Mostrando postagens com marcador viagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador viagens. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Maranhão é o seu destino



O Maranhão é o seu Destino
(texto de outros)

Situado numa área de transição entre as regiões Norte e Nordeste, o Maranhão é o estado brasileiro que possui maior variedade de ecossistemas, entre os quais um impressionante areal de mais de 150 mil hectares, coalhado de lagos de água doce e cristalina.

Barreirinhas, pequena cidade erguida às margens do Rio Preguiças, guarda a principal entrada para os Lençóis Maranhenses, um incrível deserto de areias brancas e dunas gigantescas, repleto de lagoas, lagos e poças de todos os tamanhos, formadas pelas chuvas que caem.

Seguindo o rio Preguiças, é possível conhecer o litoral do Maranhão, com 240 km de extensão, onde surgem praias belíssimas e o maior banco de corais da América Latina.

A capital do Maranhão, São Luís, além de praias, ostenta um fabuloso Centro Histórico com nada menos que 3500 prédios tombados, dentre os quais, nada menos que 1100 foram elevados pela Unesco à categoria de Patrimônio da Humanidade.

A partir de São Luís, é possível visitar as cidades históricas de Alcântara e São José do Ribamar.

A Ilha do Caju, no município de Araioses, em direção ao vizinho estado do Piauí, abriga cinco ecossistemas completos: matas, campos, dunas, mangues e alagados de água salgada, numa perfeita síntese da região em apenas 100 km2.

Uma família de origem inglesa detém a posse da ilha desde 1847, mantendo-a bem preservada.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ilha de Marajó


SALVATERRA
(texto de outros)

Impressionado, o poeta Carlos Drummond de Andrade tentou definir o lugar: “O Marajó é uma coisa fantástica, só você vendo... E depois de ver, é capaz de não acreditar.”

Para entender a maior ilha fluviomarinha do mundo, com cerca de 50 mil km², coberta a oeste pela densa Floresta Amazônica e a leste por uma espécie de savana, semelhante ao pantanal mato-grossense, é preciso mesmo enxergar com os olhos da poesia. A Ilha de Marajó não é apenas mais um admirável destino turístico do Brasil, é uma autêntica viagem para um país exótico e surpreendente.

Nesse "país", praticamente coberto de água de dezembro a maio, em que os búfalos muitas vezes são o melhor meio de transporte, chegando a ter o dobro da população de humanos, onde os carros só chegam de balsa e as pessoas de barco ou avião, Salvaterra é o portal de entrada. Ali fica o porto mais próximo de Belém, do outro lado da Baía de Marajó, a 80 km em linha reta.

O município possui boas pousadas e restaurantes, belas praias, igarapés, fazendas e campos. A melhor época para visitá-lo é de junho a novembro, durante o verão marajoara, quando chove menos. Embora a seca não deixe a vegetação tão exuberante, é mais fácil avistar a fauna da região, repleta de aves como garças, colhereiros, tuiuiús e guarás.

Em Joanes, antiga vila de pescadores, há ruínas de uma igreja construída por jesuítas no século XVII. Mas a grande surpresa é a Praia de Joanes, com suas águas doces ou salgadas, dependendo de quem banha a bonita enseada com falésias, o Amazonas, mais extenso e caudaloso rio do planeta, ou o Oceano Atlântico. “Salvaterra é um segredo, um presente fechado, porta-jóias, senha maçônica. É preciso respeitar Salvaterra. É preciso amar Salvaterra. Ah, você não calcula...” disse o poeta Drummond

Há várias opções de hotéis onde ficar em Salvaterra e aproveitar a estadia neste importante destino turístico do Brasil, além de pousadas charmosas que oferecem conforto, bons serviços e simpatia por um preço atrativo.

Outra opção de hospedagem interessante pode ser o aluguel por temporada, que possibilita reunir a família em um imóvel mobiliado, equipado e com boa estrutura de lazer. Neste caso, é importante procurar uma Imobiliária idônea que oriente sobre os imóveis para locação onde ficar em Salvaterra.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Belém



BELÉM
"texto de outros"

Capital do estado do Pará, Belém oferece diversas atrações turísticas interessantes. Construções históricas, igrejas e museus, além do conhecido Mercado Ver-o-Peso, enorme feira junto ao cais, com comidas, frutas e artesanatos típicos, em torno do antigo Mercado de Ferro.

Na Cidade Velha, é possível visitar ruas e ladeiras com casarões e solares coloniais cujas fachadas são cobertas de azulejos portugueses. Outras construções históricas importantes de Belém são o Theatro da Paz, de arquitetura inspirada no Teatro Scala, de Milão, a Casa das Onze Janelas, com eventos culturais e exposições, o Forte do Castelo, primeira edificação da cidade, a Basílica de Nazaré e a Catedral da Sé.

Entre os atrativos culturais de Belém, destacam-se o Museu Emilio Goeldi, com imenso acervo da flora e da fauna da Amazônia, e o Museu de Arte sacra, com mais de trezentas peças de notável valor artístico. Na Estação das Docas, o antigo armazém do porto foi transformado em espaço gastronômico e cultural, muito visitado pelos turistas, atraídos pelos pratos da culinária regional, com destaque para o tucupi e o tacacá.

No centro da cidade, repleto de mangueiras, ficam muitos hotéis e pousadas, e também diversos bares e restaurantes que, além de cardápios típicos, oferecem opções da gastronomia internacional. No Bosque Rodrigues Alves, o visitante encontra uma amostra da Floresta Amazônica, estendida por 16 hectares , com lagos onde vivem peixes e tartarugas da região.

Sendo porto fluvial, Belém oferece vários passeios de barco onde o turista pode ter contato com o ambiente amazônico. Os principais roteiros incluem o Rio Guamá e a Ilha de Cotijuba, com 20 km de praias. Nos arredores, em Marajó e Mosqueiro, também há várias praias de rio muito bonitas.

Pará é o seu destino


O PARÁ É O SEU DESTINO

O litoral do Pará, conhecido como Amazônia Atlântica, oferece uma grande diversidade de paisagens em aproximadamente quinhentos quilômetros, estendidos desde o arquipélago de Marajó até o município de Viseu, na fronteira com o Maranhão.

Em Belém, capital do Pará, além de diversas opções de lazer e cultura, há belas praias de rio, muito frequentadas, algumas até com ondas, o que é um fenômeno bastante raro em todo o mundo.

Naquele que é o maior arquipélago fluvio-marinho do planeta, destacam-se a Ilha Mexiana e a colossal Ilha de Marajó, com praias de água doce e de oceano, entre florestas, lagos e igarapés, numa superfície de quase cinquenta mil quilômetros quadrados, em plena foz do rio Amazonas. Uma área maior que alguns paises da Europa, onde cabe inteiro, por exemplo, o estado do Espírito Santo.

Outra boa opção é conhecer o Mosqueiro, agitado balneário instalado na ilha fluvial de mesmo nome, com dezoito praias de água doce, a oitenta quilômetros da capital do Pará.

Mais ou menos a uma distância de 210 km de Belém, encontra-se Salinópolis, ou Salinas, como é mais conhecido este charmoso e sofisticado balneário atlântico, cujas praias ficam cheias na alta temporada, entre junho e julho.

A partir de Salinas é possível alcançar diversas outras localidades oceânicas, como Marudá e Crispim, ou conhecer também a mítica ilha de Maiandeua, onde fica a paradisíaca praia de Algodoal, que atrai turistas de diversas partes do globo.

"texto de outros"

domingo, 10 de janeiro de 2010

O Estado e a sua História


O Estado e a sua História ...

Histórico

Em 1637, a região que é hoje o estado de Amapá foi dada a um homem português, Bento Manuel Parente, ao término do mesmo século, a região foi invadida pelos ingleses e holandeses que foram expulsos pelos portugueses. No 18º século, os franceses reivindicaram também a possessão da área e, em 1713, o Tratado de Utrecht estabeleceu as fronteiras entre o Brasil e a Guiana francesa que, não obstante, não foi honrado pelos franceses. Os portugueses construíram então uma fortaleza cujo nome foi de São José de Macapá, para proteger os limites de invasão francesa.

Determinado o território, começaram a crescer no 19º século, devido ambos pela descoberta de ouro na área e por ocasião do ciclo da Borracha, que naquele momento, tinha alcançado preços internacionais altos. A descoberta de recursos ricos, não obstante, causou as disputas territoriais para crescer e dá lugar à invasão francesa, em maio de 1895. Em 1 de janeiro de 1900, a Comissão de Arbitragem, em Genebra, deu possessão da região ao Brasil e o território foi incorporado ao estado de Pará, sob o nome de Amapá. Em 1945, a descoberta de grandes jazidas de manganês em Serra do Navio tremeu a economia local.

Por uma divisão territorial nova, a porção de norte de Amapá do Rio de Cassiporé se tornou a Municipalidade de Oiapoque. Foi desmembrado novamente em dezembro de 1957, com o estabelecimento da municipalidade de Calçoene. O território do Amapá se tornou um estado através da Constituição de 5 de outubro de 1988.

"Texto elaborado por Edgar Rodrigues".

Amapá é o seu destino

O Amapá é o seu Destino

Com cerca de 98% de sua cobertura vegetal original praticamente intactos, o Amapá pode ser considerado um verdadeiro santuário ecológico

Cortado pela imaginária Linha do Equador, tem a maior parte de sua superfície, de mais de 142 mil quilômetros quadrados, no Hemisfério Norte.

Sem ligação rodoviária com o restante do país, só se chega ao estado de barco ou avião, sendo recomendado, para usufruir de tamanha natureza virgem, vacinar-se previamente contra a febre amarela.

A melhor estrutura hoteleira está em Macapá, única capital de estado localizada às margens do Rio Amazonas.

O litoral do Amapá se estende por 263 km, da foz do Oiapoque ao estuário do Amazonas. Submetido aos humores do Rio-Mar e de vários afluentes que por ali desaguam, tem acesso bastante precário, dificultado por fortes correntezas, oscilações abruptas da maré e uma infinidade de bancos de areia e de lama.

Nesta costa exótica e quase indomável, com forte influência amazônica e guianense, além da oceânica, praias quase intocadas se revezam com o maior conjunto de manguezais dos trópicos.

O Parque Nacional de Cabo Orange, assinala o extremo norte do litoral brasileiro com ecossistemas característicos das Guianas, numa paisagem bastante incomum e exuberante. Logo após o cabo, cruzando o rio Oiapoque, já é território francês.Os municípios litorâneos, como
Oiapoque, Calçoene, Amapá, Pracaúba, Tartarugalzinho, Cutias, Itaubal e Santana, possuem acomodações bastante simples.
"Texto de outros"