de 7200 m². Encravada na mata e debruçada sobre o espelho d’água, à noite a Ópera de Arame fica ainda mais deslumbrante.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

São Paulo_SP



São Paulo é o seu Destino
(texto de outros)

A costa do estado de São Paulo tem aproximadamente 622 km de extensão, com belas praias e ilhas, além de algumas importantes reservas naturais, como a Estação Ecológica Juréia-Itatins e o Parque Estadual da Ilha do Cardoso.

No Litoral Norte, a estância climática de Cunha é uma opção serrana, distante apenas 47 km de Paraty, no estado do Rio de Janeiro. Dali é possível avistar as baías de Angra e Paraty.

Ubatuba tem cerca de setenta praias, muitas excepcionalmente belas, algumas selvagens, com trechos preservados da Mata Atlântica.

Caraguatatuba possui diversas praias urbanizadas e boas para a prática de surfe. Ilhabela, a maior ilha marítima do Brasil, é um dos principais destaques da costa do litoral de São Paulo.

Com cerca de 350 km² de superfície e 150 km de orla, entre costões e praias belíssimas, a ilha é superlativa também por suas quatrocentas cachoeiras, sendo muito procurada por surfistas, e velejadores. Tem bons pontos de mergulho e uma dezena de naufrágios. São Sebastião, que serve de acesso a Ilhabela, é uma cidade histórica, com diversas praias.

A deslumbrante Maresias, assim como Boiçucanga e Camburi, a esplêndida Barra do Saí, Juqueí, Barra do Una e Juréia, são localidades pertencentes a São Sebastião. Bertioga tem o forte mais antigo do país. Guarujá, o maior aquário da América do Sul. Santos, o maior jardim do mundo.

No Litoral Sul de São Paulo, São Vicente é considerada a primeira cidade fundada no Brasil, em 1532. Praia Grande, bem urbanizada, tem cinqüenta quilômetros de ciclovias. Mongaguá oferece muitas casas de veraneio. Itanhaém, possui balneários populares.

As melhores praias de Peruíbe, cercadas pela Mata Atlântica original, estão ao sul, onde também fica a Estação Ecológica Juréia-Itatins, na qual as visitas são proibidas. Iguape tem construções do período colonial e praias quase desertas ao norte. Ilha Comprida possui balneários agitados ao norte e praias sossegadas ao sul. Cananéia é cidade histórica, sem praias, também fundada em 1532, num estuário de onde partem barcos e escunas, principalmente para a Ilha Comprida e para a Ilha do Cardoso.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Rio de Janeiro_RJ



O Rio de Janeiro é o seu Destino
(texto de outros)

O Rio de Janeiro tem um litoral de 635 km de extensão, repleto de lugares fantásticos, a começar pela capital, que tem o mesmo nome do estado.

Principal destino turístico do país, a cidade do Rio de Janeiro é famosa em todo o mundo por seus encantos naturais, espalhados entre o mar e as montanhas, como o Corcovado, o Pão de Açúcar, e as praias de Copacabana, Ipanema, Arpoador, Leblon, Pepino, Grumari e Prainha. Do outro lado da Baía de Guanabara, fica Niterói, onde se destacam as praias de Camboinhas e Itacoatiara.

Na chamada Costa do Sol, Quissamã, Macaé, Rio das Ostras e Barra de São João oferecem belas praias. Já a antiga vila de pescadores de Armação de Búzios é um dos balneários mais charmosos do Rio de Janeiro e do país, com praias maravilhosas, enquanto Arraial do Cabo, que também tem praias exuberantes, é considerado um dos melhores pontos de mergulho da costa brasileira. Ainda na Costa do Sol, surge a Região dos Lagos, onde despontam as lagoas de Araruama, segunda maior do Brasil, Saquarema, Jaconé e Maricá, em torno das quais estão Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande, Araruama, Praia Seca, Saquarema, Maricá e Itaipuaçu.

Junto à divisa do Rio de Janeiro com o Espírito Santo, começa a Costa Doce, com São Francisco de Itabapoana, São João da Barra e Campos dos Goitacazes.

Ao sul da capital, a Costa Verde, coberta por resquícios da Mata Atlântica, inicia-se por Itaguaí, Itacuruçá e Mangaratiba. Com bons locais de mergulho e praias lindíssimas, Ilha Grande tem diversas trilhas que possibilitam uma volta completa em sua orla, com caminhadas em meio à mata original, sem a presença de automóveis, proibidos na ilha. Angra dos Reis, com suas águas cor de esmeralda, calmas e transparentes, ótimas para o mergulho, possui mais de 60 praias e centenas de ilhas, que as contagens mais entusiasmadas dizem chegar a 365, “uma para cada dia do ano”.

Paraty, um dos maiores tesouros do litoral brasileiro, fundada ainda no século XVI, até hoje preserva à beira-mar um notável conjunto de construções, tombado pelo Patrimônio Histórico. Além do calçamento antigo e dos casarões coloniais, em ruas onde o trânsito de automóveis não é permitido, oferece várias ilhas e praias de grande beleza.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Vitória_ES

Vitória_ES
(fonte: www.embratur.gov.br)

Fundada em 1551, na ilha da Vitória, às margens da baía de mesmo nome, a capital do Estado do Espírito Santo ocupa área de 81 km2 e abriga dois dos mais importantes portos do País – Tubarão e Vitória-, por onde escoa grande parte da carga de minérios exportada, oriunda dos Estados de Minas Gerais e do Pará. Seus primeiros habitantes, os índios goitacazes, a chamavam de Ilha de Guanaaní, ou Ilha do Mel, devido à sua beleza e águas ricas em peixes e mariscos.

Dentro e fora do Brasil, o litoral do Estado do Espírito Santo é famoso pela variedade e quantidade de peixes. Nas praias de Camburi, Ilhas do Frade e Boi, e em toda orla da Baía, a pesca de arremesso, redinha ou puçá, rende ao turista boas histórias, ou quem sabe, um troféu num dos inúmeros concursos realizados na ilha.

A pesca oceânica, sem sombra de dúvidas, é o cartão de visitas da pesca em Vitória. Todos os anos, do Iate Clube do Espírito Santo, na praia do Canto, saem as embarcações para o Campeonato Internacional de Pesca Oceânica, que reúne os maiores pescadores de “peixes de bico” do mundo.

Em Vitória, foram conquistados dois recordes mundiais de pesca: o maior Marlim Azul, com 636 kg, pescado em 1992; e o maior Marlim Branco, com 82,5 kg, pescado em 1979. A melhor época de pesca do Marlim Azul é de outubro a março, e do Marlim Branco, é em novembro. Mas em qualquer época do ano, a pesca é farta e certa.

Quem visita Vitória também encontra belas praias e muitas outras atrações. Como o centro da cidade, que guarda muito da história com construções coloniais, palácios e igrejas. A tradição também chega até à cozinha, repleta de panelas de barro feitas artesanalmente, que servem pratos típicos como a moqueca e a torta capixaba.

Bares, restaurantes e boates completam o leque de atrações da cidade. Com agitada vida noturna, Vitória oferece infra-estrutura completa para receber turistas em viagens de negócios e de lazer.

Clima
O clima é quente, tropical úmido, com temperatura média mensal máxima de 30,4ºC, e mínima de 24ºC. Ocorrem chuvas constantes, principalmente nos meses de outubro a janeiro.

Atrações: Pesca
O litoral de Vitória é considerado um dos melhores locais de pesca do marlim, principalmente entre os meses de outubro a março. Isso porque a cerca de 20 milhas da costa encontra-se o abismo da plataforma continental, que delimita a mudança de profundidade de cerca de 100 m para 1000 m, habitat dos peixes oceânicos.

Praias

Camburi
Principal praia de Vitória, com 6 km de extensão. Concentra atividades culturais e esportivas, promovidas pela prefeitura de Vitória. Possui várias opções de hotéis, quiosques, restaurantes e bares que, geralmente, têm como prato principal a moqueca e a torta capixaba.

Praia do Canto
Fica ao lado do Iate Clube do Espírito Santo, onde é realizado anualmente o campeonato internacional de pesca oceânica. Possui um calçadão que é muito usado para caminhadas e cooper.

Enseada do Suá
Possui enorme calçadão e ciclovia, ideal para caminhadas, cooper e ciclismo.

Curva da Jurema
Formada pelo aterro que liga a ilha do Boi à Ilha de Vitória. Aproveite os vários barzinhos na sua orla.

Ilha do Frade
Ligada à Vitória por uma ponte, com casas de alto padrão e pequenas faixas de areia com águas muito claras, transformadas em mini-praias. A praia mais freqüentada é a das Castanheiras.

Ilha do Boi
Liga-se à Vitória por um aterro. Ao redor da Ilha estão pequenas praias com águas muito limpas. Perto da Ilha do Boi estão as Ilhas Galheta de Dentro e de Fora e a Ilha Rasa.

Na cidade

Morro da Fonte Grande
É onde se concentram as torres de TV e rádio da Capital, com 308 metros de altitude. Bela vista do local.

Igreja de São Gonçalo
Em estilo colonial, a capela foi erguida em 1707. Fica localizada na Cidade Alta, no centro da cidade.

Igreja de Santa Luzia
Edificação mais antiga da ilha, construída em 1551, e considerada monumento nacional. Nela funciona, atualmente, uma galeria de arte e um centro de pesquisas da Universidade do Espírito Santo. Outras igrejas e monastérios de significativa importância histórica também podem ser encontrados em Vitória, como a Igreja do Rosário, cuja construção remonta ao ano de 1765; as ruínas do Convento de São Francisco, primeira edificação franciscana levantada fora da região Nordeste do Brasil, que data de 1591; a Catedral da Cidade, construída em 1918; e o antigo Colégio Jesuíta, que hoje é a sede do governo do Estado, com a igreja de São Tiago, construções do século XVII. Há ainda o Palácio Domingos Martins, atualmente ocupado pela Assembléia Legislativa do Estado, construído em 1910, no local onde se encontrava a Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia.

Terceira Ponte
Um forma interessante de conhecer parte do litoral de Vitória é percorrendo a Ponte Darcy Castelo de Mendonça, conhecida como Terceira Ponte. Com 3.300 m e alcançando 70 m no seu ponto mais alto, possibilita a visão de praias, ilhas e portos, além da cidade vizinha de Vila Velha.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bahia_Salvador


A Bahia é o seu Destino
(texto de outros)

A Bahia é, antes de tudo, um estado de espírito. Com um extenso litoral, de mais de mil quilômetros de extensão e praias maravilhosas, além de cidades históricas e um interior repleto de atrativos, a Bahia tem uma vocação inequívoca para o turismo.

Salvador, a capital da Bahia, é mundialmente conhecida por suas belezas naturais, seu rico acervo histórico e cultural, com museus, igrejas, casarões, fortalezas e construções antigas, mas também pela receptividade do povo, com suas festas religiosas, seu carnaval, sua musicalidade e simpatia.

O Estado - A Bahia é um dos estados brasileiros com maior potencial turístico, repleto de praias belíssimas e um extenso acervo cultural.

Mas a Bahia tem muito mais que Salvador. Tem um litoral tão grande que costuma ser dividido em seis partes, cada uma delas repleta de destinos fabulosos.

Tem floresta tropical e cerrado, belíssimas formações geológicas um povo alegre e muita história pra contar.